domingo, 11 de maio de 2014

A MÃE NATUREZA NÃO PODE SER ESQUECIDA NA DATA DE HOJE

A NATUREZA É TÃO MARGINALIZADA COMO AS GAROTAS MÃES SOLTEIRAS OU COMO AS QUE SÃO SEPARADAS OU SE MATAM PELOS FILHOS NO DIA A DIA... O Instituto Humanitas Unisinos (IHU) tem publicado uma série de notícias e artigos que tratam sobre as mudanças no perfil sócioeconômico das mulheres brasileiras, em especial nos últimos dez anos, também, com base nos dados do IBGE. Algumas das informações têm a ver com um enfoque menos sentimentalóide ou menos comercial nesse Dia das Mães, a seguir para você aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News: "Em primeiro plano, precisamos destacar a mossa mãe de todos, a natureza", comenta o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha: "Podemos, apesar de nossos erros, limites humanos e toda violência da realidade da vida hoje em dia até sermos filhos de Deus, mas a mãe de nós todos é a natureza, somos irmãos e irmãs todos por causa dela". O número de mulheres que são chefes de família dobra em 10 anos. Para o IBGE, o maior volume de mulheres chefes de família representa um avanço, que reflete maior presença das mulheres no mercado de trabalho e melhor nível de escolaridade. Taxas menores de fecundidade também favoreceram o resultado. Mas, alguns especialistas alertam que o dado pode indicar maior quantidade de mulheres que precisam cuidar dos filhos após a partida dos maridos, com o término de uniões conjugais. Para o técnico estatístico, Gilsom Gonçalves de Matos, o avanço das mulheres chefes de família representa uma verdadeira mudança nos valores culturais, quanto ao papel da sociedade brasileira. As mulheres, diz Matos, assumem a chefia de suas casas como reflexo da participação cada vez maior no mercado de trabalho e da melhora no nível de escolaridade: "A tendência é que este cenário [de crescimento no número de mulheres chefes de família] continue nos próximos anos". O otimismo de Matos em relação aos números divulgados não é compartilhado pela professora da Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Hildete Pereira de Melo. Para ela, o salto no número de chefes de família é um "atraso". Ela justificou sua posição ao se aprofundar sobre os termos "responsáveis pelo domicílio", ou "chefes de família". "Isso delimita, na prática, a pessoa que fica no domicílio, que permanece com a responsabilidade maior, que é a criação dos filhos", disse Hildete. Para ela, a maior parcela de mulheres chefes de família indica que a responsabilidade de criação das crianças e adolescentes nas famílias fica concentrada na mãe. "A conexão maior que o pai tem, dentro da família, é com sua mulher, e não com os filhos. Nas separações, os homens se mudam de casa, enquanto as mulheres permanecem nos domicílios", disse Hildete Melo. Na faixa de menor poder aquisitivo, a situação das mulheres como chefes de família é pior, na análise da professora da Universidade Católica de Petrópolis, Ana Lúcia Paes de Barros. Em seu estudo "Mulheres Pobres e Chefes de Família", a pesquisadora ressaltou que, de maneira geral, as mulheres chefes de família têm menos anos de estudo, taxas de participação no mercado de trabalho inferiores e salários menores do que os dos homens que também são chefes de família. O crescimento das mulheres como chefes de família já tinha sido notado pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri. Para ele, o resultado pode ser interpretado tanto por uma ótica negativa quanto positiva. Assim como o IBGE, Neri lembrou que a melhora na participação das mulheres no mercado de trabalho e nos níveis de escolaridade e renda também teriam contribuído para o resultado. "Acho que é uma "mudança sociológica", mas não acho intrinsecamente ruim", disse o presidente do Ipea. Parece que estamos vivenciando uma processo de transformação da realidade social, argumenta por aqui no nosso blog o ecologista Padinha: "Isso em síntese significa que temos que nos preparar melhor, homens e mulheres, de todas as idades e faixas de informação ou com maior ou menor poder na economia, para aumentarmos a chance de criar um futuro sustentável, que venha a equilibrar o dia a dia da gente, precisamos fazer com que a vida de todos nós tenha menos problemas e mais alegrias". FONTES: www.dhescbrasil.org.br e.... www.folhaverdenews.com

5 comentários:

  1. Não podemos nem devemos enfocar esta data somente sob o ponto de vista sentimental, que fica mesmo algo sentimentalóide: é realmente de maior valor, divulgarmos números e argumentos que mostram como é a realidade de ser mãe na atualidade aqui em nosso país.

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  2. Esta é a nossa pauta em resumo neste Dia das Mães, mande voc~e também a sua msm ou comentário, através de e-mail para o endereço na web do correio do nosso blog: navepad@netsite.com.br

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  3. Você também acredita que a natureza é tão desprezada como uma jovem mãe solteira?..."Não só acredito masd é o que constato no dia a dia da realidade", comenta nosso editor Padinha. Mande vc tb a sua opinião para a gente aqui na redação do blog: navepad@netsite.com.br

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  4. "Vocês acho que esqueceram de focar os homens ou país que acabam sendo as mães, também, não se trata duma questão de homem ou mulher e sim do ser humano como está hoje": esta é a msm super oportuna que nos enviou Mario Alves, de São Paulo (SP), fotógrafo que atua na Polícia Técnica e está de plantão neste domingo.

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  5. Envie sua informação ou opinião que ela pode fazer avançar esta postagem: navepad@netiste.com.br

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