domingo, 12 de julho de 2015

DECLARAÇÃO DE INCHEON DA UNESCO: A EDUCAÇÃO É O QUE IMPULSIONA O DESENVOLVIMENTO DE VERDADE




Em suma o documento da ONU valoriza a educação e a cultura para se chegar a um desenvolvimento sustentável


O texto da Declaração de Incheon está sendo divulgado pela Unesco e afirma que a educação é o principal impulsionador para o desenvolvimento de forma que o mundo alcance os objetivos do Desenvolvimento Sustentável, as decisões deverão ser votadas em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU. Aprovada em maio no Fórum Mundial de Educação 2015, na cidade de Incheon, na Coreia do Sul, a declaração está agora sendo divulgada pelo escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e nosso blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News abre também nosso webespaço para difundir este conceito da hora junto aos internautas, à população em geral e em especial junto à juventude que está cada vez mais ligada e indo à luta pelo avanço cidadania em São Paulo e em todo o Brasil que precisam mudar, investindo muito mais em educação e em vivências culturais para a garotada poder realmente crescer.




Sem avanço da educação e cultura não existe desenvolvimento de verdade


A notícia vinda da Coréia do Sul relata que ministros de cerca de 100 países participaram do evento, em que eles fizeram um balanço das metas e do tema Educação para Todos, analisando os dados da realidade no período 2000-2015, debatendo os futuros planos e objetivos que serão definidos para os próximos 15 anos, de 2016 a 2030 no encontro que acontecerá proximamente, em setembro em Nova Iorque nos Estados Unidos. "Esta é uma informação que deve nos mobilizar desde já aqui e em todos os lugares a gente precisa revalorizar a educação e a luta cultural em nossa vida", comentou aqui no blog da ecologia e da cidadania nosso editor Antônio de Pádua Padinha, também um defensor em várias postagens por aqui do Desenvolvimento Sustentável, que ele considera como sendo, essencialmente, um equilíbrio entre interesses econômicos e ecológicos, no caso deste post de hoje, entre as motivações de lazer ou de consumo e as de conteúdo educacional e que estimulam vivências culturais no nosso dia a dia.   


A Declaração de Incheon busca revalorizar a educação e a cultura também das novas gerações

Esta busca não é algo tão simples e fácil em meio à atual civilização do consumo


Equilíbrio é o tom da Declaração de Incheon, aprovada em maio no Fórum Mundial de Educação 2015, na cidade de Incheon, na Coreia do Sul, que teve a participação do ministro da Educação do Brasil, Renato Janine Ribeiro: ele passou algumas propostas, sendo que o representante da Unesco no Brasil, Lucien Muñoz e a coordenadora de Educação da  mesma entidade, a também brasileira Rebeca Otero, também compareceram para dar um apoio aos estudos e às decisões. "O Fórum tratou de questões como financiamento e qualidade da educação, que são muito importantes no momento atual. E justamente esta declaração sinaliza qual deve ser o caminho para o mundo construir a agenda dos próximos 15 anos”, foi o comentário de  Muñoz. A Declaração de Incheon diz em síntese que a educação é o principal conteúdo para a luta pelo desenvolvimento sustentável, este e outros pontos do debate deverão ser votados em setembro, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos. A referida declaração também assume o compromisso com a defesa de uma educação de qualidade e com a melhoria dos resultados de aprendizagem. (Esta diretriz parece que não foi considerada por governos estaduais como de São Paulo e do Paraná em recentes movimentos de professores e professoras). O texto servirá de base para a definição das metas internacionais no setor educativo a nível planetário para o período 2016-2030. Isso, se as autoridades públicas dos países ouvirem esta mensagem de sabedoria. Uma mensagem, aliás, superatual e oportuna no Brasil e em praticamente todos os países, onde os ideais de consumo sempre ou quase sempre são colocados acima dos interesses culturais e educativos, nem a todos interessa que o povo seja esclarecido, bem informado e inteligente...




Nem a todos interessa que o povo seja esclarecido, bem informado e inteligente...


Fontes: www.nacoesunidas.org  -  www.folhaverdenews.com



8 comentários:

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  3. "Com certeza a educação pode ser essencial para um desenvolvimento de verdade mas não é o interesse de muitos governos e autoridades, basta a gente ver o que rolou nas manifestações dos professores nas cidades de São Paulo e de Curitiba recentemente": o comentário é de Juliana de Morais, doutorada em Informática na UFMG.

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  4. "Ainda mais em meio a uma crise econômica e financeira, como agora, o primeiro corte das autoridades são as verbas em educação e cultura, o mesmo acontece com as empresas, que passam a reduzir muito o seu apoio cultural": quem comenta é Irani Mendes de Sousa, que atua em agência de publicidade em São Paulo (SP).

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  5. "É, tem a ver, eu me lembro dum filme de François Goddard em que um grande empresário dizia: - Quando alguém fala em cultura, logo tenho que pegar o talão de cheques...Essa visão crítica ressalta que educação e vida cultural deveriam ser vistas como o melhor investimento e não como um aborrecimento nos negócios": a mensagem nos foi mandada por e-mail de Ribeirão Preto (SP) pelo engenheiro eletrônico Alberto dos Reis Silva, que mantém indústria de automação na região.

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  6. "Positivo e lúcido este enfoque, educação e cultura levam mesmo as pessoas e os países a um desenvolvimento de verdade": o comentário é de Manuel Arantes, de Orlândia (SP) representante de computadores e de smartphones no nordeste paulista.

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  7. "A gente pode exemplificar com o estado de São Paulo onde 70% das crianças e adolescentes estudam na rede pública, não tendo nem de longe a estrutura educacional e cultural dos 30% da garotada com mais recursos que frequentam escolas particulares. A conclusão é que estamos criando para os próximos anos uma elite e uma massa a ser dominada por ela? É o que me parece, a Unesco está certa, temos que mudar esta situação": a opinião é do economista Marcos Pinheiro, de Araxá (MG).

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  8. "Concordo porque só com condição humana de vida o desenvolvimento é sustentável": a mensagem nos foi enviada por e-mail por Jurandyr Souza, de Belo Horizonte (MG) que vai fazer doutorado em Direito Ambiental na UFMG.

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