terça-feira, 7 de maio de 2013

CIRCUNSTÂNCIAS DE GUERRA E DE RISCO CRIAM O REPÓRTER CIDADÃO NA SÍRIA

Jovem sírio desempregado vira jornalista e retrata a guerra: Hussein é um repórter-cidadão


Antes da guerra na Síria começar, Hussein era corretor de imóveis. Com o conflito ele ficou desempregado, como muitos outros trabalhadores do país. Mesmo sem lutar diretamente com os rebeldes, Hussein tenta fazer sua parte. Ele passou a fazer vídeos e fotos para a imprensa estrangeira, que parou de mandar seus repórteres profissionais à região, devido ao alto risco de segurança para eles na Síria atualmente. Assim começa a matéria especial do site Yahoo - onde você pode obter mais detalhes sobre esta situação em Documento Yahoo -  e nós reproduzimos um resumo deste pergonagem e situação aqui no blog da ecologia e da cidadania, Folha Verde News: aqui mesmo, na semana passada, postamos campanha da ONU, Unesco e Unic, citando também a entidade Repórteres Sem Fronteiras, para falar da violência na atualidade (não somente nos países em guerra), devido à falta de segurança e risco de vida dos repórtes e comunicadores em todo o planeta. Em uma década, 600 foram assassinados em diversas situações, 121 em um ano, no Brasil, apenas nestes primeiros meses de 2013 nove jornalistas foram assassinados, "toda esta insegurança no trabalho de comunicação coloca em risco também a própria liberdade de informação, algo fundamental para toda a população em qualquer lugar do mundo", comenta o ecologista e repórter Antônio de Pádua Padinha ao editar aqui esta reportagem da Yahoo.


Cada vez mais a mídia depende do Repórter Cidadão em situações como na Síria

O trabalho voluntário, anônimo e não remunerado é de cidadania, informação pela paz
O trabalho de Hussein é voluntário. Ele grava entrevistas ou faz imagens para televisões estrangeiras e coloca seu material na Internet via Youtube. Ele e outros repórteres cidadãos estão presentes a cada manifestação, funeral, ou ataque do governo sírio. Eles já colocaram milhares de vídeos cada vez mais acessados por internautas na Síria e em outros países, também nas redações de jornais, TVs e agências de notícias. Os repórteres cidadãos já se tornaram na prática correspondentes de guerra na Síria. Esses homens arriscam a vida todos os dias, e isso, sem ganhar dinheiro por isso. Atuam com informação como uma forma de lutar culturalmente por uma nova realidade em seu país e no dia a dia dramático de suas vidas.

Fontes: www.yahoo.com.br
             http://folhaverdenews.blogspot.com

4 comentários:

  1. Os repórteres cidadãos são pessoas dignas de elogio e de admiração pela coragem e pela cidadania, mas esta situação crescente na Síria e em outros países em guerra é mais um espelho da violência da atualidade.

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  2. A violência da atualidade coloca em risco não somente os jornalistas ou os correpondentes de agências de notícia em países em guerra, mas comunicadores em variadas situações em todo o planeta, também por aqui, colocando em perigo também a liberdade da informação.

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  3. O repórter cidadão, personagem maravilhoso na luta pela informação e pela paz, nasce porém como um efeito a mais da cultura da violência da atualidade: dias at´rás aqui no blog postamos campanha da ONU que diante desta situação criou um Plano de Segurança para jornalistas, uma atividade de grande força cultural mas cada vez mais perigosa. pela própria importância da informação hoje.

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  4. A cada semana estamos recebendo notícias de violência contra jornalistas brasileiros em várias regiões do país, só em 2013 foram 9 repórteres assassinados na guierra da informação.

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