domingo, 26 de junho de 2011

A MÍDIA JÁ FALA NA SAÍDA DE MARINA MAS AINDA HÁ ESPERANÇA

Uma Primavera Verde ao invés de um caos do PV?



Não é o caso de dizer que a esperança é a última que morre, porém, reafirmar que ela é verde Muitos com quem tenho tido contato nestes dias também pensam assim. Eu pessoalmente ainda acredito que todos os Verdes deveríamos agora nos unir em torno da realização de um Plebiscito sobre a estrutura do PV e para agilizar, talvez simultâneo a um encontro nacional público e aberto a todos de quaisquer tendências e opiniões: ainda dá tempo ded evitarmo a loucura de um caos. Neste encontro, poderíamos chegar a um consenso sobre o rumo de todos nós, isso teria a legitimidade e a força de uma Convenção Nacional. A Fundação Verde Herbert Daniel, por exemplo (ou uma entidade neutra tipo a OAB), poderia promover este encontro, isso pode mobilizar filiados e lideranças de todas as regiões do Brasil, um dia de decisão em São Paulo, no Rio ou em BH, onde der, é só marcar o dia, a hora e o local que os Verdes de verdade estarão lá. Algo assim interromperá o vácuo do Partido Verde neste momento decisivo da Nação com vários desafios socioambientais urgentes (Código Florestal, Belo Monte e outras megausinas, Energia Eólica e Solar, o problema cada vez mais grave dos alimentos transgênicos, Reforma Política, diminuição da violência no dia a dia do país). E mais uma pergunta: a quem interessa esta crise do PV senão aos que lutam contra a ecologia ou a favor da velha política cartorial que trava o Desenvolvimeto Sustentável brasileiro? A esperança está no silêncio de Marina e no que resta desta cor no Partido Verde. (Padinha)
 
Entre a tristeza e/ou o stress...

...muitos ainda esperam um recomeço...

...em vez do caos do PV um refortalecimento de nossas lutas
 
Daiene Cardoso, repórter do jornal O Estado de São Paulo, já dá como certa a saída de Marina Silva do PV, embora ela pessoalmente não tenha falado isso, como observou o ecologista Padinha. Adversários e assessores falam nisso, a mídia reproduz, mas há ainda os que acreditam que esta possibilidade de sair seja uma tática para mover o Partido Verde para  um avanço ao futuro da política, mas próxima da cidadania e mais longe dos poderes cartoriais. Terça-feira será a data em São Paulo da decisão deste impasse, 28 de junho, Dia D. Confira a matéria do Estadão a seguir, para esta matéria não sei que título dar):

(Tristeza, fim de ciclo, recomeço, dissidência, transição,apocalípse, loucura de um caos?)...

Dois anos após trocar o PT pelo PV, a ex-senadora Marina Silva deve anunciar na próxima terça-feira, 28, sua saída do Partido Verde. Desgastada pelas divergências com a executiva nacional do PV, ex-presidenciável deve formalizar sua decisão em São Paulo, após reunião com o Movimento Marina Silva, grupo apartidário que atuou na campanha presidencial da ex-senadora no ano passado.
Marina deve falar em nome de um grupo de aliados, entre eles o ex-presidente do diretório estadual do PV-SP, Maurício Brusadin, o ex-coordenador da campanha presidencial do PV, João Paulo Capobianco, o ex-candidato ao Senado por São Paulo, Ricardo Young, e o empresário Guilherme Leal, que foi seu vice na chapa presidencial. Os aliados da ex-senadora devem retomar o Movimento Brasil Sustentável, de onde pretendem fazer a articulação política para 2014. O objetivo não é fundar um partido para disputar as eleições em 2012 - uma vez que não há tempo hábil para disputar a eleição municipal do próximo ano -, mas fazer com que o Movimento tenha potencial para se tornar um novo partido.
Segundo aliados próximos, Marina e seu grupo tomaram a decisão nesta semana, antes de sua viagem para a Espanha, onde proferiu palestra. Nos últimos dias, a ex-senadora tem feito reuniões com seus colaboradores e pretende se reunir com todos os segmentos sociais que apoiaram sua campanha para explicar sua saída do PV. "Queremos que as pessoas entendam. Isso tem que ficar claro para todos", justificou Brusadin.
O grupo de Marina Silva tem batido de frente com o grupo do presidente da legenda, o deputado federal José Luiz Penna (SP), sobre a realização de mudanças internas, entre elas a democratização dos diretórios do PV. "Eu já estou convencido que no PV não dá mais", desabafou Brusadin, ao lado de Luciano Zica.. "Eu já tomei minha decisão. Espero sair junto com ela", afirmou. De acordo com Zica e Brusadin, as conversas dos últimos dias com os apoiadores têm sido fundamentais para a ex-senadora avaliar a dimensão política da sua decisão. "Essa semana ela completa o ciclo", avisou Maurício Brusadin.

Fontes: www.estadao.com.br
              http://folhaverdenews.blogspot.com

3 comentários:

  1. Dez vez em quando me dá vontade de abandonar a política. Mas, vamos à luta. Plebiscito já e um encontro nacional para avançar também com Marina, claro, o PV a ponto de ele vir a ser o instrumento político para avançar a Nação.

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  2. Há grandes interesses, muito grandes, megainteresses em desestabilizar o PV e neutralizar a força de Marina Silva, isso porque isso é uma forma de fragilizar a luta pela ecologia e pelo Desenvolvimento Sustentável, ainda mais agora neste momento nacionalo (Código Florestal, Belo Monte, Reforma Política, Violência de todas as formas, transgênicos invandindo agricultura, etc. etc. etc.)

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  3. Caro Padinha,

    estou com você nesta esperança. Creio que a sua proposta de plebiscito é excelente.

    Mas tenho a sensação de que perdemos muitas oportunidades de utilizar a onda verde que surgiu. Agora, que vem a ressaca, a luta é contra a correnteza...

    abraços

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