quarta-feira, 25 de julho de 2012

MÉDICA BRASILEIRA FAZ TRABALHO HUMANITÁRIO E DE CIDADANIA EM GAZA

Anestesista atua na região onde crianças e população sofrem com o conflito Israel X Palestinos

Há alguns dias postamos aqui no blog Folha Verde News, com informações da Unic e da ONU, a violência que vem sofrendo a população palestina, até mesmo crianças presas e torturadas ou mortas pelo exército israelense: neste contexto de sofrimento, a médica anestesista brasileira Liliana Mesquita Andrade, que aderiu há dois anos à ONG internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), agora de volta ao Brasil, relatou sua experiência em junho, quando passou um mês justamente na Faixa de Gaza em um programa de cirurgias plásticas de reconstrução, lá nos territórios palestinos ocupados pelo governo de Israel, onde vem prevalecendo a violência, esta médica brasileira mostrou seu espírito humanitário, sua cidadania, praticando a ética da Medicina e dando um exemplo de solidariedade, que dignifica o nosso país, algo raro hoje em dia", comentou o editor do nosso webespaço, o ecologista Padinha. 
Segundo a organização MSF, o número de pessoas que sofrem com complicações causadas por ferimentos sérios vem aumentando em Gaza nos últimos anos, mas com o bloqueio israelense (que controla os espaços aéreo e marítimo, além de tudo que entra e sai do território) é difícil ter acesso a cuidados médicos especializados. Em 2010 a MSF assinou um acordo com autoridades de saúde e deu início ao programa, com autorização do governo israelense, focando em cirurgias plásticas reparadoras. As cirurgias mais comuns são aquelas para corrigir efeitos resultantes de queimaduras, ferimentos nas mãos, contratura de pele (nas axilas, cotovelos e mãos), amputação de dedos e sindactilismo (má formação congênita caracterizada pela junção ou fusão, completa ou parcial, de dois ou mais dedos das mãos ou dos pés).
Em sua sexta missão pela organização, Liliana já havia passado antes pelo Paquistão, Sudão do Sul, República Centro Africana e Haiti, mas diz que em Gaza percebeu o sentido verdadeiro da vocação como médica: "Mais de 80% de meus pacientes no período eram crianças".
Ela conta que juntou-se à ONG por questões pessoais e paixão pela Medicina, motivações que ela pôde colocar em prática em Gaza, onde disse ter sentido que seu diploma "foi revalidado". Drª Liliana Mesquita Andrade, médica, doutora e ser humano de verdade, mostrando também a força positiva da gente do Brasil.

A médica brasileira Liliana Mesquita Andrade em Gaza...

...vivenciou a violência, praticou a ética da Medicina e a cidadania
Fontes: BBC
             http://folhaverdenews.blogspot.com

3 comentários:

  1. Na semana passada mostramnos aqui, com informações da Unic, o relatório da ONU sobre a violência nos territórios palestinos, ocupados pelo governo de Israel, causando maus tratos, torturas e sofrimentos à população, em especial, às crianças: agora, por outro lado, temos esta ação de não-violência que nos anima a ir à luta para avançar a realidade do ser humano hoje.

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  2. A brasileira Liliana pratica os seus ideais humanitários dentro da ação dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) justamente numa das regiões do planeta com maior violência e com menores condições humanas para a população, fazendo valer a ética da Medicina e a solidariedade.

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  3. Realmente, Liliana Mesquita Andrade se transforma nesta ação em Gaza numa doutora mesmo, numa médica de verdade e além do mais, dignifica a imagem do nosso país, tão prejudicada ultimamente pelos erros e limites de parte das autoridades políticas do Brasil. Brasileira e ser humano de verdade.

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