quarta-feira, 8 de abril de 2015

AQUI HOJE UMA NOTÍCIA QUE VOCÊ VAI VOLTAR A LER SOMENTE EM 2030

Energia solar via satélite do espaço para a Terra: a tecnologia básica já existe mas ainda há  dificuldades, uma delas, são outros interesses que fazem com que as prioridades sejam outras em outros países assim como aqui


Assim como em todos os países, a questão energética no Brasil tem sido cheia de problemas, porém, alguns pesquisadores já encontraram soluções, somente que os governos priorizam outras questões e não o desenvolvimento sustentável: só isso poderia explicar porque não se resolvem as dificuldades ainda pendentes para se obter energia solar via satélite, já imediatamente, agora depois que cientistas japoneses conseguiram transmitir energia elétrica pelo ar. Os pesquisadores usaram micro-ondas para transmitir 1,8 kW de energia elétrica até um receptor que estava a 55 metros de distância. Apesar de a distância ser pequena, a tecnologia já está aprovada como um embrião da exploração da energia solar disponível no espaço para o uso na Terra, segundo um porta-voz da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA). A geração de energia solar no espaço é muito mais eficiente do que aquela feita na superfície do planeta Terra, já que ela pode ser realizada a qualquer momento, independentemente de horário ou clima, tendo também um alcance planetário de transmissão, o que fará ser muito mais acessível o custo da captação em vários país ao mesmo tempo, economia de meios, de tempo e de dinheiro. A proposta da JAXA é criar satélites capazes de transmitir a energia solar, equipados com painéis de armazenamento e antenas, suspensos numa estrutura a uma altura de 36 mil quilômetros da Terra. Além de governos terem outras prioridades não tão sustentáveis, ainda deve demorar algum tempo para que essa tecnologia de ponta possa ser aplicada. A agência japonesa estima que apenas na década de 2040 isso venha a  acontecer: "Temos que ter paciência e até lá resolver alguns desafios que com mais investimentos e boa vontade poderiam ser resolvidos já, como é o caso de desafios como encontrar uma forma de enviar grandes estruturas para o espaço ou como construí-las e/ou como mantê-las", afirmou o porta-voz da JAXA. Ele acredita que a pressão do movimento cultural dos ecologistas e dos cientistas possa ajudar a antecipar esta solução extraordinária: "Além do mais, esta captação de energia solar via satélite direto do espaço vai poupar a vida terrestre da poluição cada vez mais crescente das usinas termoelétricas, evitar apagões, acidentes socioambientais e também nucleares, impactos ambientais causados pelas megahidrelétricas, pelo efeito estufa também e proteger melhor os recursos naturais terrestres cada vez mais escassos como água, biodiversidade e o próprio equilíbrio ecológico do nosso planeta, hoje em risco de ser totalmente perdido", comentou aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News o nosso editor de conteúdo Antônio de Pádua Padinha ao postar por aqui estas informações que estão sendo destaque hoje em portais de ciência e de universidades, como no site AmbienteBrasil, em nosso país. Aliás, a ideia de gerar energia solar no espaço e transmiti-la para a Terra não é recente. A Nasa pesquisa a tecnologia desde a década de 1960 e o Japão mantém desde 2009 um programa específico sobre o tema, como também informa a INFO Online. "Quando a gente sofre aqui no Brasil, por exemplo, apagões ou fatos como os tanques de empresa petrolífera queimando e poluindo em Santos o bairro da Alemoa, com efeitos danosos à saúde da população, ao meio ambiente e à economia brasileira, a gente se sente assim ainda na préhistória da tecnologia solar, que já é possível, viável e urgente", argumenta ainda o ecologista Padinha. Enfim, o futuro tem chances de ser bem melhor mas ele precisa ser criado imediatamente, aqui e no espaço sideral, não pelos ETs e sim pelos próprios terráqueos. Estamos perdendo tempo, dinheiro e vida por falta de uma gestão planetária de desenvolvimento sustentável, como clamam alguns cientistas que já tem a informação e até a tecnologia mas têm que esperar decisões políticas.


Um sonho da Nasa, a agência aeroespacial japonesa Jaxa já conseguiu avançar este projeto

A ilustração sugere como poderá ser a estação para captar a energia solar via satélite no mar


Fontes: www.noticias.ambientabrasil.com.br
             www.folhaverdenews.com
 

7 comentários:

  1. Esta possibilidade que parece ficção científica ou futurista demais à primeira vista, na verdade, não é assim, ela já vem sendo pesquisada e planeja há quase 50 anos, inicialmente nos USA, agora também na UE e em especial no Japão, como nos informa a INFO Online.

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  2. Jason Koebler escreveu que colocar painéis solares no espaço e utilizá-los para transmitir energia sem fio à Terra é um dos projetos de engenharia mais incríveis de todos os tempos. Isso é possível? Vai acontecer algum dia? Ele diz que o problema não é falta de projeto nem de tecnologia...

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  3. Energia solar com base no espaço é um sonho desde abril de 1941, quando Isaac Asimov propôs a ideia num conto chamado “Razão”. O Departamento de Energia dos EUA estuda o conceito desde o meio dos anos 70, e, recentemente, como alternativa à energia nuclear. No entanto, ainda há pedras no caminho. Uma delas. Poucas pessoas já trabalharam de fato em projetos solares orbitais, mas na última segunda-feira, na convenção Satellite 2015, em Washington, DC, a emergia solar via satélite já foi debatida por cientistas como solução sustentável.

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  4. Por que devemos colocar painéis solares no espaço? Por mais fictício que soe, os argumentos a favor da energia orbital são bem diretos: estima-se que painéis solares sejam 10 vezes mais eficientes no espaço, e podem apontar para o Sol o tempo todo. Com uma usina no espaço, dá para transmitir energia para qualquer ponto na Terra, incluindo regiões remotas e pobres, ou zonas de guerra. Em teoria, é limpa, eficiente, sustentável.

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  5. Existe um detalhe nesta questão que pode ajudar. O Exército dos USA quer energia orbital. Para obter retorno do custo de construção de uma usina espacial, Rayermann disse que calcula algo como 5 dólares por quilowatt-hora. No momento, a média americana é de 12 centavos de dólar por quilowatt-hora — em outras palavras, a energia espacial não alimentará a cidade de Nova York tão cedo. Já o exército paga em torno de 10 dólares por quilowatt-hora em campos de batalha, onde precisam usar geradores a combustível. Isso torna as vantagens táticas e os benefícios de segurança da energia solar espacial atrativos demais. A energia solar para a guerra poderá se tornar um instrumento de paz.. “Há um interesse enorme por parte do exército nesse tipo de capacidade, transmitir energia a qualquer lugar do campo de batalha, na hora que for preciso, visto que hoje é necessário conduzir combustível entre estradas minadas, colocando em risco a vida de pessoas. Este lado belicista poderá agilizar este projeto planetário... E vir a ser ima ferramenta para desenvolver e melhorar a vida na Terra.

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  7. "Eu acredito que se a gente não for pelo menos um pouco futurista, não conseguiremos nos livrar dos problemas econômicos e ecológicos atuais em todos os países": a msm nos foi enviada por Cláudio Mendes, de Vitória (ES), especializado em geologia petrolífera.

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