terça-feira, 26 de junho de 2012

VIOLÊNCIA DE VOLTA PÓS-RIO+20 EM TODO O PAÍS

Nossa equipe já se prepara para uma 2ª parte do documentário Não-Violência X Fim do Mundo

No site do Estadão nos chama a atenção hoje a seguinte notícia: "A violência já começou. Na entevista coletiva concedida por Anderson Silva foram aplicados contundentes golpes verbais em Chael Sonnen, adversário do brasileiro no UFC 148, em Las Vegas, no próximo dia 7. EWle prometeu que a luta será a mais violenta de todos os tempos". Por sua vez, também hoje no site especializado dihit.com.br, dezenas de ocorrências por todo o país, em especial no Rio de Janeiro, mostrando que a realidade voltou à sua rotina.
Irmão do ex-BBB Jonas é assassinado com nove tiros
Três são esfaqueados em briga por cachorro
Curitiba recebe CPI contra violência à mulher
Polícia de São Paulo prende cinco suspeitos de assassinar PMs
Um novo ataque a índias no Mato Grosso
Tragédia na cidade de Além Paraíba

Adolecente Foi Levado A Um Matagal E Executado
A Associação de Jornalismo Investigativo (Abraji) está preocupada com o aumento do número de jornalistas mortos no Brasil
Estas são apenas entre entre mais de 50 notícias vioilentas no dia de hoje, provando que nosso editor, Antônio de Pádua, o ecologista Padinha estava certo quando protestou pela retirada deste problema social e humano da pauta oficial da Rio+ 20, violência e saúde pública, incrivelmente ficaram de fora da agenda de debates em busca do desenvolvimento sustentável. E até na Cúpula dos Povos, dos movimentos sociais, evento pararelo, se omitiu a discussão sobre censura, riscos de vida e de morte de jornalistas, no Brasil e em todo o planeta. Pelo relatório que Pádua estava preparando, já havia mais de cem casos: "Como pode se buscar um equilíbrio na realidade entre economia e ecologia, sem considerar a questão da violêrncia, como também da saúde pública?", ele questiona. E por estas e outras, em busca de achar um caminho realmente sustentável, Padinha e sua equipe resolveram que em vez de ouvir as autoridades políticas dos 193 países presentes à Conferência Mundial da ONU, passariam a entrevistar pessoas comuns da população, bem como, cientistas, ecologistas, indégenas e poipulares de vários setores da sociedade civil.
No documentário, que colheu por exemplo depoimentos no Morro do Alemão, não se ficou limitado à Rio+20 e sim, se abriu à realidade brasileira, também do Rio. Agora, este documentário, colhido com Câmera high-tech Full HD, está sendo retomado: haverá mais gravações e filmagens pelo interior do país e também numa aldeia indígena. O documen tário está sendo negociado com uma rede de televisão nacional, para exibição como um progrma especial. Além dos depoimentos e cenas do dia a dia, há flashes de ficção e até a filmagem de uma performance sobre o assunto. Um dos momento do documentário em realização mostra um cidadão de Belfort Roxo que está enfrentando a Justiça por causa de um caso de magia negra contra uma criança de 5 anos, que aconteceu com a participação de uma Procuradora do Estado do Rio de Janeiro. "E por aí, vai", comenta Padinha, que considera que uma forma de lutar para mudar e avançar a realidade é lutar diante do avanço da realidade, no país, no planeta. Ele pretende entrevistar Luiz Datena, da Band, e o diretor do programa da Globo, Profissão Repórter, Caco Rodrigues numa ida proximamente a São Paulo. Dependendo também dos entendimentos com Ricardo Salomão, que comanda a RS Produções Brasil em Franca, Ribeirão Preto, Campinas e São Paulo, ele busca ampliar o alcance de comunicação deste trabalho, de produção independente, que nasceu inspirado nos erros ou nos limites da Rio+20 e na falta de um debate sobre a cultura da vida e da não-violência como alternativas culturais para mudar a realida atual com índices cada vez mais violentos.
Na sua equipe estiveram com ele no Rio agora recentemente o camera-man Reginaldo Teófilo Rattin, o designer Aguinaldo Lazarini, dois índios, Gaspar Waratzere Tsiuari, do Mato Grosso do Norte e Olímpio Santos Guajajara, do Maranhão, além de Di Pereira dos Anjos no apoio à produção. Padinha ainda procura destacar também o lojista no Rio e futebolista Renato Silva, que emprestou um apartamento em condomínio na Barra do Tijuca (a menos de 3 km do Riocentro) e da empresa calçadista de Franca, MacBoot, que providenciou todo um kit com adesivos de mensagens ecológicas em quatro línguas (levando em contra no Rio estavam cerca de 200 mil pessoas de vários países), inclusive, sementes de Crotalária, uma flor que é um combate biológico ao mosquito da Dengue (ainda ocorre um surto desta doença no Rio).
Agora este pessoal, com apoio de mais empresas, técnicos e comunidadores (inclusive também da Rádio Imperador AM, que abriu boletins diários no seu jornalismo regional para divulgar as lutas da ecologia, da cidadania e da criação doi futuro: "Esta luta tende a crescer agora. como aliás disse lá a Presidente Dilma, a Rio+20 não foi um fim mas um começo de uma grande transformação", lembra Padinha, que no Rio de janeiro fez bons contatos também com a delegação da França, que ele considerou mais aberta para as novas propostas deste movimento para mudar a realidade.  Enfim, a luta continua.


Padinha e sua equipe durante o documentário iniciado no Rio de Janeiro

O trabalho vai continuar agora em 3 ou 4 pontos dos país...


..relatando várias formas de violência e também a poesia da realidade...

...que se encontra nas crianças e nos ideais da sustentabiloidade...

Vivenciadas na Rio+20 por gente como Gisele Bundchen (na Green Nation)...

...ou no protesto pelos direitos das mulheres






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fontes: http://www.estadao.com.br/
             http://www.dihit,com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

3 comentários:

  1. A gente aqui do blog Folha Verde News procurou fazer a nossa parte na luata para mudar e avançar a realidade também na Rio+20, mais houve erros e limites na reunião mundial da ONU e nos eventos paralelos: de toda forma, estamos realizando um documentário que pode vir a ser exibido como um especial da TV sobre a violência da atualidade, uma das barreiras para a criação do futuro sustentável.

    ResponderExcluir
  2. Não vamos desistir e a luta continua para criar o futuro, via um equilíbrio entre economia e ecologia, que é em síntese o que se chama de desenvolvimento sustentável.

    ResponderExcluir
  3. Milhares de pessoas de todos os setores e áreas da sociedade civil dera a sua colaboração ao vivo durante a Rio+20 para colocar o país e o planeta no rumo da cultura da vida e da criação do futuro, este lance cultural d0 momento também está no documentário especial em realização, que não entrvista autoridades políticas, por uma questão de critério ou de ética...

    ResponderExcluir

Translation

translation