quarta-feira, 9 de maio de 2012

AUMENTAM AS CHANCES DE VETO AO CÓDIGO FLORESTAL

Greenpeace e também trabalhadores rurais pedem o veto presidencial ao código dos ruralistas

Ativistas do Greenpeace usaram até laser ontem à noite para projetar nas torres do Congresso Nacional mensagens pedindo o veto da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ao Código Florestal. Com letras verdes luminosas, os ativistas escreveram "Veto Dilma", referindo-se ao novo Código Florestal, de inspiração ruralista, além de outras mensagens ecológicas. Desta forma, os Greenpeacers pediram à Presidente Dilma Rousseff que freie diversos artigos da matéria, que em abril passado foi aprovada pela Câmara dos Deputados, apesar da rejeição de grupos socioambientalistas e de uma parte da sociedade, vários setores da população, como estudantes, cientistas e lideranças de cidadania. A Federação dos Trabalhdores Rurais de quatrro estados brasileiros também se manifestaram no mesmo sentido pelo veto presidencial à lei do uso da terra, que para os pespecialistas reprsenta um retrocesso ambiental.
Segundo várias organizações ambientalistas, as novas leis darão sinal verde ao aumento da degradação dos solos, especialmente na Amazônia, favorecendo ainda a extensão dos cultivos agrícolas em áreas até agora protegidas. Além disso, as normas contemplam uma ampla "anistia" ao desmatamento ilegal de fazendeiros que, durante as últimas décadas e contra as leis atuais, desmataram onde era proibido e mantêm nessas zonas uma intensa atividade agropecuária. A proposta aprovada está sendo analisada por Dilma Rousseff, pelo Ministério do Meio Ambiente e por assessores da Presidência da República, que contando hoje, têm 14 dias para vetar a legislação, podendo aprovar o projeto ou vetá-lo, seja em sua totalidade ou parcialmente. "Se o interesse nacional falar mais alto, o veto da Presidente Dilma avançará uma chance de desenvolvimento sustentável, para que haja um equilíbrio entre um aumento da economia rural e a defesa da última ecologia do Brasil", comentou por sua vez o ecologista Padinha, editor deste blog.


A Nação espera uma visão de futuro por parte da Presidente Dilma Rousseff...

...protegendo os recursos naturais..

...e a sustentabilidade na economia rural do Brasil

Fontes: EFE
             Yahoo
              http://folhaverdenews.blogspot.com/


5 comentários:

  1. Pelas últimas declarações da Ministra de Meio Ambiente, Isabella Teixeira, e de outros assessores direitos da Presidente Dilma, o veto parcial ouy total ao Código (des)Florestal está cada vez mais próximo de acontecer, a bem dos interesses da Nação.

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  2. Uma legislação retrógrada como o Código Florestal articulado e aprovado pela bancada ruralista na Câmara em abril não serve aos interesses nacionais: a proteção dos recursos naturais no uso da água e da terra favorecem também a qualidade e o aumento da produção rural.

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  3. Obter agora um consenso de variados setores da Nação e uma legislação contemporânea para a atividade agropecuária serão bases para a implantação de um Desenvolvimento Sustentável no país, algo que colocará o Brasil mais ainda em destaque e até na liderança mundial.

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  4. Este sentido político e estratégico do veto presidencial ao código ruralista com certeza repercutirá internacionalmente, mesmo porque, agora em junho acontecerá a Rio+20, reunindo no Brasil chefes de 135 nações para debater o desenvolvimento sustentável: e além das autoridades governamentais, estarão no Rio de Janeiro, num encontro paralelo ao da ONU, reunindo ecologistas, cientistas e lideranças de movimentos sociais e populares de todo o planeta, para estimular um avanço nesta conferência que pode ser um passo para a criação do futuro de muito valor.

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  5. O PCdoB (liderado por Aldo Rebelo) e alguns integrantes do Ministério de Dilma Rousseff defendem um veto apenas parcial ao Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados em abril: a Ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, a especialista no assunto entre os assessores da Presidente da República, porém, está defendendo o veto total ao texto da nova lei do uso da terra, criada sob influência da bancada ruralista. A decisão sobre o veto total ou parcial deverá ser feita até o próximo dia 25 de maio, prazo final para a decisão, que influirá também numa chance ou não de um desenvolvimento sustentável no campo, equiulibrando o aumento da economia rual com a proteção dos recursos naturais do país, nossa última ecologia.

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