quinta-feira, 22 de junho de 2017

MICHEL TEMER VETOU MAS RODRIGO MAIA (PRESIDENTE EM EXERCÍCIO) REAPRESENTA PROPOSTAS DE REDUÇÃO DE FLORESTAS DE OUTRA FORMA NUMA MANOBRA JÁ MUITO CRITICADA NO PAÍS E E NO EXTERIOR

Aparentemente Michel Temer ouviu ambientalistas, MP e Gisele Bündchen para vetar Medidas Provisórias de reduzir a proteção de florestas no Pará mas agora as MPs vão virar projeto de lei e assim Rodrigo Maia defenderá mais uma vez e de outras forma os mesmos interesses de ruralistas de cortar 600, 480 ou 300 mil hectares da floresta Nacional de Jamanxim no Pará a dano dos recursos naturais e hídricos da Amazônia: confira aqui um resumo das MPs que serão reapresentadas como projeto de lei amanhã por Maia, Presidente em exercício na viagem de Temer à Rússia


 A luta ambientalista continua: as MPs apenas vão virar agora Projeto de Lei a dano de florestas como a que ainda sobrevive em torno do Rio Jamanxim no Pará


Agora é esperada nova posição da WWF e de Gisele Bündchen
Esta é a área que está no centro da polêmica entre ambientalistas e Governo

Ministério Público já considerou MPs de redução de florestas inconstitucional

Propostas de redução de áreas florestais também motivaram mais desmatamento nas áreas em questão

             Agência Brasil
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

ESTÁ COMEÇANDO O INVERNO E ENTÃO A TEMPORADA DE QUEIMADAS: EM UM ANO ELAS AUMENTARAM 65% SEGUNDO O INPE

Não foi divulgada nenhuma medida das autoridades públicas para prevenir queimadas nesse inverno: problema grave no meio ambiente e na saúde pública

Todos sabem que elas virão: as autoridades, não?

Mesmo tão agredida, também por aqui e em todo o Brasil,  a natureza está cumprindo sua parte, a nova estação começou e meteorologistas falam que poderá ser menos frio do que em 2017 (sinal da mudança climática que vem sendo causada por CO2, por poluição dos combustíveis fósseis tipo gasolina ou diesel). Pode agendar. O problema nesses próximos 3 meses serão as queimadas, agravando a condição socioambiental, a poluição do ar e gerando doenças respiratórias, algo que de problema se transforma em drama ou até em tragédia, levando em conta a precariedade da saúde pública , algo que também ocorre aqui e em todo o país. E então, SOS Inverno: você por acaso viu na mídia ou ouviu falar de alguma medida preventiva das autoridades?...



Desde hoje o povão encara até que numa boa a natureza do frio nas ruas
Relatório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revela que até por volta de agosto, foram registrados em 2016 mais de 53 mil focos de queimadas e incêndios florestais no Brasil. O número representa um aumento de 65% em relação a 2015. E agora em 2017, a tendência é este problema continuar crescente, tanto por falta duma gestão pública ambiental sustentável ou medidas de prevenção dos governos federal, estadual e municipal, como também por algumas circunstâncias do clima e da temperatura.
Segundo o coordenador de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais do Inpe, Alberto Setzer, estamos agora no início da temporada de queimadas, que atingirá o pico em setembro. "As queimadas serão controladas somente pelas chuvas de primavera , porque a depender das autoridades públicas e políticas, nada tem sido feito, apesar do alerta de cientistas e de ambientalistas em todas as regiões brasileiras, em especial agora, no centrosul, no sudeste e no sul", comenta por aqui no blog Folha Verde News o nosso editor de conteúdo, o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha. Todo ano o movimento ecológico alerta sobre  a necessidade duma fiscalização para evitar que a população coloque fogo na vegetação nesta época do ano ou de queimadas criminosas, por exemplo, por interesses imobiliários ou outros. Além das queimadas urbanas, a ação irresponsável de pessoas (e de autoridades responsáveis...), aliada ao tempo quente e seco, é uma das principais causas dos incêndios florestais.


Queimadas perigo para ambiente, saúde e estradas: deveria haver uma gestão governamental para esse problema
Desde março, o volume de chuvas vai escasseando em praticamente metade do Brasil, em parte por conta do El Niño, sua ação começou no outono do ano passado. O fenômeno está associado ao aquecimento das águas do Oceano Pacífico equatorial, alterando os ventos em boa parte do planeta e o regime de chuvas Houve uma diminuição deste fenômeno natural e oceânico agora em 2017 mas isso não muda muito a temporada de queimadas, incêndios, de doenças respiratórias e de filas nos postos de saúde pública.


Cientistas avisam que fenômeno El Niño será de fraca intensidade em 2017


Camila Maciel, repórter da Agência Brasil, nos informa que conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste ano, as chances de ocorrência do fenômeno El Niño diminuíram desde o último mês. Mesmo que haja confirmação do fenômeno, ele será de baixa intensidade. Este é o período que se caracteriza pela chegada de massas de ar frio, procedentes do sul do continente, que derrubam as temperaturas. Essa queda pode provocar formação de geadas no sul, sudeste e em Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e de planalto no sul do país, friagem em Rondônia, no Acre e sul do Amazonas.
Estradas e aeroportos devem sofrer impactos pela formação de nevoeiros e/ou névoa úmida nas regiões sul, sudeste e centroeste que reduzem a visibilidade no período da manhã. Com a redução das chuvas, diminui a umidade do ar, que favorece o aumento de queimadas e incêndios florestais, assim como a ocorrência de doenças respiratórias. Assim como o INPE o Inmet também faz o alerta. Confira na nossa seção de comentários aqui no blog da ecologia e da cidadania o que está previsto acontecer em cada uma das regiões brasileiras nos próximos 3 meses. 







Fontes: Agência Brasil
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terça-feira, 20 de junho de 2017

MEGAEMPRESAS DE GÁS DE XISTO TENTAM INVADIR REGIÃO OESTE QUE NA ECONOMIA É A MAIS CARENTE DE SÃO PAULO MAS TEM RECURSOS HÍDRICOS IMPORTANTES


O extremo oeste de São Paulo está na mira da indústria do fraturamento hidráulico (fracking) atividade que é muito poluente e proibida no exterior: a comunidade está sendo alertada por cientistas e ecologistas para evitar a extração que destrói o meio ambiente e assim impedirá um desenvolvimento de verdade na região hoje carecendo de investimentos como um plano B para escapar desta loucura que ameaça também a água dali que é no Aquífero Guarani a sua chance maior de futuro e nesse contexto gera problemas graves socioambientais e de Saúde Pública

 



Já é consenso entre cientistas e ecologistas que a extração de Gás de Xisto...

polui as águas subterrâneas: condenará os recursos hídricos do oeste paulista?


A grosso modo a gente poderia dizer que Gás de Xisto é a extração de petróleo sob o lençol subterrãneo das águas: as entidades especializadas na questão, respeitadas nacional e internacionalmente, estão alertando a população do extremo oeste paulista sobre o risco da extração do Gás de Xisto. Tanto a 350.org que atua no Brasil e na América Latina, como a Coesus (Coalização Não Fracking: Brasil pelo clima, água e vida), estão tentando mobilizar esta região, uma das áreas com menor desempenho econômico do estado de São Paulo, a expectativa é que toda a macrorregião de Presidente Prudente se mobilize para barrar a investida da indústria do Gás de Xisto, indústria transnacional, que foi proibida de atuar em regiões como a Califórnia (USA) e agora procura alternativas ali para a mineração deste tipo de gás (que por sinal o Brasil não precisa) a bem somente do interesse destes megaempresários, a dano das reservas regionais de água e das maiores chances dum desenvolvimento sustentável: "Só com o equilíbrio entre o interesse econômico e o ecológico é que o oeste paulista terá condição de superar seus limites e ter futuro, não entrando nesse faroeste que é a extração do Gás de Xisto. Onde ele é extraído, vira deserto", comentou por aqui no blog Folha Verde News o ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha que foi contatado pelo movimento científico e ecológico dos Estados Unidos, que conseguiu impedir lá esta atividade que só interessa às multinacionais de combustível fóssil. Hoje esta matéria é também destaque no site nacional de assuntos socioambientais EcoDebate.

O oeste paulista vive num sufoco danado no meio rural


A Região Administrativa de Presidente Prudente, no extremo oeste de São Paulo, é uma das regiões mais pobres do estado. Abrangendo 53 municípios, ela é considerada uma das últimas fronteiras do desenvolvimento paulista, com presença constante nos noticiários que tratam de conflitos por terras. Se aproveitando do já complexo contexto fundiário e levando a falsa promessa de prosperidade à população, a indústria do fraturamento hidráulico, que é conhecido como fracking, tem investido forte na região. Mobilizados, cientistas, juristas e ativistas climáticos estão organizando palestras para conscientizar as comunidades e orientar os legisladores municipais a barrar essa que é uma das práticas mais danosas à saúde humana, animal e do meio ambiente. Uma região que poderia desenvolver atividades sustentáveis, como a agroecologia, o ecoturismo, a hidrovia...


Últimas matas, monocultura, má distribuição de terras, poderia ser bem diferente


O município de Presidente Epitácio, segundo maior da região em termos populacionais, com quase 42 mil habitantes, sediou uma palestra sobre os riscos do fracking, técnica para extração de Gás de Xisto extremamente contaminante. Organizado pela prefeitura municipal, o debate contou com a participação da diretora da 350.org Brasil e América Latina e coordenadora da Coesus (Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida) Nicole Figueiredo de Oliveira; também do Procurador da República Luís Roberto Gomes; do professor especialista em Direito Ambiental pela PUC-SP e organizador do Fórum Nacional de Meio Ambiente e do Fórum de Direito Ambiental do Pontal do Paranapanema, Galileu Marinho; e de José Lira, advogado especializado em Direito Ambiental. “Realizamos esses fóruns de discussões para mostrar à população e principalmente às autoridades o que o fracking representa e os danos que causará à nossa região, a mais ameaçada no estado. Os municípios têm legitimidade para legislar sobre questões ambientais. É importantíssimo fazer leis que proíbam atividades relacionadas ao fracking para se evitar um desastre na região”, afirmou José Lira.


A extração desse gás é extremamente agressiva ou destruidora da natureza

Imagem de Satélite do oeste paulista rico em recursos hídricos e naturais


Ele destacou ainda a importância da participação da 350.org e Coesus no evento. “As empresas trazem para a população a ilusão do desenvolvimento. Mas nós sabemos que isso é uma falácia. O que fica para a cidade é o caos. Cientistas e ecologistas trazem a consciência sobre regiões que já caíram em desgraça depois da exploração pelo método do fracking do ponto de vista de produção, do imobiliário e do meio ambiente. Falar sobre a experiência do Paraná e da Argentina, que já estão muito mais avançados nessa questão do que o estado de São Paulo, será muito construtivo e importante”, declarou. Diretora da 350.org, Nicole frisou que o empoderamento das populações e a mobilização popular têm um papel crucial na luta contra o fracking. “Com a experiência em outra regiões vimos que não adianta ficar esperando que as ações venham de cima. Temos que nos organizar localmente e fazer o que o governo federal não faz por nós. Os municípios têm poder para decidir sobre o que querem em seu território, e devem fazer valer a vontade de suas comunidades, resguardando a saúde do planeta e a vida dessas populações". Segundo o procurador Luís Roberto Gomes, é fundamental o trabalho de conscientização antes que essa atividade tome conta da região. "O fraturamento hidráulico para a produção de gás de folhelho de formações rochosas profundas impacta fortemente o ambiente, especialmente os recursos hídricos, o ar, o solo, a biodiversidade e as paisagens, além de acarretar danos incomensuráveis à saúde pública". Ele explicou que se trata de atividade que encontra óbice no princípio da precaução, sendo importante que os municípios se manifestem por leis locais, proibindo atividades superficiais relacionadas ao fracking, em razão dos danos que essa atividade econômica, que não é sustentável, trará à toda população.
Há muitas atividades sustentáveis que podem ser muito melhor alternativa


Mais de 200 cidades do Paraná já desenvolveram uma legislação municipal que controla e impede o fraturamento hidráulico para a retirada do subterrâneo do Gás de Xisto: esta lei precisa ser debatida e inserida nas cidades do oeste de São Paulo, como um instrumento de defesa das águas subterrâneas, das reservas do Aquífero Guarani e da própria vida desta região que tem como maior potencial os seus recursos naturais e hídricos. Acontece que as rochas contendo xisto estão a mais ou menos 4 mil metros de profundidade, bem abaixo de todos os aquíferos, com destaque para os 1.800 metros do Aquífero Guarani, o mais profundo, que é considerado uma das maiores reservas de água  da América do Sul e da humanidade. A extração desse gás contamina as águas, polui e aumenta também o desafio da Saúde Pública pelo maior índice de doenças na população. Confira a seguir na seção de comentários desse blog outros detalhes e informações da maior importância.


Fontes: 350.org
             Coesus
             www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com

segunda-feira, 19 de junho de 2017

UMA NOVA PESQUISA PARA SE CRIAR OUTRA ALTERNATIVA DE COMBUSTÍVEL LIMPO A PARTIR DA PRÓPRIA POLUIÇÃO DO CO2 USANDO AS ENERGIAS DA ÁGUA E DO SOL




Cientistas tentam transformar CO2 em combustível ou poluição em energia limpa


Novo componente químico poderá tornar a separação do dióxido de carbono barata e eficiente, abrindo caminho para uma nova opção de substituir os combustíveis fósseis: no futuro, este método poderá gerar combustíveis de forma barata e limpa, revertendo a produção de gases que contribuem para o efeito estufa, a poluição, problemas de saúde humana e desequilíbrio do clima e do meio ambiente. Esta mágica será possível na realidade? É o debate de hoje aqui no blog da ecologia e da cidadania, confira a seguir.





A pesquisa usa CO2 mas também as energias da água e do sol


Um desejo antigo dos cientistas é criar um método simples e barato de capturar o gás carbônico da atmosfera e transformá-lo em combustível, imitando a fotossíntese das plantas. Essa seria a saída mágica para grande parte dos problemas ambientais, já que faria do poluente, uma solução. Os pesquisadores já sabem como fazer para decompor o dióxido de carbono (CO2) em monóxido de carbono (CO), que pode ser combinado a hidrogênio para produzir combustíveis como gasolina ou querosene. Contudo, essa decomposição ainda é cara, longa e requer catalisadores, substâncias que fazem as reações ocorrer com maior velocidade, fazendo com que o processo gaste mais energia do que produza. Contudo, um artigo publicado na revista científica Nature Energy nestes dias  pretende resolver esse problema. Pesquisadores da École Polytechnique Féderale de Lausanne (EPFL) na Suíça, criaram um novo catalisador que pretende ser a fundação do primeiro sistema barato e eficiente para separar o CO2 em CO. O componente é formado por óxidos de estanho e cobre, materiais abundantes no planeta, e faz com que, usando Água e a luz do Sol, a conversão de dióxido de carbono para monóxido de carbono tenha uma eficiência de 14% — um recorde. Segundo os cientistas, é o primeiro passo para a produção de combustível, de forma barata e limpa, revertendo a produção de gases que contribuem para o efeito estufa. “Essa é a primeira vez que um catalisador de baixo custo é demonstrado”, afirmou Marcel Schreier, pesquisador da EPFL e um dos autores do estudo, em comunicado. “Poucos catalisadores – exceto os mais caros, como os de ouro ou prata – podem transformar CO2 em CO na água, o que é crucial para aplicações industriais". 


Não só na Suíça cientistas têm estudado como atenuar efeitos do CO2

 

Transformação de COem combustível?

   

O processo que envolve a reação é conhecida como eletrólise – ou seja, a decomposição de um composto, no caso o CO2, por meio da passagem de corrente elétrica na presença de água. O grande problema é que os catalisadores conhecidos até então ou são caros ou decompõem mais moléculas de água que de gás carbônico. Os pesquisadores suíços descobriram que a adição de estanho a catalisadores comuns de cobre fazia com que a quebra do dióxido de carbono tivesse alta eficiência, ou seja, transformava uma parte considerável do composto em monóxido de carbono. Além disso, decidiram usar a energia vinda de painéis solares, para verificar se a reação poderia ser feita com baixo impacto ambiental. Funcionou. “Esse trabalho estabelece uma nova referência para a redução de CO2 com a utilização de energia solar”, afirmou o químico Jingshan Luo, da EPFL. Confira mais detalhes na nossa seção e comentários aqui no blog, debatendo esta situação. 



Esta importante pesquisa da EPFL ainda não está no mapa das energias já disponíveis atualmente, poderá vir a revolucionar o setor


Fontes: www.veja.abril.com.br
             www.folhaverdenews.com 

domingo, 18 de junho de 2017

UM OUTRO PROBLEMA AMBIENTAL FICANDO CRÔNICO ENCHENTES NA AMAZÔNIA ASSIM COMO SE REPETEM SECAS NO NORDESTE

Enchentes em toda macrorregião do Amazonas deixam 39 municípios em situação de emergência: quase 100 mil famílias enfrentam sufoco nestes dias agora

 
Michelle Moreira, repórter da Rádio Nacional da Amazônia, nos informou sobre o sufoco de trinta e nove municípios amazonenses que estão em situação de emergência por causa das enchentes que atingem o estado. A informação foi confirmada pela Defesa Civil estadual. As últimas cidades a entrar na lista de emergência foram Codajás e Uarini – na calha do Solimões, Barreirinha – no Baixo Amazonas, e Autazes – na calha do Médio Amazonas. Começa a cada ano virar crônico o problema ou drama das enchentes na Amazônia (como também no sul do país). "Isso e mais as secas que se repetem no nordeste indicam a urgência duma gestão ambiental sustentável por parte dos governos federal, estadual e municipal em cada microrregião", comenta por aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News nosso editor de conteúdo Antônio de Pádua Silva Padinha: "A gente tem que levar em conta também que muitas cidades da Amazônia têm uma estrutura muita precária para a população, colocando em risco em qualquer situação a qualidade de vida dos amazonenses".  


Há também a questão da precariedade das cidades amazonenses
 
Municípios em situação de emergência no Amazonas chegam a 39 - Foto Defesa Civil/AM
Mais de 64 mil famílias estão sendo afetadas pela situação

 
 E enquanto isso, secas assolam o Nordeste
  
Rádio Nacional da Amazônia, nos informa hoje também que mais de 64 mil famílias estão sendo afetadas diretamente pelas fortes chuvas no estado. 120 cidades sofreram com deslizamentos de terra como são o caso de Manacapuru e Tefé. Sete municípios no estado estão em situação de alerta. São eles Urucará, Maués, São Sebastião do Uatumã, Jutaí, Silves, Itapiranga e Manaus. Novo Airão e Borba estão em estado de alerta para enchentes. Mil e quatrocentas toneladas de alimentos já estão sendo destinadas para as famílias. Desse total, 500 toneladas já foram entregues a 13 municípios. Mais seis entregas estão em andamento e o próximo atendimento vai contemplar 16 cidades, incluindo as últimas quatro que entraram agora mais recentemente em situação de emergência. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão para os próximos dias no Amazonas é de tempo nublado com pancadas de chuva isoladas.



Fontes: Rádio Nacional da Amazônia
             Agência Brasil
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sábado, 17 de junho de 2017

EVENTO E MOVIMENTO CAMPUS PARTY CHEGA À BRASÍLIA COM SUCESSO E MOBILIZA 50 MIL PESSOAS DE TODAS IDADES POR DIA NA CIDADE DO FUTURO

Na capital federal além do mais a Campus Future está rolando com projetos de inovação ou alta tecnologia e o programa Startup & Makers sendo também uma opção de lazer mostra também que em Brasília não acontecem apenas "coisas ruins"

   
       
Garotada deitou e rolou com cenários e equipamentos futuristas  
 
 
Nerds camparam à beira do futuro no planalto central do Brasil
 
 

    
Alessandra Nodzeleski, que fez uma reportagem especial neste tema para o jornal e site Correio Braziliense, nos informou ao vivo desde o Centro de Convenções Ulysses Guimarães que os brasilienses tanto no feriado de Corpus Christi, como ontem e hoje estão prestigiando a Campus Party, maior evento de tecnologia do planeta que tem feito sucesso em todo o país, ela se se transformou num movimento importante para a criação do futuro sustentável, aqui no Brasil, onde já rolou em São Paulo, no Rio, em BH e agora no DF. Pela primeira vez em Brasília, a feira tecnológica trouxe novidades do universo nerd e uniu leigos e experientes na área, pesquisadores, crianças e jovens em busca de mais informações e também de lazer. Por estes dias, Brasília, capital do mundo hight tech.


 
Famílias inteiras curtiram as trações do evento de inovação tecnológica
 
 
Para ilustrar o clima de participação de vários setores da comunidade, a professora Mônica Barbosa por exemplo levou toda a família para apreciar as novidades hight tech. Os filhos, Pedro, 11 anos, e Maria Clara, 9, são apaixonados por tudo da era da informática. Ambos já haviam acompanhado tudo do gênero em diversos canais do YouTube. E agopra ali ao vivo. Os dois garotos assistiram e vibraram o campeonato de rockey de robôs na Campus. Inspirado, Pedro já sabe o que vai fazer quando crescer: "quero criar um robô que ajude a operar pessoas", disse o futuro médico.  O rockey de robôs foi a principal atração na área externa e pública da feira e as partidas rolam de meia em meia hora.
 

 

Futuros cientistas do Brasil chegaram de todos os lados em Brasílai



 

Evento da nova geração digital movimentou mentes e coração de todas as idades



 
 
 
  
Mateus Santos, 20 anos, participou nesta quinta de uma equipe que, até a última atualização desta reportagem, estava invicta no campeonato. "Desde 2014, comecei a participar de competições pelo Brasil e até nos Estados Unidos. Nós priorizamos a criação dos robôs do zero. O objetivo também é aprender mais e trazer o conhecimento para fora da sala de aula", conta o estudante de engenharia de controle automação da Universidade Federal de Lavras (MG). Do lado de fora do evento, na área gratuita, além das partidas de rockey, visitantes também têm podido  acompanhar competições de drones, brincar em simuladores, novas invenções de estudantes e se deliciar na praça de alimentação, recheada de foodtrucks. Enfim, um mundo à parte. Não tem nada a ver com a Esplanada dos Ministérios e os fantasmas da política hoje em dia. Capital federal? Não, capital do futurismo.

 
Informação e lazer que estimulam a criação do futuro sustentável
 


Evento/movimento estimula a criação do futuro sustentável


Fontes: www.correiobrazilkiense.com.br
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

ANTES DO FINAL DO ANO SERÃO FEITAS NOVAS MEDIÇÕES SOBRE O ROMBO DA CAMADA DE OZÔNIO PELA AGÊNCIA METEOROLÓGICA DO JAPÃO

O buraco na camada de ozônio na Antártida voltará a crescer mais ainda agora?



  
Medições do rombo na camada protetora vêm sendo feitas desde 1979


Segundo informa a Nasa, atualmente o buraco da camada de ozônio já é do tamanho da América do Norte inteira. Na Antártida, alcançou o dobro do tamanho deste continente, o que foi o seu quarto maior nível na história, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Para estes pesquisadores japoneses, o buraco, que aparece todos os anos entre agosto e dezembro devido ao efeito dos clorofluorocarbonos (CFC) e de outros gases nocivos, chegou a 27,8 milhões de metros quadrados em 9 de outubro de 2016. Agora, há a expectativa dos números desta medição em 2017. Segundo noticia a agência EFE, os dados, obtidos por satélites americanos, mostram que o buraco há um ano já tinha então alcançado o mesmo tamanho do registrado em 1998, quando foi um recorde. As medições tiveram início em 1979, como uma forma de alertar a humanidade e de se buscar solução que seja sustentável para este problema ambiental típico da sociedade industrial e de consumo.                    
Matérias com esta pauta têm sido feitas no site da revista Veja, da Abril, revelando que de acordo com a Agência Meteorológica do Japão (JMA), o buraco tem crescido ano a ano ao invés de ser contido, apesar das medições dos cientistas e do alerta dos ecologistas. Para os especialistas que vêm pesquisando o problema, o buraco de ozônio tem crescido por causa também das baixas temperaturas na estratosfera sobre a Antártida. Isso agrava e ajuda a impedir que se diminua o rombo na camada de ozônio.
 

As mudanças do clima também influem na destruição da camada de ozônio
 
 
A atmosfera, o ser humano, as espécies marinhas e toda vida precisam de proteção
  
Um estudo elaborado no ano passado por 300 cientistas e já aprovado pela Organização Mundial da Meteorologia (OMM) e pela ONU, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), concluiu que nos próximos anos pode diminuir a destruição da camada de ozônio e que este escudo natural da Terra (capaz de bloquear os raios ultravioleta) pode se recuperar ao longo deste século 21. Porém, isso só será possível se as restrições aos produtos que destroem a camada, como aqueles já conhecidos por conterem clorofluorocarbonos, continuarem a ser aplicadas, cada vez mais intensamente.

Vem sendo estudada também relação da camada com mudanças do clima...
...e desequilíbrios do meio ambiente que possam afetar a camada de ozônio
 
O japonês Atsuya Kinoshita, do escritório de acompanhamento da camada de ozônio da agência japonesa, advertiu que, apesar da presença de gases nocivos pode diminuir nos próximos anos e décadas, as mudanças de temperatura, os problemas do clima e do ambiente por outro lado ampliam o potencial do rombo, danificando a camada de ozônio em níveis que ainda não foram atingidos no planeta.  A emissora pública NHK que divulgou este alerta dos pesquisadores, também está na expectativa de novas medições que estão para serem feitas ainda em 2017.


Todos os problemas socioambientais do planeta são correlacionados
  Fontes: EFE
              www.veja.abril.com.br
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

GISELE BUNDCHEN SE MANIFESTA PELA AMAZÔNIA NAS REDES SOCIAIS FALANDO EM NOME DA MÃE NATUREZA E DA POPULAÇÃO DO BRASIL

Gisele Bündchen pede para Michel Temer vetar a redução da proteção florestal na Amazônia e a sua postagem em rede social já repercute internacionalmente

 

Gisele Bündchen mais uma vez sai em defesa da ecologia

A floresta da Jamanxim pode ser foco de mineração de empresas canadenses


Repercute nas redes sociais, tanto nos Estados Unidos ou em outros países, como especialmente por aqui no Brasil, o post de Gisele Bündchen que fez um apelo para o presidente Michel Temer, em seu Twitter, nos States antes de viajar ao Brasil, onde desembarcou em Guarulhos, reafirmando a sua manifestação ecológica. Depois de roubar a cena no MET Gala, a megamodelo pediu que o político brasileiro vete a medida provisória que reduz a proteção de 597 mil hectares de áreas protegidas da Amazônia. "É nosso trabalho proteger nossa Mãe Terra. Michel Temer, diga NÃO para reduzir a proteção na Amazônia!", escreveu Gisele, que adicionou no Twitter o link de um abaixoassinado da entidade ambientalista WWF na postagem. No dia anterior, a esposa de Tom Brady havia feito outro tuíte sobre o assunto: "Michel Temer, vete as propostas que ameaçam 600k de hectares de área protegida na Amazônia brasileira". Mais de mil internautas imediatamente se manifestaram em apoio ao pedido da também ecologista Gisele Bündchen, que tem procurado usar o seu prestígio na mídia internacional para falar em nome da mãe natureza (como ela mesmo definiu) e da população do Brasil. "Nossa população não tem voz nem vez ainda mais em questões socioambientais num país hoje dominado pelo lobby ruralista, a quem interessa o desenvolvimentismo, o desenvolvimento a qualquer preço, e os seus megainteresses de lucro, pouco se importam com a ecologia brasileira", comentou por aqui no blog Folha Verde News o nosso editor de conteúdo, Antônio de Pádua Silva Padinha, apoiando esta importante manifestação de cidadania Gisele Bündchen: "Não é a primeira vez que Gisele Bündchen demonstra claramente a sua posição em defesa da Amazônia e  também do desenvolvimento sustentável brasileiro, que possa vir a equilibrar a proteção da ecologia com as necessidades da economia", argumentou ainda por aqui o ecologista Padinha. 


Aqui, Gisele Bündchen desembarcando no Aeroporto de Garulhos em SP


WWF critica aqui e em todo planeta a questão ambiental brasileira
 

Os textos da megamodelo, com versões em inglês e português, remetem ao site da  WWF Brasil, em campanha pelo veto integral das medidas provisórias 756 e 758 que reduzem a proteção de 597 mil hectares de áreas na Amazônia. Sem alterações, elas foram ratificadas pelo Senado no dia 23 e agora seguem para sanção ou veto do presidente Michel Temer. Uma manifestção ,muito oportuna e de valor para a defesa da ecologia brasileira. A área de conservação mais afetada é a Floresta Nacional do Jamanxim, na região de Novo Progresso (PA), que pode perder 486 mil hectares (37% do total). A mudança prevê que essa área seja transformada em Apa, algo que permite pecuária e mineração. No dia mundial do meio ambiente, 5 de junho, o ministro do setor Zequinha Sarney, afirmou com todas as letras que Michel Temer deverá vetar as medidas provisórias que reduzem áreas de preservação no Pará. Segundo ele, o peemedebista "se mostrou sensível" ao apelo diante de modificações realizadas nas propostas durante tramitação no Congresso Nacional. "Eu acredito firmemente que, no momento adequado, ele vai estabelecer vetos", disse o ministro. Zequinha Sarney à Folha de São Paulo. Todos os que vão à luta pela sustentabilidade, pela Amazônia e pelo futuro da nação e da vida esperam que sim. Foi nesse contexto que Gisele Bündchen se manifestou, sensível às causas socioambientais.

 
Ainda nos States Gisele Bündchen se manifestou pela Amazônia ameaçada por menos proteção agora pelas mps 756 e 758

Arte e mapa do problema feito pela Folha de SP


Confira algumas das reações ao post de
Gisele Bündchen

Gisele BündchenConta verificada @giseleofficial 12 de jun


 
Fontes: www.msm.com
             Folha de São Paulo
             www.folhaverdenews.com 
 
 

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