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TV Folha Verde News

Retrospectiva esportiva 2014 com Rodrigo Chiaverini e Antônio de Pádua Silva (Padinha)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

NOVA RELAÇÃO ENTRE HOMENS E BALEIAS

Relação entre os humanos e os cetáceos não é mais somente de violência atualmente

Esta é uma boa notícia, mas tantas formas de violência contra animais (e não só contra animais) violências de todos os tipos e em todas as instâncias ou setores da vida dos homens em todo o planeta contradizem este avanço, ao mesmo tempo em que parece estar crescendo uma nova visão ecológica e cósmica do relacionamento humano com outras espécies vivas. Porém, continua a crueldade também contra baleias e golfinhos, que têm mais neurônios que os seres humanos, em geral, indignos desta classificação. Esta crueldade simboliza a animalidade humana, na prática, temos sido os seres vivos mais violentos nos oceanos e em toda a Terra. Com este tema, reunimos aqui num mesmo post no blog da ecologia Folha Verde News quatro notícias de diferentes fontes, chegando agora, com fatos que mostram acontecimentos simultaneamente positivos e negativos na relação homens-cetáceos, os contrastes que formam a realidade de hoje que ecologistas, cientistas, religiosos e todos os que amam a vida e defendem o respeito a todos os seres vivos, estão buscando mudar. Quatro notícias desta batalha pela vida para estimular você para a criação do futuro. (Padinha)

Capitão de barco de turismo salva baleia no mar do Norte 


O capitão de um navio turístico pulou nas águas para libertar uma baleia Jubarte que ficou presa em cordas de pesca. Magnus Spence é o capitão de um barco que leva pessoas para observarem as baleias e os golfinhos nas ilhas no norte da Escócia. No final do passeio, eles encontraram a baleia de mais de 12 metros enroscada nas cordas que foram descartadas no mar: o ato de heroismo levou algumas crianças às lágrimas, a baleia nadou velozmente para longe, dando saltos com muita agilidade e aparentemente sem ferimentos. Magnus Spence tomou o cuidado de rapidamente vestir seu equipamento de mergulhador para a operação de salvamento.

Baleia Beluga resgata mergulhadora e a salva da morte na China


Yang Yun achou que fosse morrer quando suas pernas paralisaram devido à baixa temperatura durante uma competição de mergulho livre, sem nenhum equipamento para respiração. Os competidores tinham que ir até o fundo de uma piscina ártica de 6 m em um aquário e permanecer lá pelo maior tempo possível, entre as baleias Belugas. A competição ocorreu na China, província de Harbin. Mas quando Yun, 26, tentou voltar à superfície, ela descobriu que suas pernas estavam imóveis por causa de uma câimbra. Mila, uma baleia Beluga, percebeu as dificuldades de Yun e usou seu nariz sensível para guiar a moça de volta à superfície em segurança. “Mila notou o problema bem antes de nós,” explicou o organizador: “Nós vimos de repente a garota sendo empurrada para o topo da piscina com suas pernas na boca desta baleia, que mostrou ser um animal muito sensível e acho que esta moça deve a vida a um cetáceo, um exeplo estimulantre para a luta ecológica". Belugas foram a primeira espécie de baleia a interagir com o ser humano, e possuem músculos faciais que lhes permitem um movimento próximo ao que seria um sorriso.
Navios do Japão caçam baleias sob pretexto de pesquisa científica
Navios do Japão se dirigiram ao sul para caçar baleias na Antártida, sendo que estes caçadores de cetáceos ultimamente vem tendo que adotar várias medidas extra de segurança ou de subterfúgio com medo da reação de ecologistas japoneses e de outros países, contrários à prática. Os barcos partiram do sudoeste da costa japonesa com a finalidade de caçar baleias rorqual-comum (Balaenoptera physalus). Esse tipo de operação pesqueira é organizada todos os anos na região em nome da Investigação Científica, uma prática que faz ser tolerável a caça de baleias, mesmo com as autoridades governamentais e ambientais proíbindo toda a pesca com fins comerciais. No entanto, os fiscais nipônicos, em off, não escondem que os animais mortos são comercializados no país. Agora, como agravante, ativistas do Greenpeace estão acusando o governo japonês de usar fundos destinados à recuperação de áreas atingidas pelo terremotos, tsunamis e acidentes nucleares dos últimos meses e anos  para subsidiar o programa anual de caça às baleias.

Golfinhos são massacrados num ritual de passagem na Escócia

Recebemos por email fotos extremamente chocantes do massacre de golfinhos que acontece todo ano nas Ilhas Faroe e é considerado um costume  tradicional no país para marcar a passagem de jovens para a vida adulta, num ato de maturidade. Este ritual de massacre é ícone no sentido que ecologistas e pessoas de boa vontade consiguam mudar esta realidade de violência, já oficializada neste caso, na Escócia. Aliás, cada vez mais a violência de todas as formas, também contra animais, se torna rotina no dia a dia da realidade de todos os países atualmente.
 
                     Ao mesmo tempo  não-violência e futuro, violência e destruição da vida

Mergulhador salva baleia do tipo Jubarte no mar do norte da Escócia

Caçadores japoneses continuam a sacrificar baleias baleias Rorqual
 
Baleia das espécie Beluga salva de afogamento mergulhadora na China

Nosso blog se recusa a mostrar as cenas mais sangrentas da crueldade nas Ilhas Faroe
Fontes: http://www.uol.com.br/
             http://www.meumundosustentavel.com/
             http://www.greenpeace.com.br/
             http://www.yahoo.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/
 

3 comentários:

  1. Este contraste entre crueldade ou selvageria com atos de não-violência e amor entre diferentes espécies de vida dimensiona a realidade do momento presente, em que se busca mudar a realidade e criar o futuro da vida.

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  2. A equipe de nosso blog de ecologia, cidadania, esportes e atualidades pesquisou estas quatro notícias, entre outras que chegaram até aqui ou acessamos em sites de notícias, com a proposta de enfocar este contraste, fotografar esta transição de um ser humano animalesco para homens e mulheres que se aproximam dos cetáceos, dos animais e de outras pessoas com inteligência e sensibilidade.

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  3. A convivência ou o contraste entre os dois comportamentos fixa este instante da civilização que pode marcar uma mudança na realidade capaz por si só de garantir o futuro das espécies e da própria vida na Terra.

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