segunda-feira, 18 de julho de 2011

SELEÇÃO DO BRASIL UMA VERGONHA E JAPONESAS UMA GLÓRIA

Ao contrário dos marmanjos marketeiros do Brasil, japonesas mostram a força da arte da bola

O comentarista de TV e ex-jogador do Corinthians, da Seleção e do futebol italiano Walter Casagrande Júnior não mediu palavras em sua crítica ao desempenho da Seleção Brasileira, eliminada ainda nas quartas-de-final pelo Paraguai na Copa América de 2011: "Muito marketing e pouco futebol, esssa geração precisa rever seus conceitos e resgatr o futebol de verdade". Assim como os astros da Argentina, os endeusados jogadores brasileiros foram um vexame, a perda de 4 pênaltis foi o caos final desta tragicomédia. Em breve acontecerá a Copa Roca, disputa tradicional entre os selecionados do Brasil e da Argentina, as duas seleções só poderão usar atletas que atualmente atuam no próprio país, não poderão ser convocados aqueles que estão jogando na Europa e em outros países. Mano Menezes, que também se deixou encantar pela serpente e pela ilusão de falsos craques criados pela mídia agora na Copa América, já deveria ter feito isso: se não perder o comando da CBF, para estes dois jogos proximamente diante dos argentinos, deveria convocar somente jogadores que estgão brilhando no Brasileirão de 2011, uma seleção realmente dos melhores e não os que são impostos pela fama e pela grana do futebol S/A, um dos maiores negócios da atualidade no país e no planeta. Mas dentro de campo nem sempre isso dá certo. Mais uma vez se provou isso agora.
Até a Venezuela mostrou ao Brasil como é o fuetbol de verdade...

Casão falou e disse: futebol não é só marketing e firula

Garra e jogo coletivo fizeram a consagração do Japão no Mundial Feminino da Alemanha 2011

A "geração Fukushima" mostrou futebol de verdade

Nem com Marta o Brasil passou para a fase final, a França quase derrubou as endeusadas norteamericanas mas esta missão coube ao Japão: diante das baladas Hope Solo da vida, as japonesinhas Myama, Sawa, Sakaguchi, Kumagai e outras esforçadas atletas de verdade deram uma lição da arte do futebol que basicamente é um esporte coletivo. Com 50% menos de força física, com 1% da badalação do selecionado feminino bicampeão mundial dos Estados Unidos, mas com 100% mais de união, entrosamento de equipe, jogo coletivo e raça  - momentos de beleza no horrorshow da atualidade  -  pela primeira vez na história e contrariando os (falsos) deuses do futebol, a Geração Fukushima saiu atrás na finalíssima por duas vezes, conseguindo empatar no tempo normal e na prorrogação com as all stars dos States e venceram nos pênaltis, conquistando com toda justiça o título de campeãs do mundo. Isso resgata o futebol de verdade, de que falei acima no comentário sobre o fracasso do Brasil na Copa América, também, reanima o povo do Japão, arrasado após o caos nuclear de Fukushima, a vitória é um animo para este povo criar o futuro, no jogo da vida. (Padinha)

Fontes: www.gazetaesportiva.net
             http://folhaverdenews.blogspot.com

Um comentário:

  1. Nem a foto dos jogadores marketeiros do Brasil nem a imagem linda de Hope Solo, fizemnos questão de postar aqui neste blog quem jogou futebol de verdade, superando as suas limitações com garra e jogo coletivo, isto é, futebol de verdade. Com firula e soberba, os falsos craques do Brasil e as superstar dos Estados Unidos cairam no mesmo erro que ameaça destruir o esporte e tudo o que há de lindo na vida com o comercialismo em excesso da sociedade de consumo, que está por trás deste fracasso histórico, tanto no Mundial Feminino como na lamentável Copa América.

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