domingo, 28 de abril de 2013

UMA NOVÍSSIMA GERAÇÃO DE ECOLOGISTAS É A SAÍDA PARA A OBESIDADE E A VIOLÊNCIA

E quase a metade das crianças em SP está acima do peso, diz o médico Jairo Bouer no Uol

Um projeto feito pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP)  mostrou que 45% das crianças paulistanas têm sobrepeso ou são obesas. Foram avaliadas 476 crianças de dois a nove anos, sendo 246 meninos e 230 meninas. O levantamento foi feito durante mutirões de reeducação alimentar feitos em parques, estações de metrô e escolas da rede estadual. No total, 19% das crianças apresentaram excesso de peso e 26% foram considerados obesos. Entre as meninas, o índice foi de 22% de sobrepeso e 24% de obesidade. Já entre os meninos, 16,6% tinham excesso de peso e 28% eram obesos. "Uma em cada 4 crianças da cidade de São Paulo é obesa", na avaliação do médico especializado em saúde de crianças e jovens, Dr. Jairo Bouer, que também é colunista do site Uol neste assunto, hoje, de vital importância na qualidade de vida da população. Ele avalia também com base em levantamento realizado pelo programa "Meu Pratinho Saudável", que analisou 500 crianças em locais de grande circulação na capital paulista agora recentemente: além do InCor e do Hospital das Clínicas da FMUSP, a pesquisa teve apoio da LatinMed Editora em Saúde, apontando que 45% das crianças e adolescentes da Grande São Paulo estão com sobrepeso ou com obesidade infantil. "Este diagnóstico indica que as crianças e adolescentes paulistanos estão se alimentando e se comportando no dia a dia de forma errônea, em termos de alimentação e de estilo de vida", comenta o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, editor de conteúdo do nosso blog Folha Verde News. Padinha é vegetariano, consome produtos orgânicos e pratica esporte, faz ginástica diariamente e considera além do mais a melhor alternativa, "a pessoa estar sintonizada com as energias mais puras e naturais, não basta alimentos naturais e bastante atividade física somente, a criança e o jovem precisam se aproximar mais da ecologia humana, vivenciando nova cultura, conseguindo um equilíbrio tipo biopsíquicosocial, usando a inteligência e saindo fora de toda espécie de violência  -  também a violência contra si mesma -  violência que envolve qualquer pessoa no dia a dia agora não só de São Paulo, de qualquer lugar do mundo". Diante desta situação-limite, o nosso editor radicaliza: "Só estimulando a garotada ser uma novíssima geração de ecologistas, contrariando os valores culturais predominantes na sociedade de consumo, eles estarão livres de problemas como a obesidade, terão mais saúde, poderão ajudar a diminuir a violência da realidade, enfim, paticipando assim da luta para mudar todo o universo da vida e sendo mais feliz". Por sua vez, diz a diretora-executiva deste programa analisado pelo Dr. Bouer no site Uol deste domingo, que "o crescimento da obesidade infantil está diretamente ligado aos hábitos alimentares, associado ao sedentarismo. Crianças obesas estão mais propensas a se tornar adultos obesos, elevando o risco de doenças como diabetes, cardiopatias e hipertensão", comenta Elisabete Almeida, completando: "Para evitar isso, precisamos conscientizar as crianças como também seus responsáveis sobre a importância da alimentação saudável e equilibrada que deve ser mantida em todas as etapas da vida", observa ela, como sendo esta a atitude incial para dar a base de uma outra cultura que poderá vir a ser o início de uma revolução: a revolução para criar o futuro passa pela alimentação natural mas também envolve toda uma nova maneira de pensar e de viver.

Uma vida mais natural é a melhor alternativa de saúde de de vida para a novíssima geração

Fontes:  www.bol.com.br
              www.meupratosaudavel.com.br
              www.meupratinhosaudavel.com.br
              http://folhaverdenews.blogspot.com
 

5 comentários:

  1. É um alerta de grande dimensão o fato de 45% das crianças e adolescentes da Grande São Paulo estarem com sobrepeso ou obesidade. Isso com certeza também mostra um problema cultural ou uma opção errônea na forma de pensar e de viver.

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  2. E se uma em cada quatro crianças ou adolescentes de São Paulo estão com sobrepeso ou obesidade, este levantamento indica que nas outras regiões do país com a mesma estrutura de desenvolvimento este fato também acontece, o que por sua vez vai gerar má qualidade de vida.

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  3. Pode parecer radicalidade o nosso editor de conteúdo aqui no bog Folha Verde News relacionar os dados da pesquisa citada pelo Dr. Jairo Bouer com a cultura de violência da realidade: mas realente tem tudo a ver os problemas de alimentação e de estilo de vida com a necessidade de buscarmos novas formas sustentáveis de viver na atualidade.

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  4. A proposta deste post é contrapor a obesidade, o sobrepeso e a má qualidade de vida de quase metade das crianças e adolescentes paulistanos com a cultura da violência das sociedades de consumo que hoje vigoram praticamente em todo o planeta.

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  5. Assim, o ecologista Padinha ao editar esta postagem sugere uma alternativa de solução: uma nova forma mais natural e sustentável de vida, só uma novíssima geração de ecologistas é capaz de criar esta nova realidade, a bem de nossa população.

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