sábado, 20 de agosto de 2011

NÃO-VIOLÊNCIA TEM EXPERIÊNCIA ALTERNATIVA NO RIO

Enquanto na Índia ela avança, no Rio e no Brasil uma exceção que se chama inclusão

Moradora do Morro da Providência, Joyce Marques completou 15 anos em março, mas não conseguiu realizar o sonho de fazer uma festa de debutante. As economias do emprego de jovem aprendiz que conseguiu em um supermercado não bastaram para bancar uma comemoração para os amigos.

Joyce Marques provando vestido para baile de debutantes
Joyce Marques já havia até desistido de ter um baile de debutante

Joyce já estava resignada quando soube do baile que seria promovido pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do morro - parte da estratégia da polícia de se aproximar dos moradores e ganhar confiança da população. Ela e outras 15 jovens vão celebrar o rito de passagem em baile no Museu Histórico Nacional, no Centro, dançando a primeira valsa com policiais militares e civis.
A festa foi promovida pela UPP da Providência e pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, mas vai contar também com o apoio de empresas e grupos privados, cada um entrando com uma parte - entre bebidas, bufê, maquiagem e os aluguéis dos vestidos das meninas e de suas mães.
A festa será para 300 pessoas, das 8h às 2h, com show do grupo de pagode Coração Blindado. Cada debutante tem direito a dez convidados. Uma experiência que está sendo muito feliz e mostra o alcance de estratégias alternativas para driblar a violência da realidade.

Fontes: BBC
              http://folhaverdenews.blogspot.com

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