terça-feira, 5 de janeiro de 2016

ANO VIROU COM PROPOSTA DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA TORNAR POSSÍVEL O FUTURO DA VIDA





Agenda da ONU 2016 indica desenvolvimento sustentável vital para os próximos 15 anos em todos os países da Terra, aqui no Brasil também

 

A Agenda 2030 da ONU é na prática também um roteiro para o desenvolvimento sustentável também do Brasil



Uma decisão aprovada por 193 países para transformar o mundo e o planeta entrou em vigor oficialmente agora na virada de 2015 para 2016, desde 1º de janeiro já está valendo em todo o mundo a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que foi adotada por líderes mundiais no mês de setembro de 2015, na sede das Nações Unidas em Nova York. Ela será posta em prática nos países? Este é o desafio do momento. A nova agenda é considerada histórica por ter propostas bem avançadas e transformadoras, convoca os países a iniciarem os esforços para alcançar o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos próximos 15 anos, sem o que, a chance de existir uma condição de vida humana e sustentável no planeta (e em nosso país também) não será possível. "Para os cientistas e ecologistas que se preocupam em criar o futuro, esta agenda da ONU é um apoio para a luta, servindo de alerta a autoridades públicas e políticas que não acordaram ainda e que é urgente ao extremo a necessidade de transformações radicais na realidade dos países", comenta por aqui no Folha Verde News, blog da ecologia e da cidadania o nosso editor, repórter ambientalista Antônio de Pádua Silva Padinha: "O desafio é acordar e sensibilizar os governantes que parecem movidos por outros interesses, para não dizer lobbies, contrários a um desenvolvimento de verdade". Ele editou aqui neste webespaço um resumo sobre estas informações sobre a extrema urgência de os governantes em geral passarem a fazer gestões que sejam econômica e ambientalmente sustentáveis.


Em nível planetário a ONU indica o caminho de mudanças sociais, econômicas e ecológicas vitais para existir futuro

Em vários lugares do mundo foram realizados encontros preparatórios para a Agenda 2030


Ahmad Alhendawi, diretor jordaniano da ONU, teve contato com jovens brasileiros no Rio


Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um contrato social entre os líderes mundiais e as pessoas, avaliou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. “São uma lista de tarefas às pessoas, aos governos e ao planeta, um guia para o sucesso e também uma motivação a mais para uma nova visão compartilhada da humanidade". Ou seja, estamos os seres humanos de todas as regiões da Terra no mesmo barco. E por enquanto, ele está no rumo errado. Os ODS, adotados por unanimidade pelos 193 países-membros em uma sessão  histórica da ONU em setembro de 2015, respondem às necessidades das pessoas, tanto dos países desenvolvidos como dos países em desenvolvimento, enfatizando que ninguém deve ficar para trás ou de fora. A Agenda aborda as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a social, a econômica e a ecológica, assim como aspectos importantes relacionados a paz, justiça e instituições eficazes. Dentro do ângulo socioambiental está também a saúde das pessoas e do meio ambiente. "Neste ponto, a gente lembra aqui que no Brasil são 60 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos sendo descartados de forma irregular ou inadequada, 60 milhões todos os dias! Isso representa 40% do lixo coletado em nosso país, o que deixa clara a grande urgência de uma revolução em saneamento básico", acrescenta ainda o ecologista Padinha, ao editar esta blog.  Esta informação é ligada a apenas um dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável indicados pela ONU e dimensiona o alcance das 169 metas da Agenda 2030 que a partir agora de 2016 serão reunidas anualmente num documento para controlar como estará avançando ou não este processo de transformações da realidade, que pode ser chamado de criação do futuro. Ele pode ser a rota de fuga do caos.


Fontes: https://nacoesunidas.org
             www.onu-brasil.org.br
             www.folhaverdenews.com 


9 comentários:

  1. Nesta Agenda 2030, a mobilização dos meios de implementação, incluindo recursos financeiros, desenvolvimento de capacidades e transferência de tecnologias, bem como o papel das parcerias, são também indicados e eles são reconhecidos hoje como essenciais em todo e qualquer país, em especial, em países como o Brasil, em crise.

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  2. A Conferência de Paris sobre mudança do clima chega a ser vista por muitos como o primeiro ato político para implementar a Agenda 2030. “O Acordo de Paris é um triunfo às pessoas, ao planeta e ao multilateralismo. Pela primeira vez, todos os países do mundo se empenharam em reduzir suas emissões, fortalecendo a resiliência, e agir na esfera internacional e nacional para enfrentar a mudança do clima. Ao combater a mudança do clima, avançaremos na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, disse o secretário-geral da ONU sobre este fato.

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  3. Transformar essa visão em realidade é, primeiramente, responsabilidade dos países, mas também irá requerer novas parcerias e solidariedade internacional. Todos têm que participar e todos têm contribuições a fazer ou responsabilidades a executar, é o que está em resumo nos documentos da ONU sobre esta agenda de ações necessárias para existir o futuro da vida.

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  6. "Reconheço como fundamental e histórica esta agenda de ações indicadas pela ONU, mas a minha pergunta é uma visão crítica da realidade dos políticos e dos países, submissos a outros interesses: ela será posta em ação?": o comentário nos foi enviado por Carlos Alberto Augusto Moraes, de São Paulo (SP), que atua como advogado de empresas.

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  7. "A necessidade do desenvolvimento sustentável e os caminhos para se chegar lá estão claros nesta decisão da ONU através da Agenda 2030 aprovada pela maioria dos países, o que falta ver é se cada país destes cumprirá estas metas, por exemplo, o Brasil": quem comenta é José Paulo de Carvalho, de Itu (SP), ele que é graduado pela Unesp e atua na área do agronegócio naquela região.

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  8. "Os países deveriam ser obrigados a cumprir as metas propostas pela ONU, já que foram aprovadas quase que por unanimidade. É o que vejo como saída para que os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável não fiquem só no inferno das boas intenções": o comentário é de Maria Lucia Santoro, engenheira ambiental, da UFRJ.

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  9. "Chegamos a uma situação limite no Brasil e em todo o planeta, partimos para o caos ambiental, econômico, social, a não ser que os governantes dos países ponham em ação os objetivos do desenvolvimento sustentável": o comentário é de Jarbas Barbosa, que é advogado especializado em meio ambiente, formado pela USP e atuando em Vila Velha (ES).

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