sexta-feira, 16 de setembro de 2011

UM AVANÇO SOCIAL E ECOLÓGICO DA RECICLAGEM

Cooperativas de cinco cidades do norte/nordeste paulista unem forças para avançar

Orlândia, Ribeirão Preto, Ituverava, Guará e Morro Agudo já assinaram um convênio, catadores e separadores cooperativados de outras cidades dessa macrorregião do interior também poderão entrar nesta rede de avanço da reciclagem e do desenvolvimento sustentável na chamada Alta Mogiana, que via um processo deste tipo pode agilizar a criação do futuro da vida por aqui. Juntos este cooperados destas cidades que participam do convênio, após cada qual coletar e separar o material recolhido, juntos poderão vender o resultado diretamente para empresas que processam lixo, o que agilizará a reciclagem e também aumentará o lucro de cada cooperativa em até 100%. Orlândia 90 toneladas, Ribeirão 120 toneladas, Morro Agudo 25 toneladas, Ituverava 50 toneladas, o recolhimento médio mensal de cada uma das cinco cooperativas pode chegar a 500 toneladas por mês, contando-se materiais diversos como papel, plástico branco, alumínio, papelão, vidro. O valor pago atualmente em cada cidade em média, para exemplificar, por quilo de papel com este novo esquema regional passará de 25 centavos para 55 centavos, também nesta proporção o aumento acontecerá com os outros materiais recicláveis. O esquema nasceu a partir de Orlândia, um projeto em parceria com o Banco do Brasil e a Coopertol: o gerente desta cooperativa acredita que o plano de negócio é sustentável, poderá ter o apoio do BNDES, disposto a liberar nesta fase de implantação pouco mais de 700 mil reais, para compra de caminhões, empilhadeiras, ampliação de barracões de coleta. Anderson Nassif diz que a maior parte desta verba será destinada a cursos de capacitação para os cooperados em todas as cidades que já aderiram ao convênio. Na avaliação da cooperativa Mãos Dadas, de Ribeirão Preto, com este novo esquema conjunto e regional vai-se deixar de perder, o que já acontece hoje, de 40 a 50% no valor do material reciclável nestas cidades. Hoje o único reciclado vendido direto para grande empresa é o vidro, para fábricas de Porto Ferreira. Isso poderá de agora em dianre ocorrer tamb´´em com outros materiais, como pepel, plástico branco, papelão e alumínio, dobrando o lucro dos cooperados na reciclagem por aqui. Já que as prefeituras não se mexem, estas cooperativas se movem para a criação de um esquema maior, mais amplo, mais ágil, o que tem um conteúdo social superimportante e um outro ecológico, avançando a sustentabilidade em toda a região, a bem do reequilíbrio do meio ambiente e portanto di futuro da vida. (Padinha)

Mais setores da população podem colher e separar recicláveis....

...aumentando o alcance ecológico e o ganho social da reciclagem

Várias famílias como estas poderão vivenciar o ecodesenvolvimento em suas vidas

Fontes: Coopertol
              folhaverdenews.blogspot.com

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