quinta-feira, 16 de abril de 2015

O BRASIL NA CONTRAMÃO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO MUNDO INCENTIVA O USO DE AGROTÓXICOS NAS PLANTAÇÕES

O Inca (Instituto Nacional do Câncer) alerta, informa, analisa números e exige mudanças diante do fato que o Brasil lidera o ranking da morte, é hoje o país com maior consumo de agrotóxicos em todo o planeta a dano do meio ambiente e da saúde da nossa população



Uma realidade inaceitável para a saúde do ambiente e da população


O relatório divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) pede a redução do uso de agrotóxicos no país. O texto cita que o Brasil se tornou o maior consumidor desses produtos no planeta, chegando a ultrapassar a marca de 1 milhão de toneladas  recentemente, isso equivale  a um consumo médio de 5,2 kg de veneno agrícola por habitante.  A entidade médica  enfatiza no documento que o Brasil precisa mudar sua política de incentivo à produção de agrotóxicos, como a isenção de impostos ao setor, o que, segundo o relatório, é algo que vai na contramão das medidas protetoras da saúde recomendadas até pela OMS da ONU. Além disso, nosso país libera alguns tipos de substâncias que são proibidas em quase todos os outros países. O Inca pede que os marcos políticos para o enfrentamento do uso de agrotóxicos sejam cumpridos para que posa ocorrer uma redução progressiva e sustentável desses produtos no país A informação é do estudo “Agrotóxicos no Brasil: um guia para ação em defesa da vida”, publicado sem que a mídia tenha destacado como deveria em  pela pesquisadora Flavia Londres. A pesquisadora afirma que a liberação do uso de sementes transgênicas por aqui foi uma das responsáveis por colocar o Brasil no primeiro lugar deste ranking, uma vez que o cultivo dessas sementes geneticamente modificadas exige grandes quantidades de agrotóxicos: "Isso além de tudo compromete a biodiversidade e o já sutil equilíbrio ecológico e socioambiental, algo que está na causa de muitos problemas brasileiros, diminuindo as chances de saúde dos alimentos, do ambiente e das pessoas", comenta por sua vez aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News o nosso editor Antônio de Pádua Padinha no momento em que posta por aqui estas informações que estão sendo divulgadas com destaque só em alguns sites de notícias como o G1 e em portais especializados como o Ambiente Brasil.  O documento alerta também que a venda de agrotóxicos tem registrado constante aumento no país, saltando de US$ 2 bilhões para US$ 7 bilhões em menos de uma década, num destes anos agora chegou a alcançar valores recordes de US$ 8,5 bilhões anuais,. A advertência mais dramática ainda é que de acordo com o Inca, as atuais práticas de uso de produtos químicos sintéticos usados para matar insetos ou plantas no ambiente rural e urbano oferecem risco de alta gravidade à saúde.


Trata-se de um negócio em torno de 10 bilhões de dólares por ano (megainteresse de poucos...)




A higiene dos alimentos e o controle de venenos no plantio são a alternativa de saúde



Fontes: G1 
             www.ambientebrasil.com.br

             www.folhaverdenews.com


8 comentários:

  1. O Portal do Consumidor desta também alguns outros conteúdos deste problema. O páis deveria incentivar o plantio e o consumo de alimentos orgânicos, livres de venenos e que fortalecem os pequenos agricultores, no contexto, toda a economia e saúde na Nação.

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  2. O Inca afirma que essas substâncias geram grandes problemas como poluição ambiental e intoxicação de pessoas, como trabalhadores e moradores dos arredores de plantações e criações. "As intoxicações agudas são caracterizadas por efeitos como irritação da pele e olhos, coceira, cólicas, vômitos, diarreias, espasmos, dificuldades respiratórias, convulsões e morte", explica a nota do instituto, sediado no Rio de Janeiro. "Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer", destaca ainda o documento.

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  4. "Citando análises realizadas por órgãos oficiais, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, o Inca afirmou também que a presença de agrotóxicos "não ocorre apenas em alimentos "in natura", mas também "em muitos produtos alimentícios processados pela
    indústria, como biscoitos, salgadinhos, pães, cereais matinais, lasanhas, pizzas e outros que a garotada consome com prazer constantemente, isso precisa ser advertidos aos consumidores": é o comentário que faz Maria Celeste, que faz medicina na Unicamp e é da região de Ribeirão Pires (SP).

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  5. "O Brasil precisa mudar sua política de incentivo à produção de agrotóxicos, como a isenção de impostos ao setor, o que, incentiva o uso e neutraliza as medidas protetoras da saúde": é a sugestão de Isidoro Santos, que se dedica à produção de alimentos orgânicos, sem nenhum agrotóxico, em Vinhedo (SP).

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  6. "30% dos alimentos que consumimos contém agrotóxicos, temos que estar atentos, deixar de molho na água sanitária, depois lavar com água e sabão para aproveitarmos as frutas, legumes, verduras": é o comentário de Hermes Veloso (Franca, SP) que mantém na cidade o Empório Natural.

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  7. "Abrir mão deste negócio bilionários dos agrotóxicos, apoiar e popularizar os preços e os produtos orgânicos, essa é a mudança revolucionária que se espera para tonar o Brasil sustentável no meio rural": o comentário é de Mario Mendes, advogado em São Bernardo do Campo (SP).

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  8. "A ampliação da produção e do mercado de alimentos orgânicos, que com a a maior comercialização podem ficar mais baratos e populares, esta sim é a alternativa de solução sustentável para evitar os problemas para a saúde das pessoas e do meio ambiente causadas pelo tipo de agricultura que usa agrotóxicos e e se interessa pelo campo como business": o comentário é do estudante de Engenharia, na UFSCAR, federal de São Carlos (SP), Leandro Alves, que é de Salvador (Bahia).

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