quinta-feira, 12 de março de 2015

JÁ COMEÇOU A 3ª GUERRA MUNDIAL: ELA JÁ ACONTECE NA CHINA EM BUSCA DA ECOLOGIA PERDIDA NA VIDA ATUAL

BOMBA: A NOVA GUERRA ACABA DE COMEÇAR NA CHINA (BOMBA DA PAZ)

 

A notícia deste novo conflito mundial é dada pelo jornalista Reinaldo Canto, que tem know-how em matérias sobre Desenvolvimento Sustentável: ele escreve hoje em Carta Capital e já fez história na comunicação em várias emissoras de rádio e de TV em São Paulo, este seu texto está  também num post no site Envolverde. Aquecimento global: 80% da energia gerada na China é baseada em carvão mineral, um combustível fóssil altamente poluente e um dos maiores contribuintes do aquecimento global, escreve este especialista, abrimos espaço para o texto do Rei Canto até também em nome da não-violência e da paz que são possíveis numa realidade sustentável que podemos criar em todo lugar, todos juntos. Aqui no blog Folha Verde News, nosso editor o repórter e ecologista Padinha questiona: "Só haverá futuro na vida da Terra se a gente criar uma nova realidade sustentável". 



Aquecimento global: 80% da energia gerada na China é baseada em carvão mineral, um combustível fóssil altamente poluente e um dos maiores contribuintes do aquecimento global. Foto: EcoD
A batalha chinesa é contra a poluição: todos os países deveriam aderir, o Brasil também


"Uma guerra para recuperar a ecologia perdida precisa começar já em todo o planeta", comenta o editor do nosso blog Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha que posta aqui este texto de extremo valor, mensagem da  hora de Reinaldo Canto.  


Rei Canto faz um roteiro para a criação do futuro


"Pois é, quem poderia imaginar alguns anos atrás que o maior poluidor do mundo tomaria uma decisão como a da semana passada, ao fechar usinas siderúrgicas que não cumpriram metas para reduzir a poluição causada por suas atividades. As usinas fechadas estão localizadas na província de Shangdong e a região é responsável por cerca de 8 milhões de toneladas de aço produzidas anualmente, de um total de 1,2 bilhão produzidos pela China. Parece pouco, mas representa um severo compromisso do país com a redução dos estratosféricos impactos ambientais causados ao longo dos últimos anos de acelerado crescimento. Desde o ano passado a China já havia emitido sinais de que a poluição representava um perigo bem maior do que um crescimento mais moderado e que seria preciso fazer todos os esforços para reduzi-la. O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reforçou esse compromisso na abertura do Congresso Nacional do Povo na semana passada e deixou claro que outras indústrias poderão ser fechadas caso não alcancem os resultados esperados.Razões não faltam para essa “declaração de guerra”, a matriz energética chinesa está baseada no combustível fóssil não renovável carvão mineral. Para ficar mais claro 80% da energia gerada no país é baseada nele que além de ser altamente poluente é também um dos maiores contribuintes do aquecimento global. Se somarmos aos altos índices de contaminação e degradação de rios, desmatamento, consumo e urbanização acelerados dos últimos anos, temos aí uma equação capaz de colocar o futuro do país em risco. A poluição atmosférica tem sido responsável pelo agravamento de doenças e provocado um descontentamento generalizado das populações chinesas, principalmente as que residem em grandes cidades. Nos últimos tempos ficaram famosas as cenas de cidades encobertas por grossas nuvens de fumaça, pessoas com máscaras e atividades sendo canceladas como aulas, por exemplo, para reduzir a exposição das crianças aos malefícios dessa poluição. Por mais autoritário e fechado que seja o regime chinês, é inegável que as reclamações do povo, bem como, as visíveis consequências advindas da deterioração ambiental foram razões suficientes a sensibilizar as autoridades para essa “declaração de guerra”. Apesar do caráter dramático que os fatos relatados atingiram na China é difícil não constatar que o problema é generalizado. Rios e mares com suas águas contaminadas, poluição atmosférica, destruição de florestas e espécies, além das mudanças climáticas cada vez mais nítidas e cristalinas são problemas que afetam a todos, indistintamente.Se o país que mais cresce no mundo e, para muitos, já considerado a maior economia do mundo adota essa postura, o que as outras nações estão esperando para fazer o mesmo? Essa que poderíamos chamar de uma terceira guerra mundial seria muito bem vinda, desta vez não com o intuito de destruir pessoas, sociedades, países e culturas, mas para enfrentar e dizimar um inimigo comum capaz de colocar em risco a própria sobrevivência da espécie humana e de tantas outras que a milhares de anos habitam este planeta".

As energias mais ecológicas avançam o desenvolvimento sustentável

Fontes: www.envolverde.com.br
             Carta Capital
             www.folhaverdenews.com


7 comentários:

  1. Logo mais estaremos postando aqui comentários, mensagens e opiniões que já começam a chegar mal postamos este texto e abrimos o debate sobre esta pauta.

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  2. Participe vc tb, enviando seu e-mail para navepad@netsite.com.br e/ou direto para o nosso editor de conteúdo padinhafranca@gmail.com

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  3. "Se nós não criarmos o futuro, ele não existirá": trecho de um texto sobre Charles Chaplin, de Padinha, encenado com crianças pelo educador Wagner Campos em Franca (SP).

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  4. "Reinaldo Canto conseguiu um enfoque que dá mais visibilidade a essa questão socioambiental, isso faz parte do know-how dele como comunicador, como cita a apresentação nesse blog": Este é parte do comentário de Juracy Mendes, de Belo Horizonte (MG) que pretende fazer doutorado em direito ambiental na PUC de BH.

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  5. "Curti, tinha visto uma chamada no FB e vim conferir aqui, vou divulgar prá minha galera aqui em Araraquara": é a msm que nos enviou Maria Ana, que joga futebol no time feminino da cidade e pretende cursar Biologia, em especial, na USP.

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  6. "Um debate oportuno e o Brasil não pode ficar omisso, importante também neste sentido este artigo": é parte dos comentários de Jonas Rezenda, de Salvador (Bahia) ambientalista que nos enviou informações sobre os problemas que a poluição atmosférica causa no ambiente e nas pessoas. Agradecemos e divulgares numa primeira oportunidade.

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  7. "Só mesmo uma economia de guerra e uma ecologia de guerra também pode nos dar em qualquer lugar ou país uma melhor qualidade de vida e maiores perspectivas de solução sustentável pros problemas atuais": é a msm que nos envia o médico Dr. Carlos Guido, de Curitiba, Paraná, que por conta própria pesquisa questões sanitaristas naquela cidade.

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