segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

MAIS UM SINTOMA DE QUE VIVEMOS UMA ERA FEMININA?...

América Latina terá quatro países sob comando feminino já a partir de 2014


Para o site Uol, Lígia Mesquita está cobrindo a eleição de Michelle Bachelet no Chile e informa que ao tomar posse, em 2014, a América Latina terá pela primeira vez quatro países sob o comando feminino.
As outras presidentes em exercício na região são Dilma Rousseff, no Brasil, Cristina Kirchner, na Argentina, e Laura Chinchilla, na Costa Rica. Duas mulheres também exercem o papel de primeira-ministra em países do Caribe: Portia-Simpson Miller, na Jamaica, e Kamla Persad-Bissessar, em Trinidade e Tobago. "Independente do fato político e no caso, de a vitoriosa ser socialista, sem dúvida e com certeza, esta eleição resgata o mito das Amazonas ou pelo menos o poder crescente do feminino na atualidade, tema também da cosmobiologia", comenta por aqui no blog Folha Verde News ao editar esta informações o nosso editor, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Tanto para um novo socialismo ou uma mudança política no continente, como para as pessoas em geral em todo o planeta debaterem o conteúdo feminino da atualidade, esta pauta é válida agora", conclui Padinha. Essa ascensão política feminina, no caso da América do Sul, vem desde 2006, quando Bachelet foi eleita pela primeira vez, se deve em parte a um grande desgaste com os políticos como um todo e à demanda por renovação nesses países, segundo Kirsten Sehnbrunch, diretora do Centre for New Development Thinking da Universidade do Chile: "As pessoas em geral confiam mais nas mulheres do que nos homens e isso se projeta nas eleições. E as mulheres também não têm a imagem associada à corrupção", afirma ainda Kirsten, autora do livro "Chile debaixo do Arco-Íris: 20 Anos da Concertação".
"Eu entregaria minha carteira e o meu bebê, por exemplo, para Bachelet e para Evelyn Matthei, mesmo não tendo votado em uma delas. Porque confiamos na competência e na boa intenção das mulheres", uma declaração que está repercutindo na Internet depois que foi destacada também pela agência de notícias EFE, mostrando que nem só de política propriamente dita vive o feminismo...




Michelle Bachelet, eleita pela 2ª vez presidente do Chile, comemora vitória em evento em Santiago
Michelle Bachelet eleita agora pela segunda vez presidenta do Chile

 
Pode ser exagero dizer que isso resgata a força das Amazonas...


...mas mostra mais uma vez que a mulher é líder da cidadania na atualidade


Fontes: www.uol.com.br
             EFE
             http://folhaverdenews.blogspot.com

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          
     
  

7 comentários:

  1. Este ângulo cultural não diminui e até aprofunda ou aumenta o valor da vitória política das mulheres, agora também no Chile.

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  2. O sentido esotérico ou gnóstico da ascenção das mulheres atualmente para o nosso editor Padinha representa também uma esperança para a não-violência e a cultura da vida: "Tanto homens como mulheres são hoje em dia violentos, mas como tem sofrido mais historicamente a mulher pode ter sido despertada agora com mais entusiasmo para uma visão humanitária da vida".

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  3. O mestre Samael Aun Weor, líder das instituições gnósticas mais contemporâneas, ensina sobre esse assunto tão controverso e fascinante no site especializado que você pode consultar, completando as informações deste post aqui no blog da ecologia: www.gnosisonline.org

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  4. Parece que os ciclos de atividade masculina e feminina estão governados pelo planeta Urano, não exatamente segundo a astrologia mas a cosmobiologia, que busca se afirmar como ciência hoje: isto quer dizer que Urano, com seus dois polos, determina as épocas de atividade triunfal masculina e as épocas de atividade triunfal feminina, que seria o caso deste anos, desta decada.

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  5. Mande o seu comentário, a sua informação, a sua visão das Amazonas inclusive, aqui prá redação do nosso blog: navepad@netsite.com.br

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  6. Por estas e outras, o movimento ecológico, da cidadania e da não-violência pode ser visto também como feminino, no sentido de quebrar a atual estrutura do poder: mande vc tb a sua opinião sobre esta pauta para navepad@netsite.com.br

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  7. Recebemos hoje pela manhã e-mail de internauta de São Paulo, que não se identificou, nos enviando notícia da AFP - Agence France- que confirma momento de avanço do poder feminino, também na Europa:
    "Angela Merkel foi reeleita nesta terça-feira, por ampla maioria, como chanceler da Alemanha para um terceiro mandato consecutivo, anunciou o presidente do Bundestag (Câmara dos Deputados), Norbert Lammert. Angela Merkel dirigirá um governo "de grande coalizão", integrado pelos democrata-cristãos da CDU, os social-cristãos da CSU e os social-democratas do SPD. Merkel obteve 462 votos dos 621 deputados que participaram na votação (de um total de 631), 74% de apoio. A nova maioria conta com 504 cadeiras no Bundestag".

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