terça-feira, 24 de maio de 2011

MORRE INTELECTUAL DE FRANCA QUE ATUAVA NOS STATES E NO RIO

Abdias do Nascimento: ator, escritor de livros sobre cultura negra e professor nos Estados Unidos

RIO - O ativista ligado à causa negra, Abdias do Nascimento, morreu ontem à noite. Adbias tinha 98 anos e estava internado no Hospital dos Servidores, no Centro do Rio. Ele sofria de diabetes e já estava no hospital há mais de dois meses. Nascido em Franca (SP) nuca recebeu nenhum reconhecimento pelo seu trabalho cultural em sua terra, no Brasil foi mais respeitado no Rio de Janeiro e em Brasília, pelos seus livros, artes, encenações teatrais e também atuação política, ele que ajudou Leonel Brizola a fundar o PDT e foi Senador
e Deputado Federal, marcando sua passagem como legislador pela preocu~pação com os afrodescendentes e as culturas nativas da Àfrica e do Brasil.
Nos Estados Unidos fez sucesso como sociólogo na Universidade de Búfalo ao norte de Nova Iorque. Abdias criou, em 1944, o Teatro Experimental do Negro. O político - foi deputado federal e senador -, poeta, escultor, ator e escritor, deixa três filhos.Ele foi professor benemérito da Universidade do Estado de Nova York e doutor "Honoris Causa" pelo Estado do Rio de Janeiro e pela Universidade de Brasília.Como escritor, foi autor de vários livros, como "Sortilégio", "Dramas para negros e prólogo para brancos", "O negro revoltado", "Orixás".Em Franca, apenas agora com sua morte, muitos ficam sabendo que ele existiu. Um pioneiro do movimento da inclusão social e da cidadania. Abdias era ao mesmo tempo socialista e espiritualista. Político e artista. Mais um brasileiro mais conhecido no exterior do que aqui.  (Padinha)

Um guerreiro pela causa dos negros, apaixonado pela cultura africana

Fontes: Yahoo
              http://folhaverdenews.blogspot.com/

Um comentário:

  1. Nosso editor de conteúdo Padinha, quando em São Paulo entrevistou Abdias do Nascimento para a TV Cultura e rádio Bandeirantes, também organizou uma palestra dele em São Paulo para artistas de origem afrobrasileira no Teatro Brigadeiro. Em Franca, ele teve contatos com o escritor e professor Luiz Cruz, um dos poucos que procuraram divulgar os seus livros e trabalhos culturais por aqui.

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