terça-feira, 7 de outubro de 2014

DILMA E AÉCIO NÃO SE BEIJAM NEM SE BICAM MAS TERÃO QUE FAZER UM GOVERNO DE MUDANÇAS E NÃO SÓ NA ECONOMIA

A análise está na BBC: cita comentário do Financial Times sobre mudanças econômicas no país mas o nosso blog ressalta também a necessidade de um novo equilíbrio com a ecologia...


"Quem quer que vença as eleições brasileiras no próximo dia 26 terá de lidar com uma mudança na área econômica, forçada pelo mercado ou implementada pelo governo", defende um artigo assinado publicado nesta terça-feira no jornal britânico Financial Times. O texto, parte de um material que ocupa ¾ de página no diário financeiro de alcance internacional, avalia que a economia brasileira terá de enfrentar um ano "duro” em 2015, possivelmente tendo de adotar medidas "dolorosas” para fazer a transição de um modelo econômico baseado no consumo interno e no boom das commodities, para outro, onde o crescimento venha através de investimentos produtivos. O autor do texto, o articulista John Paul Rathbone, contrapõe o desempenho da presidente Dilma Rousseff no terreno econômico, com as promessas do candidato opositor, Aécio Neves, de promover um "choque de gestão" para revitalizar a máquina econômica do país. Apesar do discurso mais favorável à iniciativa privada de Aécio, Rathbone observa que a presidente está à frente nas pesquisas. Se sua eleição for confirmada, ele argumenta, isto significa que a economia continuaria pedalando em 2015?...Para o autor, o país precisa de um "empurrão de credibilidade para reconstituir a confiança do investidor". Isto é reforçado por dois fatores: a reacomodação em patamares mais baixos dos preços das commodities (fonte de renda para o país) e a possibilidade de os EUA elevarem suas taxas de juros, o que deve implicar saída de capitais de países em desenvolvimento como o Brasil. "Qualquer que seja o resultado das eleições, a mudança está chegando para o Brasil, seja pela força da economia em movimento ou implementada pelo governo diante da pressão internacional", avalia Rathbone.
"Com certeza, o fator econômico e financeiro influi demais em todos os países como o nosso em desenvolvimento, mas também é preciso considerar que hoje tão importante e decisivo como a economia está o desenvolvimento sustentável, o equilíbrio com a ecologia, embora nesse ponto, nenhum dos dois presidenciáveis que estão indo para o 2º Turno tenham se posicionado em forma de um programa de gestão, embora façam discursos sobre a sustentabilidade", avalia por aqui no nosso blog Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, ao editar este comentário do FI, reconhecendo porém (dentro da perspectiva de análise de John Paul Rathbone) que "hoje em dia nenhum país vive isolado ou blindado das tendências que influem em todos os países do planeta".
 
Aécio e Dilma não se beijam nem se bicam mas são iguais num ponto...

...enfrentam o mesmo desafio e nenhum deles assumiu um Desenvolvimento Sustentável
 
 
Fontes: BBC
             www.folhaverdenews.com
 
 

7 comentários:

  1. Há controvérsias em relação a esta visão do Financial Times, no texto de John Paul Rathbone, especialista em economia e em finanças. Caso o Brasil opter por planejar uma gestão sustentável de desenvolvimento equilibrado entre a economia e a ecologia, os rumos podem ser outros.

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  2. Optar por um equilíbrio estratégico entre os recursos da nossa natureza e o interesse econômico é aliás o que os países em desenvolvimento esperam do Brasil, que pode vir a ser uma nova liderança internacional, caso mude a sua estrutura de desenvolvimento, com a sustentabilidade.

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  3. Mas talvez John Paul Rathbone esta certo porque nem Dilma Rousseff, do PT, nem Aécio Neves, do PSDB, se posicionaram claramente com um programa de governo voltado para a sustentabilidade e uma nova estrutura de desenvolvimento, infelizmente.

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  4. Envie o seu comentário, opinião ou msm, mandando o seu e-mail para o nosso blog através de navepad@netsite.com.br

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  5. "Este tipo de conteúdo, analisado por John Paul Rathbone e o comentário sobre nova estrutura de desenvolvimento deste blog, isto sim são enfoques bem melhores para uma eleição presidencial do que o debate de picuinhas e de agressões, quero ver propostas para decidir o meu voto agora no 2º Turno": é a msm que nos envia o engenheiro agrônomo Arlei Mendes, de São Paulo (SP).

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  6. "O país com qualquer dos dois candidatos caminha para um impasse, a não ser que Dilma e/ou Aécio mudem de conceitos sobre a gestão pública e planejem um desenvolvimento sustentável pro Brasil": é a opinião de Marilda Amaral, de São Paulo (SP), técnica em informática, que concorda com o enfoque de nosso post de hoje.

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  7. "A tendência é aumentar ainda mais os 20% de abstenção, bem como os votos nulos e brancos, estou pensando em entrar nesse time, no 1º Turno foram 28 milhões de votos desperdiçados, agora esse número pode dobrar, isso, se os presidenciáveis não começarem a apresentar propostas, que é o que o Brasil espera e precisa": o comentário é do economista e professor Juarez Santos, de São José dos Campos (SP).

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