quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

DIREITOS HUMANOS DESRESPEITADOS EM BH, EM SP, NO RIO, NO MEIO RURAL OU AQUI EM CIDADES DE TODO PAÍS

O verde Leonardo Mattos preside em BH a Comissão de Direitos Humanos e sabe que terá dificuldades: a luta por todo tipo de minoria é um dos maiores desafios em todo o Brasil


A luta humanitária no país é um dos maiores desafios da cidadania atualmente


A gente aqui do blog da ecologia e da cidadania recebemos com alegria esta informação vinda de Belo Horizonte (MG), dando conta que Leonardo Mattos, vereador do PV e líder da luta pelos deficientes físicos, foi eleito em reunião extraordinária da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor o novo presidente para o biênio 2015-2016. As reuniões de trabalho desta comissão de cidadania estão desde já agendadas para as terças-feiras, às 13h30, no Plenário Helvécio Arantes na Câmara Municipal de BH. Um espaço para o avanço dos Direitos Humanos e da Defesa do Consumidor, bem como de temas relacionados às lutas humanitárias: "A Declaração dos Direitos Humanos completará em 2015 67 anos no Brasil e até agora em mais de meio século não houve grandes avanços, porém, a eleição de líderes do movimento ecológico e de cidadania, como Leo Mattos em Minas, nos dão mais esperanças", comentou aqui no Folha Verde News, o nosso editor de conteúdo o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha. Conforme explicou o próprio Leonardo Mattos, esta comissão foi culturalmente deixada de lado nos últimos anos e o objetivo é torná-la o centro das discussões políticas de Belo Horizonte: "Temos um compromisso com todas as minorias da cidade, todos os cidadãos, independente de sua orientação sexual, raça, gênero, condição social, tem o direito de viver numa sociedade livre e mais justa ou sustentável, afirmou Leo Mattos, um dos principais líderes do Partido Verde no interior do país. O novo presidente afirmou também que além da apreciação de projetos, audiências públicas e debates, um dos trabalhos da sua equipe será uma revisão da legislação referente às minorias; "Queremos saber o que cada individuo desta cidade tem direito e como poderemos atendê-los para ampliar a condição humana de vida em BH". Entre outros vereadores de variados partidos, Leo Mattos terá o apoio de Pablito, também do PV, para levar adiante as lutas da cidadania, da participação popular e dos direitos dos cidadãos e das cidadãs. De toda forma, o trabalho que vem executado há anos por este pessoal em Minas exemplifica que é capaz que em 2015 se consigam mudanças e avanços nesse setor vital para a qualidade de vida da população, em especial,  dos menos privilegiados. É o caso socioambiental dos indígenas, em várias regiões brasileiras. E o das crianças e jovens negros e pobres da periferia das grandes cidades. Uma outra boa notícia para o setor é que o Fundo Brasil de Direitos Humanos doou recentemente em janeiro mais de 1 milhão de reais para projetos de combate a variadas formas de violência.


A questão socioambiental dos indígenas em várias regiões do interior brasileiro...

...tem semelhança com os casos de desaparecidos na violência urbana e rural

Conseguir lazer para a garotada faz parte da luta dos direitos humanos


"Nós sobrevivemos ao pau de arara mas o pau de arara sobrevive no país" (Alípio Freire) 




Esta Comissão de Direitos Humanos de BH pode agora criar em 2015 outra realidade...


...bem diferente do que a charge de Angeli denunciou no Rio de Janeiro em 2014

 

Inscrições para apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos se encerram dia 27

 

Uma fundação humanitária é uma alternativa para as lutas das minorias

O Fundo Brasil de Direitos Humanos vai doar mais de 1 milhão de reais neste ano para apoiar projetos que tenham o objetivo de combater a violência institucional, a discriminação e o tráfico de pessoas. A doação será feita por meio de dois editais: “Combate à violência institucional e à discriminação”, que disponibilizará um total de até 800 mil, sendo até 40 mil por iniciativa,  enquanto o edital “Enfrentamento ao tráfico de pessoas” deve conceder um total de 360 mil, também com o tetode 40 mil para cada projeto selecionado. As propostas devem ser apresentadas por organizações ou indivíduos que atuam na defesa de direitos humanos em todo país. Serão priorizadas organizações  ou defensores de direitos humanos que tenham poucos recursos e dificuldade de acesso a outras fontes. ou tenham maiores desafios a enfrentar. O projeto “Fortalecer para superar preconceitos”, realizado pelo Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+), em Pernambuco, é um dos 247 apoiados de 2007 até 2014 em diversas regiões do Brasil. Foi selecionado no edital anual do ano passado e está em execução. De acordo com André Valeriano Almeida Guedes, do GTP+, as organizações que atuam na defesa e garantia de direitos de populações estigmatizadas encontram imensa dificuldade para acessar editais. “Entendemos que sem o apoio do Fundo Brasil seria muito difícil trabalharmos com uma população de reeducandos (pessoas vivendo com HIV e Aids, gays, travestis e mulheres transexuais) nas unidades prisionais de Pernambuco, buscando minimizar as violações de direitos humanos”, diz André Guedes. No ano passado, foram beneficiados 17 projetos desenvolvidos na Bahia, Ceará, Piauí, Pernambuco e Maranhão com diferentes temas ligados a lutas ou problemas de minorias ou vítimas de preconceito, segregação, marginalização, má condição de vida. As inscrições dos editais de 2015 terminam agora no dia 27 de fevereiro. Mais detalhes no site indicado como fonte desta informação ao final deste post aqui neste blog de ecologia e de cidadania.
Criado sob a orientação de ativistas e acadêmicos respeitados, o Fundo Brasil de Direitos Humanos iniciou suas atividades em 2006, como fundação privada, sem fins lucrativos, com a proposta inovadora de construir mecanismos sustentáveis para canalizar recursos destinados aos defensores de direitos humanos, com vistas a fortalecer a solidariedade nacional, a condição humana de vida, as lutas de minorias ou vítimas das variadas formas de violência que assolam o Brasil.


As minorias da periferia ou das favelas são um dos maiores desafios da luta humanitária
 
 
Fontes: www.fundodireitoshumanos.org.br
              www.folhaverdenews.com 
 


6 comentários:

  1. Recebemos aqui na redação do blog algumas mensagens e comentários que logo mais estaremos postando para a sua informação. Aguarde.

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  2. Mande vc tb a sua msm, opinião ou comentário aqui para o nosso blog via navepad@netsite.com.br e/ou diretamente para o e-mail do noss editor padinhafranca@gmail.com

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  3. "Além da violência nos presídios, delegacias ou nos bastidores de manifestações de cidadania, o pau de arara como disse no post Alipio Freire ainda sobrevive no país, onde a forma de atuação policial segue sendo a mesma dos tempos ditatoriais": é a denúncia do ex-preso político José Sandro, de São Joaquim da Barra (SP).

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  4. "Lutar pela não-violência é uma das formas de defender as minorias e as vítimas dos erros ou dos limites da realidade brasileira": a msm é de Di Pereira, que integra um grupo de ação chamado Não Violência FC.

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  5. "Agradeço estas informações sobre o Fundo Brasil, vou acessar o site para inscrever um projeto de sentido socioambiental": a msm nos foi enviada por Josué, que informa ser técnico agrícola atuando no meio rural de Conquista (ES).

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  6. "Gente bem intencionada como o vereador do PV em BH ou apoios a projetos da comunidade, como o Fundo Brasil, ajudam a melhorar a situação de violência, marginalização e problemas socioambientais e huamanos, para resolver, só mesmo uma outra estrutura na realidade e na gestão das cidades, dos estados, do país": O comentário é do advogado Casemiro Vieira, de São José dos Campos, que diz ter encaminhado esta matéria do nosso blog para a OAB. Agradecemos a iniciativa.

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