sábado, 18 de julho de 2015

O ECONOMISTA VERDE RICARDO ABRAMOVAY ANTECIPA INFORMAÇÕES SOBRE O BRASIL SUSTENTÁVEL QUE PRECISAMOS CRIAR

Este post é um convite para você visitar o site de idéias do autor de "Muito Além da Economia Verde"

Economista da USP, professor na FEA, ele escreve textos para o jornal Valor Econômico, livros, dá palestras e avança no Brasil informações para a criação de um futuro sustentável, com um tipo de desenvolvimento que equilibre o interesse econômico com  o ecológico: um dos conceitos básicos que pude captar de Ricardo Abramovay num primeiro contato de terceiro grau, ainda que online, é que para modificar a atual realidade brasileira é urgente mudar culturalmente nosso país, a começar por uma prioridade aos recursos naturais, para as energias limpas e renováveis como a Eólica e a Solar ou outras que podem vir por aí. O problema parece ser que ainda  há pouco investimento por aqui em inovações tecnológicas, a energia no Brasil está estacionada no Século 20, quando já deveria estar criando alternativas para o Século 22. Exagero à parte, por conta de meu entusiasmo em que nós possamos mudar e avançar a realidade do país (entusiasmo ou pressa diante dos desafios contemporâneos), Ricardo Abramovay cita que o setor energético é o que mais atrai inovações hoje, no planeta, Por exemplo, a energia Eólica tem um avanço global extraordinário hoje em dia (menos por aqui), isso dimensiona o que pode acontecer com outras alternativas renováveis, limpas, nos libertando dos erros e limites desta civilização do petróleo, da rotina da violência e da destruição da natureza. Bem, mas a seguir, confira, a gente posta aqui no Folha Verde News, blog do movimento ecológico, científico e da cidadania, (contatado com a não violência), só pequenos trechos que exemplificam bem o pensamento deste economista verde brasileiro, na sua luta cult. Estes pequenos são grandes trechos, na verdade, eles mergulham em grande profundidade ou voam com liberdade, de forma forma nos tiram da estagnação cultural, um dos mais graves problemas brasileiros da atualidade, para repetir a visão crítica de Ricardo Abramovay sobre nosso país. (Antônio de Pádua Silva Padinha, repórter e ecologista

O Brasil precisa mesmo avançar em inovação tecnológica e na nova cultura da vida

"O padrão de aprendizado passivo e a má formação dos estudantes se exprimem no atraso brasileiro em matéria de inovação. Mesmo quando se toma um segmento distante da fronteira da inovação contemporânea, as hidrelétricas, o know-how brasileiro está na construção das barragens. As turbinas para grandes barragens, segmento tecnologicamente mais avançado da obra, são feitas por empresas estrangeiras. O inegável avanço recente na instalação de parques eólicos esconde a mesma distorção. As habilidades das empresas brasileiras concentram-se nas partes menos valiosas: nas torres e nas pás. Mas das sete empresas significativas em tecnologias de aerogeradores (onde se concentram 60% do valor das instalações), apenas uma é brasileira e tem capacidade produtiva bem menor que suas principais concorrentes. Em energia solar, empresas brasileiras fazem as partes inicial e final do processo (a mineração do silício e parte da purificação, montagem e instalação dos painéis), mas estão ausentes das etapas intermediárias e de maior intensidade tecnológica. A exceção está na energia a partir da biomassa em cuja parte agrícola o Brasil disputa a fronteira da inovação, apesar dos problemas recentes com o avanço da pesquisa, derivados da opção dos últimos anos pelo uso de combustíveis fósseis e de seus efeitos sobre a expansão das usinas de cana-de-açúcar. Este quadro desolador relaciona-se certamente à tão conhecida maldição dos recursos naturais, a tendência permanente à sobrevalorização cambial e a dificuldade de obter uma inserção de qualidade nas cadeias globais de valor. É neste contexto que o trabalho de Rafael Dubeux mostra um dos mais importantes riscos ligados ao pré-sal: contrariamente à Noruega, que fez da abundância de petróleo um trunfo, criando e preservando um fundo do qual só se usam os rendimentos, no Brasil é o conjunto dos recursos petrolíferos que deve entrar na vida social, a partir de critérios de distribuição que dificilmente vão reduzir nossa distância da fascinante fronteira tecnológica da energia global do Século XXI". ( Trecho de um texto de  Ricardo Abramovay) 

O autor e economista Ricardo Abramovay vai à luta cult por uma realidade mais avançada no Brasil 

Fontes: www.ricardoabramovay.com
              www.folhaverdenews.com 

8 comentários:

  1. Deixe aqui nesta seção do nosso blog o seu comentário ou opinião sobre este resumo das propostas do economista verde Ricardo Abramovay: logo mais estaremos postando aqui mais informações e a sua mensagem.

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  2. Você pode também enviar o seu e-mail para a redação do nosso blog aqui navepad@netsite.com.br ou ainda direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo padinhafranca@gmail.com

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  3. "Mudar a economia será um grande passo para fugir do que este autor brilhante chama de Brasil ainda estagnado no Século 20": foi o 1º e-mail que recebemos por aqui, enviado por Dorival Mendes, de Brasília (DF), que atua na área de Informática.

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  4. "Vim conferir o convite que vi para entrar nesse blog e conhecer um pouco deste economista verde, gostei muito, vou visitar direto o site dele, agradeço a dica": a mensagem é de Mara Pinheiro, de Ribeirão Pires (SP), que atua na área educacional.

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  5. "Importantes as críticas deste economista que tem muita visão sobre o que precisa mudar no Brasil, isso, além da questão ética e da corruopção ou politicagem": quem comenta é Analice Moreira, de Campinas (SP) que se define como "executiva mas com cultura ecológica".

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  6. "Essa postagem hoje aqui com este economista brasileiro de ponta bate com uma notícia que eu vi na virada do ano sobre a necessidade de mudanças na vida do país para se chegar à sustentabilidade": a mensagem é de isidoro Pereira, do Rio de Janeiro (RJ), formado em Geologia e que se prepara para um doutorado ou na UFRJ ou na UFMG em que vai priorizar o tema Economia Verde.

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  7. O mesmo Isidoro Pereira nos envia notícia que captou na Agência Brasil: "Um estudo sobre os rumos da sustentabilidade no Brasil foi apresentado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. O trabalho intitulado Diretrizes Para uma Economia Verde e apresenta indicadores para alguns setores da atividade econômica sob o olhar da sustentabilidade".

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  8. "Ricardo Abromovay, que eu conheci na USP, tem críticas e propostas claras para o país e o planeta chegarem à sustentabilidade, enquanto que a maioria dos intelectuais ficam num blablablá danado e os governistas apenas citam o tema para se mostrarem atualizados": o comentário é de José Luiz Pereira Neto, que fez Jornalismo na Unesp de Bauru mas conta que acabou virando empresário de propaganda em São Paulo (SP). Ele cumprimenta nosso blog também, agradecemos e sugerimos aqui que ele nos envie um texto sobre suas observações a respeito de economia verde.

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