domingo, 13 de maio de 2012

MÃE NATUREZA CARENTE DE AMOR NA REALIDADE DE HOJE

Nesta data pelo menos os ecologistas precisamos lembrar da nossa Mãe-Natureza

O Dia das Mães é uma festa de consumo, embora seja uma data que na verdade contém naturalmente muita emoção para todos, independentemente do comércio de presentes materiais, existe mesmo uma atmosfera mais limpa e emocionante nesta comemoração, até as pessoas mais violentas, mais brutais ou rudes vivenciam um sentimento de amor maternal, porém, muito pouca gente se dá conta de pelo menos pensar com amor na nossa Mãe-Natureza: diante deste fato, o blog Folha Verde News faz hoje este post especial, conclamando pelo menos os que têm consciência ou ação ecológica no dia a dia a divulgarem esta visão da Terra sob o ponto-de-vista de darmos prioridade à defesa dos recursos naturais na nossa forma de pensar e de viver, "para que consigamos uma economia mais ecológica ou uma estrutura de vida sustentável que nos faça mais felizes e torne possível a mudança da realidade atual e a criação do futuro", como resume o nosso editor Padinha. Ele selecionou duas mensagens para você, aqui neste webespaço, um resumo do texto de Clóvis Cavalcanti, do site Eco Debate, que discute como transformar o mundo real da atualidade para a implantação de uma economia ecológica. E também, de surpresa, mensagem de um... ET, sim, algo como um comunicado do portal espiritual ou estotérico de cultura voltada para o extraterrestre, Caminhos da Luz, que acaba servindo como uma lição do dia das Mães para todos nós.  

A mensagem de Clóvis Cavalcanti sobre a mudança da realidade

"Qual é o tamanho ótimo da escala econômica que a natureza pode admitir? A questão requer que se esteja falando de uma situação em que a economia seja vista como subsistema do ecossistema. É assim que a economia ecológica percebe a realidade e é nessa óptica que se configura o conceito de sustentabilidade ecológica. O impacto ambiental do crescimento sobre os recursos e sumidouros da natureza tem que ser contido dentro de limites. A noção usual de sustentabilidade, porém, dá a impressão de se ter convertido numa espécie de mantra da atualidade, sem maior compromisso. Mudanças no sistema econômico são inevitáveis como forma de adaptação às restrições que o processo econômico confronta. Cabe indagar o que é que se deseja sustentar e em que escala de tempo. À sociedade cumpre escolher a mudança a se fazer: uma escolha moral".

"Fazer as leis da economia se conformarem às leis biofísicas, não importando quão trivialmente verdadeiras sejam as últimas, não é tarefa trivial!”  (Herman Daly


Temos que nos lembrar com amor da nossa Mãe-Terra, Mãe-Natureza


Na cultura digital contemporânea cresce a  uma nova visão da realidade

Um olhar ecológico e cósmico da vida, da Terra e da mãe-natureza

Continua o artigo do Eco Debate..."É generalizada a noção de que se necessita de crescimento econômico acelerado para atendimento das necessidades básicas da população. A insistência sobre essa necessidade tem tomado corpo ainda maior com a crise econômica mundial deflagrada em 2008 – cujo início teria sido exatamente uma bolha de crescimento. Sobre a questão, por exemplo, a comedida e vetusta revista britânica The Economist, por sua coluna Bagehot (2011, p.62) comenta: “Sem crescimento, um bocado das reformas da coalizão [do governo da Grã-Bretanha] não funcionará. Isso seria trágico”. Porém, crescer como? Que ritmo de crescimento é suportável numa economia? E qual é o tamanho ótimo da escala macroeconômica diante da capacidade de suporte que a natureza apresenta? Bom, isso pressupõe que se esteja falando de uma situação em que a economia (atividade econômica) seja vista como subsistema do ecossistema. É nessa óptica – que a economia ecológica postula e que não faz parte da visão dominante dos economistas convencionais – que se configura o conceito de sustentabilidade ecológica. Aqui faz sentido falar no impacto ambiental irrecorrível do crescimento econômico sobre os recursos e os sumidouros da natureza. Ou, o que é a mesma coisa, refletir acerca da dimensão da pegada deixada sobre a natureza pelas atividades humanas à luz do potencial de uso que a última oferece. Tema paralelo à questão, trabalhado pela ecologia política, é a identificação de quem se apropriará dos benefícios do crescimento e de quem paga pela destruição dos recursos ambientais (Martínez Alier). Ao mesmo tempo, a noção de sustentabilidade dá a impressão de se ter convertido numa espécie de mantra da atualidade. É repetida quase à exaustão em todo tipo de discurso relacionado com desenvolvimento (e crescimento) econômico. Como assinala Leonardo Boff , “Hoje em dia é de bom tom falar de sustentabilidade”. Só que a sustentabilidade que se tem em mente vem sem compromisso claro quanto ao que representa na essência. Pior: é associada a um modelo de economia que tem como finalidade única se alcançarem propósitos de progresso material ilimitado, supondo – muitas vezes, por uma enorme simplificação do raciocínio (cf. Solow) – que eles não comprometem a base de recursos da natureza. É como se nada, nenhuma ação humana alterasse a realidade biofísica do ecossistema em que se encontra inserido o sistema econômico. Daí, a adesão universal ao discurso ou retórica do desenvolvimento sustentável (ninguém defende, é óbvio, um desenvolvimento insustentável). Porém, pondera Boff , “a sustentabilidade como substantivo exige uma mudança de relação com a natureza, a vida e a Terra. A primeira mudança começa com outra visão da realidade”. (Clóvis Cavalcanti).

E a seguir uma mensagem diferente, de um... ET
     A Mãe-Terra está bradando por Amor


Aqui, um trecho do texto do site Caminhos de Luz:..."Hoje com a permissão de vossos mentores e guias tomei a liberdade de me apresentar em vossos trabalhos, mesmo sabendo que alguns se surpreenderão com a minha presença. Sou aquele que participa ativamente junto aos elementos da natureza para a manutenção do equilíbrio desse amado orbe. Muito temos feito no sentido de despertarmos a sua raça para as necessidades prementes de vossos irmãos que se encontram mais abaixo na escala evolutiva, mas nem por isso são menos importantes; nem por isso as suas necessidades devem deixar de ser observadas e respeitadas. Quero dizer a todos que quiserem ouvir que a Mãe-Terra brada por amor. Toda a Natureza, todos os Espíritos da Natureza, aqueles a que chamais elementais, clamam por justiça em função de toda a dor que lhes foi causada pela ambição e egoísmo desmedidos de sua raça. Acreditem que só com muito esforço estamos conseguindo impedir que a Mãe Natureza demonstre toda a sua força, porque muitos de vocês seriam destruídos. Procurem quando em momento de recolhimento e oração emanar amor, muito amor, para a Grande Mãe que a todos recebe amorosamente há muito tempo; para todos os seres elementais da natureza que tanto fazem para a manutenção do equilíbrio do meio ambiente, necessário para a vida de vossa espécie, que se acha tão superior, mas é tão frágil. Sintam a força da Natureza vibrando nos seus corpos e através dessa força emanem amor, amor sem fronteira e sem preconceito, para toda a Criação do Pai que pulsa a vossa volta. Muita força e determinação no caminho, com as bênçãos da Mãe que pulsa em vosso sangue".

Fontes: http://www.ecodebate.com,br/
             http://www.caminhosdeluz.org/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

3 comentários:

  1. Nem precisamos ser um ET ou estar vendo de fora a realidade terrestre para descobrirmos a urgente necessidade, cada vez maior, de todos nós revaloirizarmos nossa Mãe-Natureza, a Mãe-Terra, na nossa vida. Esta é em resumo a mensagem do blog de ecologia e de cidadania Folha Verde News neste Dia das Mães.

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  2. Neste sentido de revalorizar a natureza e o planeta, na busca de um novo olhar do ser humano ou em procura de uma economia que seja também ecológica, para tornar possível o Desenvolvimento Sustentável ou viável o futuro da vida, a gente precisa mudar nossa cultura e nossa realidade atual.

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  3. Mudar a realidade e mudar a gente mesmo na atualidade para que seja real o ser humano e menos desumana a nossa forma de pensar e de viver hoje em dia: para amar a mãe-natureza, a Terra e a vida, temos que usar nossa inteligência e nossa sensibilidade para criar uma nova estrutura sustentável e ecológica na economia. Para isso, valem até as energias mais sutis e até poéticas e cósmicas para tornarmos real o mantra de uma nova realidade.

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