sábado, 15 de agosto de 2015

GEOBIAMA: A EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA NA AMAZÔNIA QUE VIROU FILME E DEBATE

Pesquisa e documentário enfocam tanto mudanças dos últimos seis mil anos na megarregião amazônica como os problemas atuais que complicam a realidade agora na Amazônia



Para a produção do documentário, foram reunidos pesquisadores do Inpe e especialistas em geologia, paleontologia e botânica do Brasil e exterior. Os especialistas atuam coletando amostras naturais da fauna da região, além de organizá-las em um banco de dados para análise. Segundo Dilce Rosseti, as mudanças naturais na composição da fauna da região foram causadas por mudanças climáticas e alterações ambientais, mas as mais sentidas na atualidade se devem à ação humana ou desumana de madeireiros, desmatadores, poluidores. “O Rio Madeira tinha um curso diferente, correndo a 30 km de distância do lugar atual. O Rio Negro, Solimões, Rio Branco, todos mudaram muito de posição com o tempo”. "Este tipo de alterações a própria natureza faz uma adaptação, já os efeitos de crimes ambientais e da ação de madeireiros, desmatadores, poluidores, as consequências estão aí hoje em dia neste caos do clima e do ambiente que pode ser agravar ainda mais", comentou por sua vez o editor do nosso blog Folha Verde News, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha.



As madereiras, os garimpos e outras atividades ilegais agravam a situação


A mineração, como aqui em Carajás, ainda não tem uma estrutura sustentável


O documentário tem direção do fotógrafo Fábio Rubinato e logo será disponibilizado pela Internet. Durante as gravações, além das descobertas do estudo, Rubinato afirma ter se assustado com o nível de desmatamento da região: "Tenho medo do que vi na Amazônia, na opinião de leigo mesmo, pois apesar das interferências naturais, o desmatamento segue sem controle e é uma prática muito difícil de combater, vejo como o principal problema". A produção do filme resulta de quase um ano de trabalho, acompanhando pesquisadores durante expedições na região e coletando entrevistas dos diferentes especialistas envolvidos com o tema. "Tentamos colocar uma linguagem mais acessível para o público em geral, que tornasse o conteúdo mais atrativo para todo mundo. O conteúdo é extremamente interessante e importante demais”, afirmou o diretor do filme Fábio Rubinato.


O convite que recebemos pro lançamento do documentário sobre esta pesquisa e expedição


Fontes: www.ambientebrasil.com.br
              www.g1.globo.com
              www.folhaverdenews.com


6 comentários:

  1. Importante o trabalho da geóloga Dilce de Fátima Rosseti, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), pesquisa e expedição feitas em parceria com a Universidade de Turku, da Finlândia: o documentário leva estas informações para todo o país e planeta, cumprindo uma função que avança o desenvolvimento sustentável que precisa existir na megarregião equilibrando os interesses econômicos com os ecológicos.

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  2. Logo mais estaremos postando aqui mais informações e comentários sobre a pesquisa, a expedição e o documentário, bem como sobre a própria Amazônia no centro objetivo destes trabalhos. Aguarde que vamos postar aqui, participe você também.

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  3. Poste aqui nesta seção o seu comentário ou envie a sua mensagem para a nossa redação navepad@netsite.com.br e/ou mande o seu e-mail direto pro editor do nosso blog padinhafranca@gmail.com

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  5. "As alterações geológicas ao longo do tempo são assimiláveis embora afetem o ecossistema, mas muito piores consequências e mais rápidas tem os crimes ambientais da atualidade": quem comenta é Giovana Moreira, de São José dos Campos, que foi à sessão de lançamento do filme e participou de debate com o diretor Fábio Rubinato e a geóloga Dilce de Fátima Rosseti.

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  6. "Trabalhos assim podem ajudar a reconstrução da Amazônia, que precisa recuperar a sua ecologia, a bem do Brasil e do planeta, já sem tempo": o comentário é de Jordão, jornalista de São Paulo (SP) que está preparando uma série sobre a população atual em torno do Rio Amazonas.

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