quinta-feira, 10 de setembro de 2015

BOMBA NO MUNDO DA LOTERIA E DO FUTEBOL DESCOBERTA PELA OPERAÇÃO DESVENTURA

Na onda de escândalos que abala o Brasil esquema criminoso causa 60 milhões de prejuízo e nosso blog de cidadania questiona e alerta sobre a corrupção se institucionalizando como um comportamento no dia a dia do país em vários setores e não só infelizmente entre os políticos


A operação da PF informa que mais de 60 milhões de  reais em prêmios foram desviados por  espertalhões em todas regiões do país da loteria...


A Polícia Federal afirma ter identificado Edilson da Silva Ferreira, ex-jogador da Seleção Brasileira, do Corinthians, do Palmeiras e de outros clubes, o popular Capetinha, pentacampeão do mundo em 2002 e bom de bola, como um dos alvos da Operação Desventura: o ex-futebolista, que agora é ligado a grupos de axé e pagode,  negou seu envolvimento ao site gazetaesportiva  mas a operação deflagrada na manhã desta quinta-feira, já está virando manchete na mídia nacional e internacional por conta da popularidade do ex-jogador e do esquema de corrupção que teria teria fraudado o pagamento de algumas das loterias da Caixa Econômica Federal. Edilson atuaria em dupla com um doleiro no esquema, mas a acusação ainda não foi compovada, a PF através de 250 investigadores há tempos vinham trabalhando em várias regiões do país, como Bahia, Goiás, São Paulo, Sergipe, Paraná e Distrito Federal (Brasília) e apontam que o esquema contava com ajuda de correntistas ou gerentes do banco, escolhidos por movimentarem grandes volumes de dinheiro. Eles teriam recrutado vários gerentes da Caixa para a fraude. Para a PF a se trata de um fato a participação de Edílson Capetinha neste esquema, porém, repetimos, pelas informações que conseguimos também no site da revista Exame da Abril, a Operação Desventura ainda não oficializou quais os nomes do doleiro e do ex-jogador da Seleção. Os valores dos prêmios não sacados deveriam ser destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Em 2014, ganhadores de loterias deixaram de resgatar mais de  270 milhões em prêmios, 5 milhões em prêmios da Mega Sena, além de outros na Loteca, bem como na  Lotofácil, Lotogol, Quina, Lotomania, Dupla Sena e Timemania. Com informações privilegiadas, eram corrompídos  gerentes, que se encarregavam de viabilizar o recebimento ilegal do prêmio por meio de suas senhas, validando de forma irregular, os bilhetes falsos. "Num momento em que há tantos escândalos e rolos no Brasil e no planeta, mas ao mesmo tempo, cresce o movimento pela ética e pela cidadania, este novo incidente pega mal demais e atrapalha vários setores e a Nação em sua autoestima aqui dentro e em sua imagem no exterior, neste momento de grande tensão", comenta por aqui o editor do nosso blog Folha Verde News: "Quase nunca enfocamos questões policiais mas desta vez estamos noticiando este esquema para mostrar e alertar que a corrupção no Brasil não se limita a políticos ou megaempresários e sim está se infiltrando no dia a dia do país, onde muitos querem levar vantagem sobre tudo e sobre todos", comentou aqui o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha.


250 policiais federais foram envolvidos nesta operação para acabar com o esquema 



Cartões e jogos falsos, funcionários e gerentes de bancos eram usados

O ex-jogador e empresário musical Edilson Silva Ferreira nega a sua participação




Fontes: www.exame.abril.com.br
             www.gazetaesportiva.net
             www.folhaverdenews.com


11 comentários:

  1. O ex-jogador e atual empresário musical Edilson negou em contato com o blog seu envolvimento no esquema de corrupção da loteria, mas a Operação Desventura vincula seu nome a de um doleiro no caso.

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  2. Não nos cabe julgar Edilson Capetinha nem ninguém mas somente informar e questionar a realidade moral do país, que prejudica também o avanço da cidadania, que é um dos focos centrais de nosso log.

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  3. Entre hoje e amanhã estaremos atualizando esta seção com mais informações e comentários, aguarde a próxima edição e participe desde já enviando a sua mensagem ou opinião.

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  4. Você pode entrar aqui nesta seção ou então enviar a sua mensagem para a nossa redação do blog navepad@netsite.com.br e/ou enviar um e-mail direto por nosso editor de conteúdo padinhafranca@gmail.com

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  5. A gente aqui no blog acolhe como um direito do cidadão Edilson da Silva Ferreira negar o seu envolvimento e esperamos que as investigações sejam feitas com imparcialidade e sem transformar o Capetinha num bode expiatório do esquema, que parece envolver muitos gerentes e funcionários da Caixa Federal. Parece, vamos aguardar os fatos.

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  6. "Mas também, caso Edilson esteja implicado, não podemos aliviar só porque é um cara simpático que atuou no futebol e atua na música": a mensagem é de Alberto Moreira, do Rio de Janeiro (RJ).

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  7. O carioca Alberto Moreira, técnico em Eletricidade empresarial, também completa sua crítica: "Espero também que esta bomba da loteria não venha a encobrir os esquemas corruptos do futebol e da CBF".

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  8. "Foram expedidos 54 mandatos de prisão não só na Bahia, em Goiás, em São Paulo, Sergipe, Paraná e Brasília, mas a midia só fala de Salvador e do Capetinha": a mensagem é de Pereira, que se identifica como um ex-jogador de futebol, que atuou em pequenos e médios times do interior e que sempre gostou do estilo de jogar e da alegria de Edilson, mesmo agora, quando virou Contador com escritório montado em Araçatuba (SP).

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  9. "Muito expressiva a música de Hélio Flanders, acho que esse cara tinha o apelido de Pinta, não sei se é o mesmo mas é um músico e poeta du caramba": a mensagem nos foi enviada do Rio de Janeiro (RJ) por Mario Reis Souza, advogado que informa ser pagodeiro todo fim de semana.

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  10. "A Polícia Federal e o Ministério Público informaram que Edislon usava sua fama para ter acesso fácil e aliciar gerentes ou funcionários da Caixa para fazer funcionar o esquema de fraudes das loterias en várias regiões do país": é a informação que nos manda Altair Corrêa, de Salvador (BH) que acompanhou por rádios locais as primeiras conclusões da investigação de 10 meses na Operação Desventura. Ele é torcedor do Vitória e de diz triste com estas denúncias.

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  11. "Edilson não participava do esquema, tanto que após ter sido ouvido pela Polícia Federal em Salvador foi liberado, não foi preso: foi a entrevista que ouvi do advogado do Capetinha, Thiago Phileto sobre a situação": quem nos informa é o mesmo Altair Corrêa, que atua no mercado financeiro.

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