quinta-feira, 16 de outubro de 2014

FINALMENTE ALGUMA CHUVA A PARTIR DE SÁBADO OU DOMINGO INFORMA A SOMAR METEOROLOGIA

São Paulo 40ºC: onda de calor dura até domingo, vem chuva também para o interior do país
 
 
São Paulo, capital de um deserto e do caos da seca, baixa umidade e calor
 

Foi a notícia mais feliz, quando ainda de madrugada a gente conferiu na previsão de tempo do programa Globo Rural, uma chance maior de chover por uns 5 dias ou noites de forma ainda moderada a partir de domingo, 20 de outubro: pesquisando no site da Somar Meteorologia, "essa possibilidade se confirmou, depois de muita reza brava e de protestos contra a falta de uma gestão socioambiental também por aqui no Sudeste que virou um Nordeste e não exatamente por culpa de São Pedro", comentou o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha, ao editar aqui em nosso blog Folha Verde News estas informações da hora. O calorão e o clima de deserto continuam em todo o território paulista e pelo segundo dia consecutivo a temperatura ficou acima dos 40ºC no interior. Calorão recorde de 41,2ºC em Valparaíso, esta é a 3ª mais alta já registrada na história das medições que começaram em 1961. Temperatura mais alta que essa foi vista em Iguape em fevereiro de 1933, quando fez 43ºC, segundo dados do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). Os termômetros alcançaram os 37,8ºC em Franca, recorde histórico absoluto. Na capital paulista não tivemos recorde, a máxima de ontem foi 28,2ºC no Mirante de Santana, localizado na Zona Norte. Na terça-feira fez mais calor que ontem, os termômetros alcançaram os 30,5ºC, mas a segunda-feira foi o dia mais quente desta semana, o Sol logo que aparece, aumenta o calor e diminui a umidade no decorrer do dia, hoje de novo em grande parte do Centro e do Sudeste brasileiro, sofrendo há mais de um mês uma massa de ar seco monstro. Os paulistanos nesta quinta já respiram aliviados após a passagem de uma frente fria pela costa de São Paulo. O céu está nublado, ou seja, úmido, mas os ventos vão mudar de direção no decorrer do dia e assim, favorecem a abertura e o aquecimento do Sol, aumento do calor e diminuição da umidade, reforçando o clima de deserto do Saara e/ou de caatinga nordestina na maior cidade da América do Sul e em pelo menos metade do Brasil, aí se inclui também o semiárido do Nordeste.  De acordo com os meteorologistas da Somar, a máxima chega aos 32°C na capital e a umidade relativa do ar oscila em torno dos 25% (no interior em torno de 15%) o que deixa a cidade e o interior do país em Estado de Atenção. "No fim da tarde, esperam-se ventos mais fortes do mar, diminuição da temperatura e aumento da umidade novamente" - afirma o meteorologista Celso Oliveira, essa brisa atenuará o clima mais na costa e até a macrorregião da Grande São Paulo. A onda de calor dura, pelo menos, até o próximo domingo. Segundo a Somar Meteorologia, a passagem de uma frente fria mais intensa traz chuva e derruba a temperatura em São Paulo e em algumas regiões do interior brasileiro a partir do dia 20 de outubro. "Com um atraso de um mês, estará chegando a Primavera, se estas chuvas vierem mesmo", comenta nosso editor Padinha: "Já em termos de uma gestão ambiental em São Paulo e no Brasil também, estamos sofrendo os efeitos de um atraso de duas ou três décadas".
 

A imagem mais esperada por 100% da população e da natureza no Sudeste nordestino do país
 

O Sistema Cantareira alarma ao informar que SP só terá água até novembro

Interior do país com quase 44 graus e umidade que chega a 15% em estado de atenção

Os desmatamentos no Norte, Centro, Sudeste e Sul do país são uma das razões

Culturas do interior como café, cana, soja, laranja, grãos sofrendo o caos da seca


 
Fontes: www.somarmeteorologia.com.br
             Globo Rural
             Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)
             www.folhaverdenews.com


 

7 comentários:

  1. Nos comentários a uma das quatro postagens anteriores aqui do blog em informação enviada por Clóvis Vieira, a partir de pesquisas de cientistas sobre o caos climático no Brasil, a gente alertou que ao lado da falta de uma gestão ambiental sustentável (economia ecológica), os desmatamentos são a razão desta Seca que assola o Sudeste e o Centro do país.

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  2. Os rios voadores, como são chamados os corredores ecológicos formados pelas florestas de vegetação nativa, traziam até o Centro e o Sudeste as chuvas vindas da Amazônia, o que não têm ocorrido mais. Para se recuperar esta ecologia vai se levar pelo menos uma década. O caos então predomina porque as frentes frias que vêm do sul não conseguem furar a massa de ar seco.

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  3. Neste contexto desértico ou de um Centro e um Sudeste nordestinos, clima da caatinga do semiárido, há prejuízos para a ecologia, a economia rural e a saúde da população. E quem pagará por este mega crime socioambiental? A culpa da seca em SP e no país por certo não é de São Pedro...

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  4. Agora, vem esta feliz notícia via Somar e Globo Rural de que há uma grande chance de cinco dias de chuvas ainda que moderadas a partir de domingo, 20 de outubro, com a Primavera atrasada em um mês...E o desenvolvimento sustentável do Brasil, atrasado em duas décadas...

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  5. Mande a sua informação, comentário, opinião ou mensagem, enviando o seu e-mail aqui prá gente: navepad@netsite.com.br

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  6. "Fiquei consternado em ver autoridades políticas e gente da Sabesp rezando em volta do Rio Canoas (na divisa de Franca com Minas Gerais), a gente até elogia a humildade deles mas lamenta a falta de uma gestão para estes problemas, esta falta de gestão é pior do que a de chuvas ou de água nos reservatórios, imagine como será 2015": é a msm que nos manda Mariza Moraes, que viu as fotos desta situação citada aqui no site do jornal O Estado de São Paulo.

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  7. "É urgente mesmo que venha a chuva já que não há medidas do Governo de SP e de outros mais", comenta Maria Angélica, de Campinas (cursando a Unicamp) e nos envia o seguinte resumo, de Luís Moura, do site Uol: "Seca atinge a represa Jaguari-Jacareí, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, que integra o sistema Cantareira. A falta d'água já atinge 13,7 milhões de pessoas em 68 municípios de São Paulo, fora a capital. Desses, 38 já adotaram o racionamento, três estão em situação de emergência e um em calamidade pública"...

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