domingo, 13 de dezembro de 2015

PÓS ACORDO DE PARIS AGORA É MAIS DA HORA AINDA LUTAR PELAS ENERGIAS LIMPAS E TECNOLOGIAS AMBIENTAIS

A tecnologia ambiental pode ajudar a criar um futuro sustentável com equilíbrio entre os interesses econômicos e os ecológicos para concretizar ideais da Conferência do Clima da ONU que precisam sair do papel e de projeto virar realidade no país inteiro e em todo o planeta, por aqui também

 

Cabe a nossa geração de seres humanos substituir a cultura do lixo pela da vida

Recebemos por e-mail de um ambientalista português, Antônio Alves Pereira, que mora em Lisboa e esteve em Paris durante a COP21, participando de manifestação dos movimentos ecossociais estas informações que postamos por aqui em nosso blog, ele as extraiu de um site bastante acessado na Unidade Européia eea.europa sendo que em resumo a mensagem diz que à medida que o preço do petróleo sobe ou há uma desvalorização da chamada cultura da CO2 ou da violência da poluição, aumentando as emissões de dióxido de carbono, continuando a impactar o clima e os ecossistemas da maioria dos países na Terra, neste contexto, a utilização das tecnologias ambientais torna-se indispensável para desenvolver as economias verdes ou as formas de vida mais sustentáveis, com mais saúde para o meio ambiente e a população. Confira a seguir uma síntese de algumas alternativas e tendências da tecnologia ambiental já plenamente desenvolvidas na atualidade e que são na prática o caminho do futuro.  


As energias limpas e renováveis como a Eólica e a Solar são o caminho da vida


Uma das propostas do Acordo do Clima é uma verba anual de 100 bilhões de dólares no setor do meio ambiente: a gente espera que isso se efetive e que não haja desvio dos recursos a bem do futuro da vida


As tecnologias ambientais fornecem soluções para diminuir os influxos de substâncias, reduzir o consumo de energia e as emissões de CO2, reaproveitar os subprodutos e minimizar os problemas da eliminação de resíduos. Melhoram a eco-eficiência, ou seja, permitem "fazer mais com menos", apoiam a aplicação de sistemas de gestão ambiental e tornam os processos produtivos mais ecológicos. Existem grandes oportunidades na Europa para utilizar melhor as mais recentes tecnologias nos domínios da energia, dos transportes e dos materiais utilizados. As empresas europeias são especialmente fortes na produção de energias renováveis e na gestão e reciclagem de resíduos, setores em que elas detêm uma percentagem do mercado mundial de 40% e 50%, respectivamente. As tecnologias ambientais são igualmente utilizadas para recolher informações sobre o meio ambiente, acompanhamento e pesquisa de dados para identificar a presença de poluentes, alterações na ocupação dos solos ou para detectar os efeitos na saúde humana através da bio-monitorização. As tecnologias ambientais têm potencial para, durante a próxima década, contribuir para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa entre 25 e 80%, a destruição da camada de ozono em até 50% e a acidificação dos oceanos e eutrofização até 50%. O setor da água enfrenta o desafio de desenvolver tecnologias novas e mais económicas que incluam os aspectos energéticos e as externalidades ambientais. Estão igualmente previstos avanços tecnológicos significativos e uma expansão do mercado no que diz respeito a soluções de aproveitamento de resíduos para a produção de energia em pequena escala e também ao desenvolvimento de sistemas de energia de biomassa. Para concretizar o potencial das tecnologias ambientais, será necessário criar maior aceitação do mercado. O desconhecimento dos custos reais da obtenção, utilização e eliminação de materiais e energia continua a representar um grande obstáculo para uma maior implementação destas inovações ecológicas. Os consumidores e os investidores precisam de conhecer com mais exatidão o desempenho e os benefícios ambientais das diferentes tecnologias para poderem comprar e financiar com toda a confiança produtos que são frequentemente novidade no mercado. Para apoiar este objetivo, setores ambientais dos governos europeus estão atualmente debatendo a forma como deverá ser a verificação dessas tecnologias e como será o processo da sua implantação mais cedo ou mais tarde. A promessa de investimentos de 100 bilhões anuais de dólares (nos próximos três ou quatro anos) vindos dos países mais desenvolvidos nos que ainda estão mais pobres ou em desenvolvimento, estes recursos poderão ser o canal para as energias limpas e as tecnologias ambientais finalmente avançarem no que será então, aí sim, a criação do nosso futuro.



Uma nova tecnologia mais ambiental será capaz de substituir também o lixo tecnológico atual

Energias limpas, renováveis, substituição da cultura do lixo pela da vida...


Fontes: www.eea.europa.eu
             www.folhaverdenews.com

11 comentários:

  1. Logo mais, mais informações: coloque aqui nesta seção o seu comentário, logo a seguir editaremos por aqui as mensagens sobre as tecnologias ambientais, as energias limpas e o Acordo de Paris sobre o clima.

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  2. Você pode também enviar a sua mensagem para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br e/ou diretamente para o nosso editor de conteúdo deste blog da gente padinhafranca@gmail

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  3. "A ONU vem tentando há tempos, já tinha antes ocorrido outras 20 conferências mundiais com governantes sobre meio ambiente, esta é a 21ª e por isso se chama COP21, assim como as anterior, corre o risco de tudo ficar no papel": é o comentário de Francisco Almeida, engenheiro agrônomo que atua na região de Campinas (SP).

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  4. "Sem energia solar, eólica, biomassa, um reequilíbrio do ambioente e do clima é só blá blá blá": quem comenta é Rodrigo Alvarez, de Vitória (ES), que é formado em Economia na UFRJ.

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  5. "A sociedade civil, cientistas, ambientalistas, temos mesmo que pressionar, as medidas só serão efetivas de verdade se houve da parte dos governos dos países a implantação de energias limpas e o fim do predomínio do petróleo no planeta": quem comentou foi a repórter de rádio, Marileine Batista, do Rio de Janeiro, da emissora de FM de Niterói.

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  6. "Pode parecer radicalidade demais mas propor formas mais naturais e limpas de energia que não sejam poluentes como as geradas pelo petróleo é o mínimo para que se consiga reequilibrar o clima e o ambiente": comenta Tadeu Flávio de Souza, atua em Gestão Ambiental e é um líder ecologista no interior do Paraná, sendo de Curitiba.


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  7. "Estou acompanhandp este blog e por aqui tenho ficado melhor informado que na chamada grande mídia, que é muito superficial nestes temas de importância para todos nós hoje": o comentário (agradecemos o apoio) é de Fabrício Souza Fernandes, de Franca (SP) que veio com seu pais e outros parentes de São Paulo para aqui no interior.

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  8. "Vai ser difícil, o Acordo de Paris não tem força de lei, vai depender da boa vontade dos governantes, ou seja, vai vigorar o lobby das multinacionais do petróleo que dominam os países": a opinião é de Maria Ana Ferreira Souza, que se formou em Geografia pela Unesp e atua no mercado de turismo em Santos (SP).

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  9. "A proposta dos índios de baixar de 2 para 1,5 graus o limite do aumento da temperatura em tese venceu mas as decisões não têm força de lei como queriam os povos indígenas na Conferência da ONU em Paris": quem comenta é João Fernando, de Cuiabá (MT) que vai cursar História na Universidade Federal do Mato Grosso em 2016.

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  10. "Acredito que até em nossas universidades é preciso mais espaço, maior divulgação e mais verbas de pesquisa para as energias limpas e as novas tecnologias do meio ambiente": o comentário é de Mauro Rezende, advogado, de Uberlândia (MG).

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  11. "Uma das formas mais eficientes para diminuir as emissões de GEE é a taxação do carbono. Poluir custa caro e não só para o meio ambiente.Este custo precisa pesar diretamente no bolso dos responsáveis pelas emissões. Os investimentos em tecnologias de ponta e em fontes energéticas de baixo carbono tem aumentado nos últimos anos mas ainda são esforços pequenos demais diante do desafio. É urgente que políticas energéticas mais agressivas sejam adotadas, que sejam eliminados os subsídios aos fosseis e que aumentem os incentivos ao uso de energias limpas e renováveis": o comentário é de Israel Klabin, autor de "A Urgência do Presente", que é uma biografia da crise ambiental...

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