sábado, 7 de julho de 2012

FESTIVAL DE CINEMA LATINOAMERICANO AVANÇA SÃO PAULO


Festival tem em Sampa semana que vem produções marcantes do novo cinema latinoamericano

Recebemos aqui no nosso webespaço da ecologia e da cidadania informações do portal Inteligemcia (sim, a palavra é escrita com eme e sem acento, denotando que suas mensagens fazem a diferença em comunicação, conforme explica o ecologista Padinha,que edita este blog Folha Verde News). E aqui está um resumo das principais informações:
- o 7º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontece de 12 a 19/07
- programação reúne 75 títulos, incluindo vários filmes inéditos no Brasil
-filmes trazem assinaturas de Pablo Stoll Rodrigo Moreno, Cristián Jiménez, Claudia Lllosa, Sebastián Cordero, Rosario García-Montero, Tata Amaral e Jorge Furtado, eentre outros cineastas
- circuito de exibição inclui Memorial da América Latina, Cinesesc, Cinemateca Brasileira e Cinusp Paulo Emílio
- entrada franca em todas as sessões
Agendada para o período de 12 a 19 de julho, a sétima edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo reúne as novidades da cinematografia de toda esta região do planeta, trazendo obras inéditas no Brasil e selecionadas – algumas delas premiadas – em importantes festivais como Berlim, Cannes, Havana, entre outros. A programação do evento reúne trabalhos recentes de alguns dos mais importantes nomes da cinematografia atual da América Latina, como o uruguaio Pablo Stoll (3), o argentino Rodrigo Moreno (Um Mundo Misterioso), o chileno Cristián Jiménez (Bonsai), o equatoriano Sebastián Cordero (Pescador) e a peruana Claudia Lllosa (Loxoro). Estão presentes obras lançadas pelo Festival de Berlim (O Garoto Que Mente, da venezuelana Marité Ugas), Cannes (Porfírio, do colombiano Alejandro Landes) e Toronto (O Circuito de Román, do chileno Sebastián Brahm), entre outras vitrine cinematográficas de prestígio internacional. Merece destaque ainda o divertido cubano Juan dos Mortos (de Alejandro Brugués), no qual zumbis dominam uma semidestruída cidade de Havana, e De Pernas Para o Ar (do venezuelano Alejandro García Wiedemann), que tem sua première internacional no 7º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. Diversos títulos programados são inéditos no Brasil, como é o caso do sensível road movie mexicano Um Mundo Secreto, programado para a sessão de abertura do Festival. Seu diretor, o estreante Gabriel Mariño, é um dos muitos convidados que têm presença confirmada no evento. O Brasil está representado, entre outros títulos, por Hoje, de Tata Amaral, melhor longa do Festival de Brasília 2011, Rânia, de Roberta Marques, vencedor da mostra Novos Rumos, da Première Brasil do Festival do Rio, e pelo curta Até A Vista, de Jorge Furtado. Espera-se também uma apresentação especial de Corumbiara, filme que mostra a dizimação de uma tribo indígena em Rondônia, impune até hoje, produção que se destacou no Festival de Gramado e muito atual pela tema da violência no campo.
O circuito de exibição em 2012 compreende o Memorial da América Latina, Cinesesc, Cinemateca Brasileira e Cinusp Paulo Emílio, onde serão exibidos 75 filmes, sempre com entrada franca. Mais de 30 convidados internacionais circularão durante o evento.
Filmes recentes realizados em coprodução envolvendo pelo menos dois países da América do Sul concorrem ao Prêmio Itamaraty para o Cinema Sul-Americano. Iniciativa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a premiação confere R$ 90 mil ao vencedor, que é eleito por um júri formado pela produtora argentina Violeta Bava, pelo programador do Festival de Toulouse Erick González, pelo distribuidor Sandro Fiorin (Brasil / EUA), pelo cineasta Federico Veiroj e pelo ator Cesar Troncoso, os dois últimos uruguaios. Um debate sobre o tema da coprodução internacional está agendado para o dia 19 de julho (quinta-feira), às 10h, na Cinemateca Brasileira, e reúne autoridades e produtores audiovisuais.
Ainda durante o Festival acontece o Prêmio Finaliza 2012, promovido pela Associação do Audiovisual, Cinecolor Digital e pelo Programa Cinema do Brasil voltado a filmes brasileiros em fase de pós-produção. A iniciativa é inédita no Brasil e o vencedor, eleito por um júri internacional, recebe R$ 99,4 mil em serviços para finalizar o seu filme. Uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e do Memorial da América Latina, o 7º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo é organizado pela Associação do Audiovisual e tem patrocínio da Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O website do festival encontra-se no endereço www.memorial.org.br.
Serviço:
7º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo
12 a 19 de julho de 2012
Memorial da América Latina – Av Auro S. de Moura Andrade 664, Barra Funda – (11) 3823.4608
Cinesesc – Rua Augusta 2075, Cerqueira Cesar – (11) 3087.0500
Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso 207, Vila Clementino – (11) 3512.6111 r 215
Cinusp Paulo Emílio – Rua do Anfiteatro 181 favo 4, Cidade Universitária – (11) 3091.3540
Entrada franca


Há expectativa de uma reexibição do atualíssimo Corumbiara, sobre violência no Brasil

Sempre filmes marcantes da realidade e dos sonhos da população da América Latina
Fontes: www.memorial.org.br
             http://www.inteligemcia.com.br/
             http://folhaverdenews.blogspot.com/

3 comentários:

  1. Pelo valor cultural do evento, ao contrário do que deveria ser, não há muita informação na grande mídia sobre este festival alternativo de cinema, a não ser em webespaços da Internet, comos os citados na matéria do nosso blog ou como no site Onda Latina.

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  2. Mesmo assim, este festival mobiliza muitos jovens que se decidam a vartiados setores da produção cultural e também estudantes universitários, além de intelectuais e artistas, sempre em busca de renovação, novas idéias ou novos caminhos para o trabalho cult.

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  3. São conhecidos os limites e as dificuldades para um produtor cultural independente, em especial no cinema, realizar seu trabalho: este fato valoriza ainda mais eventos como este que avançam a vida ou a luta cult no Brasil, na América Latina, este tipo de filmes abrem uma janela para mudar a realidade atual e criar uma outra, o nosso futuro.

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