sábado, 19 de maio de 2012

A PERGUNTA DE 1 BILHÃO DE DÓLARES AINDA SEM RESPOSTA

O Facebook está no ápice mas já falam que ele será barrado por mais tecnologia e liberdade

Para alguns especialistas, a pergunta não é se o Facebook será substituído, mas quando isso irá acontecer, dentro do caminho de avanço da tecnologia, como está na informação transmitida pela Reuters, agência internacional de notícias nesta manhã, captada na íntegra pelo site brasileiro Terra e resumida aqui no Folha Verde News: "Além da questão da tecnologia, a gente tem que ver onde há ou haverá maiores chances de expressão ou mais liberdade de informação, isso que considero fundamental na Internet", comentou Antônio de Pádua, o repórter e ecologista Padinha, ao encaminhar para edição este blog de ecologia e de cidadania.
Com a entrada da oferta pública de ações (IPO na sigla em Inglês) do Facebook na Bolsa de Valores com cifras recordistas ainda na sexta-feira, surgem mais e mais especulações sobre até quando irá durar o império da atual maior rede social do mundo.De acordo com o site Mashable, também vem à tona a discussão sobre como a IPO pode impactar no futuro da empresa de Mark Zuckerberg. No início desta semana, um estudo da The Associated Press (AP) e da CNBC revelou que quase metade dos internautas nos Estados Unidos acreditam que o Facebook não passa de uma moda, e que futuramente será substituído por alguma concorrência. Mesmo que, segundo especialistas, ainda não exista no mercado nenhuma outra plataforma com verdadeiro potencial para assumir o "trono" hoje ocupado pelo Facebook. Talvez isso possa ser uma informação "plantada" por outros interessados na rede social ou concorrentes como a Apple ou o Google.
"A pergunta de um bilhão de dólares não é se o Facebook será desbancado, mas quando isso irá acontecer", diz Erik Qualman, autor do livro Socialnomics: How social media transforms the way we live and do business. "A maior vantagem competitiva deles hoje é terem atingido a marca de quase um bilhão de usuários no mundo inteiro e isso cria uma barreira para a entrada de concorrentes", observa Qualman. Se o Facebook fosse um país, ele seria o terceiro maior depois da China e da Índia. Mesmo que algumas plataformas como o Google Mais possuam alguns recursos sociais não disponíveis no Facebook - incluindo integração dinâmica de fotos (Picasa), video (YouTube), mobile (Android) e contatos (Google Contacts) - se os amigos e a família do usuário não usam o Google Mais, ele não é socialmente atraente.


O jovem empresário Mark Zuckerberg está vivenciando o ápice do sucesso com o Facebook

As garotas do grupo Femen e vários movimentos sociais e de cidadania de todo o planeta usam o Facebook
Os pontos mais fracos deste império de webcomunicação

"Os dois pontos mais fracos do Facebook são a atual estratégia em torno de buscas sociais e por dispositivos móveis", aponta Qualman. "O Facebook tem sido lendo no sentido de capturar uma fatia dos bilhões de dólares que que o Google capta através de buscas. O modelo de pesquisa como conhecemos já está pronto para ter uma ruptura, ainda que o Facebook esteja devagar no sentido investir no desenvolvimento de um mecanismo robusto de busca social", analisa o autor especializado Erik Qualman. Ele também acredita que o Facebook terá que incrementar sua estatégia mobile para continuar competitivo."O que pode causar uma queda potencial da empresa é uma inabilidade em entender como alavancar o lado mobile", diz o especialista. "Apple e Google são os principais concorrentes que poderiam se aproveitar dessa fraqueza. Ou então uma empresa que ainda nem nasceu - mas isto seria menos possível já que o Facebook pode arrematar a maioria de sua concorrência, como aconteceu com a recente compra do Instagram por Us$ 1 bilhão", opina. "Zuckerberg é um cara esperto, então ele ainda tem tempo de se adequar devidamente", finaliza Qualman. Scott Campbell, professor adjunto de estudos em Comunicação da Universidade de Muchigan, acredita que o alcance do Facebook continuará devido a sua adaptabilidade. Com o passar dos anos, a rede social se manteve relevante ao incorporar as últimas tendências, com adicionais como o chat, a Linha do Tempo e a integração com o aplicativo fotográfico Instagram."O Facebook está sempre evoluindo", diz Campbell. "Não serve mais somente para manter laços pessoais. Também pode ser usado de forma cívica e política, e tem evoluído no sentido de conectar as pessoas tanto em esferas privadas quanto públicas da vida social", destaca, ressltando que o Face pode e deve ser usado como uma ferramenta cultural e não somente para futilidades ou para imitar o destaque no cotidiano que as celebridades tem. "Não é segredo que suas configurações e políticas de privacidade tem mudado com o tempo e podem ser confusas para muitos usuários", acrescenta Campbell. "O uso indevido de dados pessoais é algo que poderia prejudicar as taxas de adoção, então Facebook deveria ser sensível sobre este aspecto se quiser evitar ser apenas uma moda passageira".
Entretanto,é quase unanimidade o sentimento de que o Facebook veio para ficar. De acordo com o Mashable os investidores estão divididos quanto ao valor de mercado do Facebook, acima da casa dos US$ 100 bilhões, a questão então seria o valor é este mesmo muito alto ou está superfaturado. "Estas perguntas e respostas só vão ser respondidas na prática e na sequência da vida da gente que se utiliza do Facebook por uma razão maior ou menor no dia a dia da nossa vida, hoje totalmente envolvida com a tecnologia e a liberdade, marcas da cultura digital de agora", conclui Padinha, editor do nosso webespaço Folha Verde News.
 
Fontes:  Reuters
              http://www.terra.com.br/
              http://folhaverdenews.blogspot.com/

6 comentários:

  1. São vários temas e assuntos que esta matéria, extraída de várias fontes de informação, levanta para nós que também usamos no dia a dia de nossa comunicação o Facebook, para a gente aqui deste blog uma ferramenta muito positiva para divulgar as nossas lutas pelo avanço da ecologia e da cidadania.

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  2. A maior parte da nossa equipe aqui concorda com o autor norteameticano, Erik Qualman, quando ele fala sobre a importância do Face, quando usado não só para simples correio ou desfile de vidas pessoais na rede, mas também para objetivos mais culturais. Na visão do nosso editor Padinha, o Facebook hoje é uma arma da liberdade da informação e portanto, da criação do nosso futuro.

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  3. Já podem ser percebidas entre internautas no próprio Face, também aqui no Brasil, algumas críticas e/ou sugestões para aperfeiçoar o sistema de webcomunicação, de toda forma, ninguém não percebe o valor e o alcance desta rede social, que ensaia a dimensão que um dia poderá acontecer na vida comum de todos via a cultura digital.

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  4. O jornalista Antônio Carlos Sabino nos manda de SP a seguinte informação, que ele extraiu do site Estadao:
    O vocalista do grupo irlandês U2, Bono, pode ter se tornado nesta sexta-feira o músico mais rico do mundo, por causa de um investimento feito em 2009 na rede social Facebook.

    Por meio da sua companhia de investimentos Elevation Partners - que tem interesses na indústria tecnológica, musical e da informação -, Bono investiu cerca de US$ 90 milhões para comprar 2,3% da rede fundada por Mark Zuckerberg, operação à época criticada e até ridicularizada por muitos analistas.

    Com a abertura de capital realizada nesta sexta, que avaliou o Facebook em mais de US$ 100 bilhões, a empresa do cantor passou a deter cerca de US$ 2,5 bilhões, dos quais Bono teria direito a US$ 1,5 bilhão. Segundo a revista Forbes, Bono é um dos 12 maiores acionistas da rede social.

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  5. Ficar feliz com o sucesso de Mark Zuckerberg ou de Bono (U2) nos faz sentir alegria tb, reconhecer e se alegrar com o êxito dos outros, prova que a gente pode ser também crescer, diz em resumo uma sabedoria milenar chinesa.

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  6. Crescer ñ só com o poder material mas com a força de mudar a realidade, este é o ponto de vista nessa questão. A liberdade de informação e a vida cult sob certos sentidos vale mais do que 1 bilhão de dólares, diz o nosso editor, um poeta e ecologista.

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