segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ECODEBATE DISCUTE A QUESTÃO DA ENERGIA SEGUNDO PENSAM PRESIDENCIÁVEIS

Aqui, resumo das propostas energéticas dos candidatos e candidatas à Presidência do Brasil: felizmente nenhum deles pensa em energia nuclear mas novas fontes em geral só promessas




Eduardo Jorge (PV) neste tema é o que chama mais atenção, tem sempre destacado a busca de novas fontes limpas de energia em sua campanha e em matérias na mídia, em resumo, ele alerta, em seu programa de governo, que a expansa o do sistema de produção de energia elétrica esta causando problemas ambientais e sociais crescentes com o deslocamento de empreendimentos para a Amazônia e o uso das termele tricas que deveria ter caráter emergencial. Eduardo Jorge reconhece que o consumo de energia tende a crescer, mas defende que o aumento da oferta siga padrões de eficiência para não comprometer recursos naturais ou aumentar emisso es de gases de efeito estufa. Ele é favorável à substituição das fontes que emitem mais carbono por fontes renova veis, como a hidráulica, eólica, solar e biomassa moderna, que “além de poluírem menos, têm seu fornecimento perene, aumentando a segurança energética e reduzindo a dependência de custos com as importações”.
Aécio Neves (PSDB) promete incentivar distribuidoras e geradoras elétricas para instalação de unidades de geração de energia a gás natural e cogeração e viabilizar novas fontes de financiamento para o investimento e expansão do sistema elétrico brasileiro. Ele promete estimular a economia de baixo carbono e reorientar a matriz energética, buscando diversificar as fontes de energia. Aécio defende a ampliação da participação da energia solar e da energia eólica na matriz e o estímulo para que todos os setores econômicos adotem programas de eficiência energética e conservação de energia. Na valorização da diversidade de fontes, o presidenciável ainda propõe que sejam consideradas as características regionais na redefinição da matriz energética e, para atrair novas empresas e investimentos, o candidato promete criar um ambiente regulatório seguro e equalizar regras de incentivos, subsídios e financiamentos públicos para as diversas fontes de energia.
Dilma Rousseff (PT) garante que vai dar continuidade ao processo de expansão do parque gerador e transmissor para garantir a segurança do suprimento e a modicidade tarifária. Segundo ela, é preciso manter a qualidade da matriz energética brasileira, baseada em hidroele tricas e termoelétricas, fontes renováveis limpas e de baixa emissão de carbono, complementada por fontes alternativas, como a eólica, a solar e a originária da biomassa. Dilma promete dar prioridade à ampliação e modernização do parque de transmissão de energia instalado e apresenta um balanço dos últimos dez anos apontando a retomada da construção de usinas hidrelétricas e de linhas de transmissão.
Eymael (PSDC) quer priorizar a ação do governo federal em infraestrutura nacional, incluindo a geração de energia como uma das prioridades, ao lado da construção de estradas, ferrovias e do sistema portuário.
Levy Fidelix (PRTB) acredita que a capacidade de fornecimento de energia pode ser ampliada a partir do aproveitamento do potencial hídrico amazônico e a implantação de pelo menos dez novas usinas atômicas espalhadas pelo país. Fidelix também é favorável a avançar no aproveitamento de energias renováveis e defende o barateamento dessas fontes.
Luciana Genro (PSOL) destaca o setor energético como fator crítico da soberania e do desenvolvimento de qualquer país. A candidata ataca a política adotada pelos governos tucano e petista nesse setor afirmando que ambos transformaram um “sistema público, planejado e cooperativo, em um sistema privado, mercantil, concorrencial, caro, ineficiente e devastador do meio ambiente”.
Marina Silva (PSB/Rede), uma especialista nesta questão, afirma que vai retomar o planejamento de médio e longo prazos e investir em fontes modernas, limpas e renováveis. A ambientalista afirma que é preciso aumentar a oferta para permitir o crescimento econômico e afastar constantes riscos de racionamento. Segundo ela, o Brasil é um dos únicos países do mundo que podem ter uma matriz elétrica otimizada segura e competitiva do ponto de vista socioambiental. Entre suas promessas de governo, Marina afirma que vai apliar a participação da eletricidade na matriz energética, aumentar a proporção de energias renováveis e reduzir o consumo absoluto de combustíveis fósseis. A candidata ainda garante que vai alinhar interesses de geradores, distribuidores e consumidores e criar alguns mecanismos de expansão do mercado livre de energia. Marina Silva também pretende recuperar a produção de biocombustíveis e garantir que 1 milhão de hectares de concessões florestais tenham fins energéticos.
Mauro Iasi (PCB) se compromete a estatizar setores estrate gicos e a reverter as privatizações da área de energia, assim como propõe nos casos de comunicac a o, minerac a o, recursos naturais, transporte e logi stica de distribuição e produção.
Pastor Everaldo (PSC) quer revisar o modelo de partilha adotado para a exploração de petróleo no país, mas promete cumprir os contratos que estão vigorando. O candidato prefere desestatizar o setor e abrir mercado para produção e distribuição de energia, buscando variedade de matrizes para baratear o serviço. Everaldo destaca o potencial brasileiro em relação a fontes solar, hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa.
Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não apresentam propostas específicas sobre o tema.

Pela ótica do movimento ecológico, científico e de cidadania está deveria ser a pauta nº 1 dos debates

Novas alternativas energéticas ao mesmo tempo econômicas e ecológicas...

...são básicas para um desenvolvimento sustentável em nosso país






Fontes: www.ecodebate.com.br
             Agência Brasil
             www.folhaverdenews.com

5 comentários:

  1. Mande o seu comentário, crítica, sugestão, opinião ou mensagem dentro desta pauta de hoje, enviando seu e-mail aqui pro nosso blog para navepad@netiste.com.br

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  2. Estamos recolhendo opiniões de internautas e de pesquisadores, divulgaremos aqui e no Facebook as mensagens e as encaminharemos à assessoria dos Presidenciáveis.

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  3. O nosso editor aqui do blog, o repórter e ecologista Padinha agradece a matéria de Carolina Gonçalves, da Agência Brasil, bem como o destaque dado a esta pauta no site EcoDebate: "É fundamental mudar a estrutura energética se queremos avançar o Brasil".

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  4. Recebemos por aqui no blog 12 mensagens relativas a esta pauta e depois as estaremos postando para a sua informação, além de providenciar o envio para a assessoria dos Presidenciáveis.

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  5. Manifeste-se sobre a importância de mudanças na estrutura energética do país, a energia, não só como fator eleitoral mas para definir os rumos da sustentabilidade brasileira: navepad@netsite.com.br

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