sábado, 5 de março de 2016

TRÊS DIAS ANTES DO "DIA DA MULHER" VIOLÊNCIA EXTREMA DO EI CONTRA UMA GAROTA SIMBOLIZA REALIDADE DE HOJE


Estado Islâmico tortura menina de 12 anos forçada a executar 5 mulheres no Iraque

 

Quase às vésperas do Dia Mundial da Mulher, agendado pela ONU para 8 de março, um fato da mais extrema violência contra mulheres, no caso, uma garota de 12 anos, dentro duma seção de tortura foi obrigada à força a executar cinco mulheres também prisioneiras. Um abuso monstro da organização terrorista Estado Islâmico. De acordo com informações do tabloide jornal britânico Daily Mail, vários soldados do grupo teriam forçado a menina de apenas pré-adolescente a provocar a morte de outras presas, uma das vítimas seria uma médica, que se recusara a tratar terroristas do EI feridos em ações de ataques. Esta crueldade teria ocorrido nesta semana na cidade de Nínive, no Iraque. Segundo o um outro jornal britânico The Mirror, esta foi a primeira vez que o grupo ultraradical cometeu um crime deste tipo, envolvendo uma menina no ato de violência, o que aumenta a gravidade da tortura. A gente raramente divulga por aqui no blog da gente casos violentos, porém, este, atingiu um dimensão tão desumana ou monstruosa, que o selecionamos como antícone da celebração do Dia da Mulher, como um alerta máximo em busca duma realidade com um mínimo de condição humana, seja no Iraque, no Rio de Janeiro, na Europa, nos Estados Unidos ou por aqui no interior do Brasil, onde cada vez mais aumenta o índice de crimes violentos contra mulheres. 



Uma das fotos de execução ou tortura do EI postada nos tabloides ingleses The Mirror e Daily Mail
Soldados do grupo ultraradical de terrorismo EI durante estas ações contra mulheres no Iraque
Foto do Daily Mail
Imagem do The Mirror


  
Os dois jornais, bem como o site R7 e o portalbenicio publicam também relatos de que os terroristas do Estado Islâmico estão obrigando combatentes mulheres para lutar na Líbia, mesmo que o Alcorão, o livro sagrado do Islã, proíba as mulheres de se envolverem em ações diretas de guerra e dentro deste contexto, choca ainda mais o fato de se usar meninas em sessões de tortura, houve outras crianças que já apareceram em vídeos de execuções do grupo, constatando violência extrema contra a mulher e a vida humana. No começo do ano, o EI divulgou um vídeo de uma criança britânica, de aproximadamente 4 anos de idade, que já vinha aparecendo em diversas propagandas dos jihadistas. Nas imagens, o menino aparece disparando um dispositivo que faz explodir um carro com quatro prisioneiros dos terroristas dentro, matando-os instantaneamente e espalhando pedaços de seus corpos pelos arredores. Depois de mandar o carro e os prisioneiros pelos ares, o menino aparece ao lado dos restos carbonizados do carro, com a mão levantada para o céu, sinal que se tornou um dos símbolos dos seguidores desta degeneração Estado Islâmico: o menino filmado em Raqqa grita Allahu Akbar (Alá é grande). Sim, Alá é grande, Deus é maravilhoso mas alguns homens são hoje extremamente  horrorosos. Não são no EI, mas em vários lugares do planeta. E em outros países, em variados crimes há também mulheres agindo com extrema violência. A nossa espécie está mesmo se transformando em seres desumanos, não só nas guerras, mas também em várias cidades de muitos países atualmente.


Fontes: The Mirror - Daily Mail - Reuters
              www.r7.com.br
              www.portalbenicio.com.br
              www.folhaverdenews.com 

8 comentários:

  1. The Mirror e Daily Mail colocam estes fatos como manchetes, talvez dentro de uma estratégia de "indústria da desgraça" em que a mídia vem se tornando aqui e em todo o lugar do mundo, em busca de maiores índices de leitura. Mas também isso sinaliza a violência de hoje, não só o EI.

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  5. "Acredito que se uma coligação de países e de preferência, os mais pacifistas e inteligentes, não tomarem um medida radical, sem o uso da violência, se for possível, o EI vai acabar por desequilibrar muitas novas gerações de seres humanos": a mensagem é de Irani Almeida, que é de São Paulo (SP) e frequenta mesquistas, dizendo ainda "estes loucos não têm nada a ver com o Islamismo de verdade".

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  6. "Concordo que toda esta crueldade, extremo de violência e de desumanidade simboliza bem parte da realidade atualmente nem só no Oriente, em qualquer cidade do mundo hoje": a opinião é de Lucas Ferreira que pede "uma nova cultura da vida e da não violência para as crianças de todo lugar serem estimuladas a criar uma nova realidade".

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  7. "Esta matéria de alerta e o clip postado aqui neste blog são um avanço para a não violência e para um avanço do ser humano urgentíssimo": a mensagem é de Rafaela Morandi, de Campinas (SP), que é italiana e veio ao Brasil fazer uma especialização na Unicamp, o detalhe é que ela domina o português melhor do que a maioria dos brasileiros e brasileiras...Vamos juntos, Rafaela.

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  8. "Allahu Akbar! Alá é grande! Sim, muito, mas muito maior do que o Estado Islâmico e a sua violência absurda. O Islã não é nada disso, Maomé dá uma mensagem espiritual, como toda religião tem um grande valor, mas o EI é uma abominação, para usar uma expressão bíblica": o comentário é de Tadeu Luís Pereira Alves, do Rio de Janeiro (RJ), formado pela PUC e que pesquisa religiões afrobrasileiras.

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