sexta-feira, 13 de novembro de 2015

POR ESSAS E OUTRAS QUE DE VEZ EM SEMPRE CIDADES DO NORTE DO PAÍS TÊM UM SMOG NO AR

Amazonas registra recorde de queimadas em  2015 segundo dados mais recentes divulgados agora pelo Inpe

 

 
Foto do satélite Aqua da Nasa (Sensor Modis) captada pelo Inpe em Manaus

Existe uma tendência crescente neste problema amazônico que influi em todo país e planeta


O aumento de queda de florestas por queimadas desequilibra demais meio ambiente natural 




Desde julho deste ano, o Amazonas registra número elevado de queimadas em torno de diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação ficou mais crítica. Atualmente, o Inpe contabiliza focos de calor em diversas cidades. Autazes e Nhamundá lideram a lista com 23 casos. Em Maués, segundo o instituto, há 17 casos. Ao todo, são 202 incêndios entre 1º e 11 deste mês. Em Parintins, bombeiros foram acionados para conter um incêndio que chegou a atingir atingiu o aterro sanitário da cidade nesta semana. As chamas foram controladas só após cerca de 24 horas. Segundo a Secretaria de Limpeza Pública deste município, há indícios de que o fogo começou de modo criminoso. Na floresta ou no meio urbano, uma causa similar das queimadas. De acordo com o secretário deste setor em Parintins, Suammy Patrocínio, este é o terceiro incêndio que atinge o aterro em pouco mais de um mês. Pelos dados do Inpe, em agosto deste ano foram 4.548 focos. No mesmo período do ano passado foram 3.852, aumento de 18,1% foi registrado. O índice também é a maior marca dos últimos 17 anos de monitoramento. Este volume crescente faz aumentar a intensidade de vários problemas de saúde da população e da própria floresta, qualquer alteração na ecologia do Amazonas influi diretamente em várias outras regiões e ecossistemas do Brasil e até da Terra, inclusive diminuindo a regularidade de chuvas e também a produtividade agrícola, além de tudo. 


Este levantamento do Corpo de Bombeiros do Amazonas dimensiona o problema crescente

Fontes: INPE
             www.ambientebrasil.com.br
             www.g1.globo.com
             www.folhaverdenews.com 

6 comentários:

  1. "É mais um enfoque sobre o velho problema socioambiental. A cidade de Manaus amanheceu por vários dias encoberta por fumaça, por causa das queimadas na região. Teve dia que a fumaça branca era tão intensa na capital do Amazonas, que motoristas e marinheiros enfrentaram dificuldades para trafegar e alunos foram dispensados das aulas", nos informou Pedro Moura Matos, que atua em emissora de AM na região. .

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  2. De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Antônio Ocimar Manzi, doutor em Física da Atmosfera e coordenador brasileiro do projeto teuto brasileiro Observatório da Torre Alta na Amazônia (ATTO), o problema está realmente relacionado às queimadas no entorno das cidades no Amazonas. .

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  3. "Como à noite a superfície emite mais radiação do que recebe, a atmosfera se resfria de baixo para cima. Isto é, o ar mais frio e denso fica embaixo e o ar mais quente e menos denso, em cima. Esse processo cria uma camada de inversão térmica noturna que dificulta o transporte de ar, fumaça e poluição da superfície para a atmosfera mais alta", detalhou o pesquisador Antônio Ocimar Manzi.

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  4. Por várias vezes neste ano, por causa da fumaça, alunos da rede pública foram dispensados das aulas e motoristas tiveram problemas para trafegar. A exibição de um espetáculo no Teatro Amazonas, no centro da cidade, chegou a ser cancelado por causa da fumaça que atingiu o sistema de refrigeração do local. Enfim, problemas urbanos...e da floresta.

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  6. "Realmente os problemas de saúde pública empatam com os ecológicos e os econômicos, as queimadas precisam para já e as autoridades ouvirem os cientistas e os ecologistas, como a campanha do Greenpeace, Desmatamento Zero": o comentário é de Regina Helena Souza, de Santos (SP), professora de Geografia na rede pública estadual de SP.

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