segunda-feira, 1 de setembro de 2014

INVESTIMENTOS PARA EQUILIBRAR CLIMA PASSAM PELA RECUPERAÇÃO DA ECOLOGIA

Proteger a Mata Atlântica custaria menos de 0,01% do PIB conclui estudo de Cristina Banks

Um estudo foi publicado na edição desta semana da Revista Science, tendo sido postado também no site Envolverde: ele é liderado pela bióloga brasileira Cristina Banks-Leite, professora da Imperial College London, na Inglaterra, e professora visitante na Universidade de São Paulo (USP), sendo que o conteúdo investiga os custos relacionados à conservação da Mata Atlântica brasileira. "Uma informação de grande importância, porque pode estimular investimentos na última ecologia do Brasil, que ainda em todas as regiões e diferentes biomas é a riqueza nº 1 da nossa Nação, tendo em vista os desafios do futuro da vida aqui e em todo o planeta", comentou o editor do blog Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, ao resumir aqui esta notícia, "um custo mínimo mas de máximo valor"...Prossiga para ter mais informações sobre esta pauta.                                  





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Alguns dos animais selvagens brasileiros deste bioma ameaçados de serem extintos por falta de investimentos

Este estudo superimportante é o resultado de uma extensa pesquisa sobre dados ecológicos, também  econômicos, bem como do mapeamento de áreas estratégicas para a conservação, o trabalho concluiu que ações de conservação e recuperação da Mata Atlântica custariam no total ao Brasil 443 milhões de reais – o que equivale a menos de 0,01% do PIB. Esse valor seria destinado a esforços de restauração florestal e iniciativas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e valeria para os 3 primeiros anos – após esse período o investimento diminuiria para menos de 0,0026% do Produto Interno Bruto do país. “Esse custo é mínimo se a gente e as autoridades levarem em conta que o investimento em ações de conservação da floresta traz inúmeros benefícios para mais de 69% da população brasileira que vive na área de abrangência da Mata Atlântica. Estamos falando de serviços ambientais como regulação do clima, prevenção de enchentes e deslizamentos, melhoria na qualidade do ar e proteção do abastecimento de água”, explica Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica. "Na declaração do ecologista Mantovani está implícito a realidade que para reequilibrar o clima, ampliar as chances da saúde pública e melhorar a qualidade de vida de cerca de 100 milhões de pessoas no Brasil, são urgentes investimentos sustentáveis deste tipo", disse por aqui no blog da ecologia e da cidadania o nosso editor Padinha. O estudo em sua íntegra está disponível no site da Revista Science
Artigo científico citado:
BANKS-LEITE, C. et al. Using ecological thresholds to evaluate the costs and benefits of set-asides in a biodiversity hotspot. Science, v. 345, n. 6200, 29 ago 2014.
 

O ecologista Mário Mantovani é linha de frente da luta socioambiental no país...

...e diz que investimentos na ecologia ajudam também a reequilibrar o clima também nas cidades
 
Fontes: www.envolverde.com.br
             Revista Science
             Fundação SOS Mata Atlântica
             www.folhaverdenews.com
 

5 comentários:

  1. Mande para a gente aqui pro e-mail do nosso blog a sua opinião ou comentários: já recebemos algumas mensagens e logo mais as postaremos aqui. Aguarde.

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  2. Você pode enviar a sua msm para navepad@netsite.com.br

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  3. "É um informação que nos deixa com mais esperança, esta que diz que a recuperação da Mata Atlântica custaria no total ao Brasil 443 milhões de reais, algo que equivale a menos de 0,01% do PIB", opina por aqui Marina Sanches, de Salvador (Bahia) que pretende fazer pós-graduação em Biologia na USP em São Paulo.

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  4. "Uma boa pauta pros Presidenciáveis, depois não venham os candidatos a deputado e dirigentes políticos alegarem que não tem informações sobre como mudar e avançar o meio ambiente e a vida no país": Angelina Grow, de Altinópilis (SP).

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  5. "Seria interessante que também alguma TV de alcance nacional fizesse uma matéria sobre este assunto, muito oportuno nesse momento de campanha eleitoral, mas com certeza, tem outros interesses": quem nos manda este comentário é o professor de História Contemporânea, Cleacir Ramos, de Vitória (ES).

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