terça-feira, 21 de outubro de 2014

APENAS UMA MINORIA DOS INTERNAUTAS ENTRAM NA REDE EM BUSCA DE NOTÍCIAS

Uma pesquisa da hora para você conhecer mais do meio que difunde a sua mensagem todo dia

 
Nestes dias em que um dos assuntos mais debatidos por todos no dia a dia do Brasil são os levantamentos de intenção de voto para Presidente neste 2º Turno, aqui,  uma pesquisa feita pela Universidade Federal do ABC para a Prefeitura de São Paulo debate na verdade este meio de expressão e de comunicação da gente cada vez mais, este é em síntese um tema de interesse geral, como procura ressaltar João Gustavo Reva ao documentar esta parceria: "A gente aqui em nosso blog
Folha Verde News quer aumentar as informações e o entendimento sobre este meio de comunicação que nós usamos direto, todos os dias", comentou por sua vez o editor do nosso blog, Antônio de Pádua Padinha, repórter e ecologista, interessado em saber o alcance do webjornalismo: "Uso este meio como uma ferramenta para divulgar a luta pelo desenvolvimento sustentável, a criação do futuro da vida, a não-violência", informou Padinha, feliz ao saber que mais de 72% da população da cidade de São Paulo tem conexão de Internet em banda larga, porém, se preocupou com outros números, por exemplo, somente 16% das pessoas internetam em busca de notícias... Confira a seguir os números desta pesquisa da hora para todos nós internautas e internáuticos.
 


 
 
Os números desta pesquisa da Universidade Federal do ABC  revelaram que 83,8% dos paulistanos acessam a Internet todos os dias. Por outro lado, 10,9% dos moradores da cidade nunca em sua vida entraram na rede. Os dados mostram que a maior parte da maior cidade da América do Sul, 59% dos entrevistados já entram na web prioritariamente pelo celular  e a maior parte, 63,9%, para acessar as redes sociais. Os dados foram coletados por meio de entrevistas sendo processadas agora em outubro e feitas com 1.000 pessoas, entre junho e julho, em dez locais da cidade: duas praças que receberão redes de wi-fi gratuito de cada região da cidade. Até o fim do ano, a Prefeitura promete instalar essas redes em 120 praças da região. Até a primeira quinzena de outubro agora, instalou 71. A pesquisa faz parte de um monitoramento que a universidade fará do consumo de Internet na cidade, informa Bruno Ribeiro, de São Paulo, via Em Resumo. Ao todo, 72,9% dos entrevistados afirmou que tem conexão de banda larga dentro de casa. Mas 19,4% das pessoas não tem nenhum tipo de conexão em casa, um porcentual só um pouco maior do que o total de pessoas que disseram não ter computador em casa, 18%. Dentre as pessoas que não tem um PC, 46% disseram que é mesmo por falta de interesse, sendo que 11,1% das pessoas admitiram que não têm condições de ter Internet em casa. Somente 28% dos entrevistados internetam no trabalho. Um quarto das pessoas informaram ainda que só entram na rede à noite, quando chegam do trabalho. O site mais visitado pelo paulistano é o Google: 96,8% aponta o serviço de busca norte-americano como a plataforma que mais usa. Depois das redes sociais, os serviços mais acessados na cidade são as buscas e a leitura de e-mails, que são feitas por 21% das pessoas. Só 16% das pessoas entra na internet para ver notícias, porcentual próximo do total que navega na rede em busca de jogos e lazer (12,2%). Só 2,7% das pessoas navega prioritariamente para trabalhar pela rede, de acordo com o levantamento. A UFABC tem um convênio com a Prefeitura para acompanhar a efetividade do serviço que está começando a ser oferecido nas praças com wi-fi. Até outubro de 2015, será feita uma nova pesquisa, para identificar eventuais mudanças nos padrões de consumo da Internet na cidade e verificar o que deve ser alterado no programa. A Prefeitura de São Paulo cogita, futuramente, transferir a oferta de wi-fi à iniciativa privada. Em troca do direito de explorar espaço publicitário, a empresa ficaria encarregada de oferecer banda larga de alta velocidade e em mais locais, também na periferia, democratizando a Internet. O projeto, entretanto, ainda está na fase de discussões internas entre a administração pública e técnicos deste setor, considerado fator nº 1 da comunicação atualmente e que, portanto, tem a ver também com cidadania.
 
 

As redes sociais também um espaço para a cultura da violência
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A violência da realidade invade a web


 
Internet e crianças têm intimidade e opções de lazer
 

 
Sob o ponto de vista profissional a rede é um avanço em muitas profissões
 
 
Fontes: www.ufabc.educ.br
              www.folhaverdenews.com
 
 

9 comentários:

  1. Já que se discute tanto pesquisas hoje, por causa também da campanha eleitoral na reta final do segundo turno, abrimos espaço aqui em nosso blog para numa espécie de metalinguagem debater como está atualmente a rede, o nosso meio de comunicação.

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  2. O nosso editor de conteúdo, o ecologista Padinha, admite ter ficado surpreso com a constatação de que somente 16% das pessoas entram na web em busca de notícias: "Praticamente, 100% das vezes que interneto é para buscar informação, mesmo quando navego nas redes sociais ou mando e recebo e-mails", comenta aqui Padinha.

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  3. De toda forma, a ampliação de locais com wi-fi e da banda larga a um maior número e mais variado tipo de lugares, isso é elogiável, neste projeto da UFABC e a Prefeitura de São Paulo, porque envolve além do mais inclusão social e cidadania, aumentando o nível de informação da população.

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  4. Mande a sua opinião ou comentário sobre esta nossa pauta de hoje, discutindo o nosso próprio meio de comunicação: envie pro e-mail da redação deste blog: navepad@netsite.com.br

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  5. "Eu me considero mais um internáutico do que um internauta, acha meio fútil ou inútil agira dentro do padrão atual da moda urbana, sou assim um amante da era digital, da velocidade da informação e assim como o editor deste blog, também gostaria que mais gente entrasse na rede em busca de notícias, acredito muito na liberdade de informação das mídias digitais e aqui elas estão mais perto da realidade", é o que comenta Vitor Kairala, que atua em agência de publicidade, na área de criação, em São Paulo (SP).

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  6. "Isso é sinal do avanço dos celulares tipo smartphones, essa pesquisa diz que 59% dos paulistanos entram na web direto do celular. O interesse maior da população, em torno de 63,9%, é gente que entra para acessar as redes sociais. Está mudando o perfil do usuário e a Internet ficando mais rápida e acessível": este comentário é parte do texto que nos enviou por e-mail estudante da própria Universidade Federal do ABC, Marcos: "Fizemos uma greve aqui no campus de São Bernardo e toda ela à base dos celulares".

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  7. Isabela Mendes, de São Paulo (SP) nos envia um resumo de pesquisa da Digital Clarity que saiu no site Uol e resume o que defini um viciado em Internet: especialistas ainda permanecem divididos sobre o que é uma desordem de dependência da web:
    ◾ Passar horas online
    ◾ Ficar irritado ao ser interrompido durante a navegação na Internet
    ◾ Se sentir culpado após passar muito tempo na Internet
    ◾ Isolar-se da família e de amigos ou até da vida real devido a atividades excessivas na Internet
    ◾ Sentir euforia quando está conectado e pânico quando está off-line..."É mais um ângulo da importância deste meio de comunicação na atualidade da gente", escreve Isabela.

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  8. "Não adianta a tecnologia avançar, ficar mais rápido e acessível a Internet se as pessoas ao invés de somente assuntos pessoais e sociais não se interessar em se informar em portais, sites e blogs, a informação do internauta é que vai dar um maior avanço": é o comentário de Carlos Assis, que fez Comunicação e se prepara para um curso no exterior.

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  9. "Concordo que é chato demais a gente ver que nas redes sociais predominam fofocas e futilidades, mas tenho que reconhecer que com os smartphones e a tecnologia mais rápida, se as redes sociais forem usadas para coisas mais significativas (como está acontecendo agora na eleição) e o pessoal se informar mais, com certeza, aí sim, poderemos ter uma evolução cultural e não só tecnológica ou apenas um fenômeno de moda ou consumo": é a opinião de Marilda Ribeiro, de Curitiba (Paraná) que atua como representante comercial de micros, PCs e smartphones.

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