terça-feira, 20 de outubro de 2015

TEORIA DA RELATIVIDADE CONTINUA VÁLIDA E SUGERE QUE POSSAM EXISTIR OUTRAS DIMENSÕES DE VIDA

Ao completar 100 anos a Teoria Geral  da Relatividade continua atual e valendo: Albert Einstein mudou dois séculos da ciência na Terra e além do mais lutou muito pela paz na vida da gente 




A teoria da relatividade geral de Albert Einstein transformou a compreensão humana do Universo e seus fenômenos, ela agora em 2015 está comemorando seu centenário sem ter perdido vigor e validade: todos os experimentos científicos realizados para verificação conseguem comprová-la, como explicou David Kaiser, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) à agência de notícias AFP: "Einstein mudou nossa percepção das coisas mais fundamentais, que são o espaço e o tempo, e nos abriu os olhos ao Cosmos a partir de sua interpretação dos buracos negros". O avanço conquistado pela ciência a partir deste homem extravasa os limites da Física ou da Astrofísica, hoje a gente já pode até imaginar o que Einstein dizia que "quanto mais depressa no espaço, mais devagar no tempo". Se a Física Quântica entrou em choque com algumas de suas idéias, posteriormente, a Teoria das Cordas atualizou o alcance da Relatividade, ampliando a vida para várias dimensões. "A gente não pode chutar que isso significa também que o homem pode existir além da vida e da morte em outras dimensões, mas existe também esta possibilidade ainda não foi desvendada pela ciência ou pela tecnologia", comenta por aqui no Folha Verde News o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha ao editar aqui informações jornalísticas sobre o centenário das teoria de Einstein em sites como mistériosdouniverso.net e hypesciense.com ou ainda na reportagem histórica postada em sites como Uol ou AmbienteBrasil. De toda forma, o físico alemão que viveu em Berna na Suíça e que passou os últimos anos de sua vida na Universidade de Princeton, no leste dos Estados Unidos, tendo apresentado sua teoria em 25 de novembro de 1915 na Academia Prussiana de Ciências, documento publicado em março de 1916, na revista Annalen Der Physik, continua vivo nas mudanças que causa na ciência e na vida da humanidade. O sonho de Einstein era conhecer Deus através da matemática, sintetizar tudo o que existe numa equação, reduzindo assim à essência a nossa vida, para que possamos avançar, e isso também no sentido espiritual ou da energia pura da vida.



Albert Einstein como cientista e como pacifista ou espititualista ampliou os horizontes e os limites da vida humana



A Relatividade Geral, uma das teorias mais revolucionárias da história, representou um salto imenso sobre a lei da gravitação universal de Isaac Newton de 1687, ao mostrar que "o espaço e o tempo não são imutáveis, mas fenômenos dinâmicos submetidos a uma evolução, assim como outros processos do Universo", diz Michael Turner, professor de Física e cosmologia da Universidade de Chicago. Foi Einstein quem avançou a teoria da relatividade em 1905 ao descrever a distorção de tempo e espaço por um objeto que se move a uma velocidade próxima à velocidade da luz, o que em si é imutável.  E também produziu sua famosa equação E = mc2, que desafiou as hipóteses da época, segundo as quais a energia e a massa eram diferentes. Ele demonstrou que se tratava da mesma coisa ou de um mesmo fenômenos visto sob formas diferentes. Dez anos mais tarde, a Relatividade Geral ofereceria uma visão mais ampla ano explicar que a gravidade é uma curvatura no espaço-tempo na presença de uma massa. Assim, o tempo passa mais lentamente na proximidade de um campo gravitacional como o de um planeta do que no vazio do espaço. Este corolário foi verificado comparando dois relógios atômicos, um deles na Terra e outro num avião em grande altitude, que mostrou-se ligeiramente mais atrasado. O GPS tão útil hoje é uma aplicação básica deste fenômeno. Os satélites têm relógios extremamente precisos ajustados para levar em conta esta diferença de tempo, sem a qual os GPS não poderiam funcionar. Segundo a teoria da Relatividade Geral, a luz também se curva por causa de campos gravitacionais potentes, algo que o astrônomo britânico Arthur Eddington confirmou com suas observações feitas em eclipse em 1919.  Einstein também previu que as estrelas no final da vida, quando já esgotaram seu combustível nuclear, entram em colapso sob sua própria gravidade. Então a, a sua envoltura externa explode numa supernova, e seu coração se transforma num objeto muito denso chamado “estrela de nêutrons” ou “pulsar”, que gira muito rápido sobre si mesma. Assim, estas estrelas podem transformar-se num buraco negro, cujo gigantesco campo gravitacional curva tanto o espaço que a luz não pode escapar. Segundo Einstein, estes corpos celestes, devido a sua massa, teriam que provocar ondulações no espaço-tempo, assim como uma pedra forma ondas na água.
Trata-se das ondas gravitacionais que os astrônomos esperam observar diretamente: "Isso confirmaria uma das últimas grandes previsões de Einstein, que ainda não foi verificada", explica David Kaiser.
Alguns instrumentos como o Observatório LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) nos Estados Unidos, ou o interferômetro laser VIRGO na Europa, podem detectar essas ondas nos próximos anos, estima este pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). No entanto, o maior desafio é conciliar a teoria da Relatividade Geral com a Física Quântica, os dois grandes pilares da física moderna. A Física Quântica, ao contrário da Relatividade, funciona perfeitamente para descrever os fenômenos em nível atômico, com várias aplicações que vão desde o transistor aos computadores, mas não funciona no nível do Universo. Para o cientista Michael Turner, da Universidade de Chicago, a teoria mais promissora para esta conciliação é a chamada Teoria das Cordas, segundo a qual as bases fundamentais da matéria não seriam as partículas, mas uma espécie de estruturas que como cordinhas elásticas vibram em diferentes frequências: "Esta teoria poderia responder eventualmente à pergunta fundamental da natureza do tempo e o espaço, sugere ainda a existência possível de outras dimensões", explicou Turner à AFP. Segundo o especialista, "a Teoria das Cordas é como uma grande cesta vazia na qual podemos colocar as esperanças e os sonhos da humanidade". No entanto, hoje estamos à espera de uma próxima etapa a ser conquistada pela ciência, esperamos na prática o próximo Einstein. 

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Quantas dimensões da vida existem? É uma pergunta dos cientistas e dos espiritualistas hoje em dia...
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Albert Einsitein e vários cientistas posteriores a ele estão ampliando os limites do universo da vida


Fontes: AFP 
              www.misteriosdouniverso.net
              www.uol.com.br
              www.hypesciense.com
              www.ambientebrasil.com.br
              www.folhaverdenews.com


7 comentários:

  1. Referências para as informações deste post, utilizadas pelas fontes citadas na postagem do nosso blog hoje: Brian Greene, 1999, The Elegant Universe - Michio Kaku & Jennifer Thompson, 1995, Beyond Einstein
    John H. Schwarz, California Institute of Technolog UFGRS - Teoria das Supercordas - Superstring Theory

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  2. Enquanto a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein prevê que a informação se perde dentro de um buraco negro, a Teoria de Cordas prevê que a informação não se perde, pois as cordas são infinitas, o que deixando a informação como luz e vida no horizonte do buraco negro. É em resumo uma explicação dos pesquisadores atualmente.

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  3. O princípio holográfico é uma hipótese baseada em teorias da gravidade quântica, proposta por Gerard 't Hooft (1993, Dimensional Reduction in Quantum Gravity, pp. 10026, arXiv:gr-qc/9310026) e aperfeiçoada e interpretada através da Teoria de Cordas por Leonard Susskind [1995, The World as a Hologram, Journal of Mathematical Physics, 36 (11), 6377], afirmando que toda a informação contida num volume de espaço pode ser representada pela informação que reside na fronteira daquela região, já que a teoria de cordas admite uma descrição em dimensão mais baixa em que a gravidade aparece de uma forma holográfica [Charles Thorn; Raphael Bousso, 2002, The holographic principle, Reviews of Modern Physics, 74 (3), 825]. Este princípio foi inspirado pela pesquisa de Steve Hawkings mostra que a máxima entropia de qualquer região é proporcional ao raio ao quadrado (área), e não ao cubo (volume). Desta maneira, a informação sobre os objetos que entram em um buraco negro está contida nas flutuações superficiais do horizonte de evento, resolvendo o paradoxo da informação em um buraco negro, no âmbito da ciência contemporânea.

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  4. Acredita-se que na próxima década, os aceleradores de partículas estarão encontrando evidências de supersimetria de alta energia. Se estas evidências forem confirmadas, será um passo convincente para que a Teoria das Cordas se torne um bom modelo matemático para a Natureza nas escalas subatômicas, ampliando as teorias de Einstein e assim talvez os limites da vida do homem.

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  5. Poste aqui nesta seção de comentários, a sua mensagem ou envie a sua opinião sobre esta pauta de hoje (100 anos da Relatividade de Einstein) ao e-mail da redação do nosso blog navepad@netsite.com.br e/ou ainda pro nosso editor de conteúdo padinhafranca@gmail.com

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  6. "Muito, muito legal este blog na forma como sintetiza e populariza as conquistas da ciência a partir de Albert Einstein, questionando mais mudanças e avanços na nossa vida": a mensagem é de Maria Santos Morais, de Assis (SP), que explica: "Não sou cientista, embora formada em Matemática, mas creio que o ser humano vai mudar ainda mais sua compreensão do mundo e da vida".

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  7. "Cá entre nós", comenta o editor do nosso blog o ecologista Padinha, "eu estava preocupado com sequentes mortes de pessoas queridas, como Abujamra, Chiachiri, Carlão Kuri, todas muito queridas, famosas ou não e fui pesquisar possibilidade de vida em outras diomensões: aí, encontrei estas informações sobre a Relatividade de Einstein, por sinal, fazendo 100 anos e a mídia nem se atentou para isso, tão importante para a ciência e a vida de todos nós".

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