segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

MESMO A DECORAÇÃO DE NATAL TIPO ESTADOS UNIDOS É MADE IN CHINA

Realidade de consumo: Brasil vive Natal importado e que nem tem muito a ver com o país


"Vão ter que importar a alegria natalina também para o dia a dia brasileiro, onde os problemas prevalecem apesar do clima de emoção e do excesso de consumo nesta época de Natal", comenta por aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News o nosso editor de conteúdo o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, ao buscar informações no site UOL para nossos internautas, como a notícia que dos pinheiros de Natal aos Papais-Noéis que dançam, as casas brasileiras estão decoradas com produtos natalinos vindos quase que exclusivamente da China, mesmo os que têm todo o estilo desta festa tal como é tradição nos Estados Unidos. "O modelo mais cristão primitivo e menos até o mais típico do Brasil não prevaleceram nesta realidade de consumo", argumenta ainda Padinha, resumindo aqui a postagem do UOL.  Os chineses são os maiores exportadores no setor e, dos enfeites de Natal que chegaram ao Brasil neste ano, quase 93% vieram do país asiático. O número é recorde, mesmo que nos últimos cinco anos o índice jamais tenha baixado de 90%. Esse é o principal mercado exportador de brindes e brinquedos do mundo. “Hoje a China perde um pouco de competitividade no setor têxtil, mas os produtos natalinos  que têm um pouco de tecnologia, com LED, mecanização e componentes sintéticos mercados como Bangladesh e Vietnã ainda não atendem”, afirma o gerente comercial da CTC Comércio, Aldenizio Bezerra.




As importações brasileiras de produtos natalinos chineses é bom negócio no fim de ano

Este mercado costuma atingir seu auge nos meses de agosto e setembro. Entre 50% e 60% da chegada anual de enfeites de Natal da China acontecem nesse período. Até novembro deste ano o Brasil importou mais de US$ 63 milhões - o equivalente a R$ 147,3 milhões - em itens do gênero. Destes, quase US$ 59 milhões são de origem chinesa. O índice mais alto havia sido no ano passado, quando as importações provenientes da China superaram os US$ 65 milhões. O fenômeno acontece também em outros países:  e até nos Estados Unidos, onde por exemplo, 85% dos pinheiros artificiaiss de Natal é made in China.

Apesar de ser a maior referência na produção e exportação de produtos natalinos, a China não costuma comemorar a data. A celebração cristã naturalmente não é tradição no país adepto de religiões como confucionismo, taoísmo e budismo. O cristianismo responde por 25 milhões de chineses, segundo o governo do país, ou seja, menos de 2% da população. Mesmo assim é crescente a comemoração do Natal no país, reflexo da influência ocidental que impulsiona o consumo neste período. Não há feriado, mas em lugares como Pequim, Hong Kong e Xangai, onde há muitos imigrantes, a decoração natalina está presente nas lojas e, principalmente, os jovens, cada vez mais comemoram a data. Por lá, com menos de R$ 100 é possível comprar uma árvore grande e sua decoração, o costume desta comemoração está apenas começando na terra onde são fabricados os principais enfeites, acessórios e brinquedos do Natal, até com o tempo, as renas e o Papai Noel poderão ser transferidos do norte da Europa para o alto do Himalaia...

Na China nem é feriado mas ali se fabrica o Natal do Ocidente

Cada vez mais o Natal vira só uma festa de consumo tipo american way of life

Natal made in China

O lado social das idéias humanitárias de Jesus ainda sobrevive em parte

Cada vez mais longe no tempo e na realidade aqui o lado místico original do Natal


 Fontes: www.uol.com.br
              http://folhaverdenews.blogspot.com 

7 comentários:

  1. Realmente, não têm muito a ver apesar do volume de vendas e de negócios, no Brasil quase tudo do Natal é importado, aqui não tem neve, o mito do Papai Noel e sua renas está fora da nossa realidade, o aumento do consumo nesta época nem está ao alcance da maioria da população e os produtos desta cultura estilo norteamericano são quase todos made in China, até as árvores natalinas, artificiais, claro.

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  2. Mas quem ousar lutar contra esta festa com certeza será execrado no Brasil, onde o Natal é uma grande realidade de consumo: brinquedos e acessórios com LED, mecanização e componentes sintéticos enriquecem o mercado de produção chinês e o american way of lçife por aqui...

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  3. O Natal nordestino, que tem tradições interessantes vindas com os imigrantes europeus, vai perdendo espaço cada vez mais, quanto mais cresce o lado comercial da festa, ainda bem que resiste ou apenas sobrevive (por enquanto) o conteúdo social e humanitário ou o sentido religioso desta época de fim de ano.

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  4. As tradições mais antigas e até ancestrais do Natal, como a estrela de Belém e o seu significado para mudar e avançar o ser humano, depois de mais de mil anos estão na mais plena extinção.

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  5. Mande vc tb o seu comentário ou opinião aqui para a redação do nosso blog de ecologia e de cidadania sobre esta pauta, como é na realidade o Natal, para navepad@netsite.com.br

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  6. "O Natal está mais em meio a esta situação toda sobrevivendo dentro da pessoa, se é que tem gente que consegue manter a sua visão de vida original em meio a esta cultura de consumo": mensagem que nos envia por e-mail a ecologista Bárbara Mendes, de BH.

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  7. Mande vc tb a sua mensagem no tema: navepad@netsite.com.br

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