Leda Letra, documentou pela Rádio ONU a reunião na sede da organização nos Estados Unidos que segue até sexta-feira, com a participação da sociedade civil: para exemplificar esta abertura, a ecologista  brasileira Kátia Araújo fez uma  intervenção sobre importância da inclusão feminina na criação da agenda pós-2015. Até dia 10 de janeiro agora, o Conselho de Tutela da ONU realiza um econtro e um novo esforço sobre o planejamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A nova agenda de metas começa a valer em 2016, em substituição aos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que não se mostraram eficientes para mudar e avançar a realidade do planeta, conforme avalia o editor do nosso blog de ecologia e de cidadania Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, que por outro lado, está elogiando "esta iniciativa de mudança de rumos neste momento crítico da vida em vários países e também em nível planetário". A abertura do encontro ontem, na sede em Nova York, contou com a participação de representantes de variados setores da sociedade civil, como a brasileira Katia Araujo, que é uma das dirigentes por aqui em nosso país da ONG global Comissão Huairou: ela detalhou também no site brasileiro Envolverde os tópicos da sua proposta e o que ela espera que entre  a partir de agora na agenda de desenvolvimento sustentável para os países da Terra: “Inclusão, processo participativo de qualidade, onde as mulheres organizadas possam influenciar os processos de tomada de decisão e também uma abordagem onde haja uma análise de gênero, de empobrecimento econômico, social e político. Esses são os dois pontos mais fortes que eu trouxe para o diálogo", disse a ecologista Karen, líder de cidadania e da luta para mudar a realidade e criar o futuro da vida.

Katia 300x257 ONU discute novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O editor do nosso blog contatou Katia Araújo ainda na Rio+20 em 2012
Katia Araujo, da Comissão Huairou, comemora a participação da sociedade civil na construção da nova agenda global da ONU e destaca a participação feminina como essencial para se implantar um novo enfoque de desenvolvimento: “Nós reconhecemos que todo o processo que desenvolveu os Objetivos do Milênio foi bastante de cima para baixo, uma coisa fechada. E o compromisso do sistema da ONU e de alguns países-membros firmado no Rio acho que foi muito importante, como o estabelecimento desse grupo aberto de trabalho para criar um processo onde comunidades em situações de pobreza também sejam ouvidas e estejam envolvidas e engajadas".  Segundo Katia Araujo, a Comissão Huairou está presente em 50 países e no Brasil, atua hoje em nosso país em projetos voltados à regularização de terra e à inclusão de mulheres no Recife, no semiárido da Bahia e em problemas socioambientais no Rio de Janeiro, uma das cidades que têm maior violência em todo o mundo.

A solução de problemas sociais faz parte da sustentabilidade....

...assim como a participação e liderança feminina

Secretário-Geral da ONU quer participação maior da sociedade civil













Fontes: www.onu.org.br
             www.envolverde.com.br
             http://folhaverdenews.blogspot.com