sábado, 2 de abril de 2016

A ENERGIA DOS TOMATES QUE VÃO PRO LIXO É UM LUXO SEGUNDO UMA EQUIPE DE CIENTISTAS DA NATUREZA



De repente tomate podre que vai pro lixo pode gerar o luxo do lucro e da energia 



Tomate até podre é muito útil e não só para arremessar em políticos...


Uma equipe de cientistas da Flórida (Estados Unidos) está explorando uma fonte limpa e no mínimo, incomum de eletricidade: tomates danificados e até podres considerados impróprios para a venda e para o consumo e que vão para o lixo. O projeto piloto envolve uma célula a base de combustível biológico que utiliza resíduos de tomate que sobraram das colheitas naquela região que é uma das mais tomateiras dos States. Todos os anos, este estado americano joga no lixo nada menos do que 400.000 toneladas de uma mistura de tomates danificados ou comidos por pragas e de sementes descartadas na produção de molhos. Todo esse rejeito é transferido para aterros sanitários, liberando metano, um gás de efeito estufa perigoso. Atento ao problema, um grupo de pesquisadores da Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul desenvolveu uma célula de combustível microbial especial para transformar os resíduos em eletricidade. Ou seja, transformar o lixo em luxo...Confira a seguir em detalhes esta informação da agência de notícias Reuters e do site brasileiro planeta sustentável que servem de fonte para esta postagem dos nossos blogs Folha Verde News e Flash de Ecologia.

 
O tomate é uma das maravilhas da natureza por todas as suas propriedades


 
Combustível microbial pode vir a ser uma fonte de riqueza no Brasil
 

O molho do tomate cozido tem muito mais propriedades positivas ainda não tão exploradas


Graças à ação oxidante das bactérias aeróbicas é possível processar os resíduos de tomate e gerar uma corrente elétrica. O pigmento de licopeno no tomate, segundo os pesquisadores de tecnologia de Dakota (USA), é um excelente mediador para incentivar a geração de cargas elétricas. O processo também neutraliza os resíduos, impedindo que eles emitam gases de efeito estufa, atualmente grande vilão do aquecimento global. Pelos cálculos destes cientistas da natureza, as tais 400 mil toneladas de resíduos de tomate desperdiçados na Flórida poderiam gerar energia suficiente para abastecer a Disney World por 90 dias!  Neste momento de testes em pequena escala, porém, os resultados são bem mais módicos, por enquanto, cerca 0,3 watts de eletricidade por 10 miligramas de produto. A ideia é aperfeiçoar o processo para aumentar a escala. Os pesquisadores apresentaram seus trabalhos neste mês em um encontro da American Chemical Society (ACS), a maior sociedade científica do mundo. Uma equipe de cientistas está explorando uma fonte, no mínimo, incomum de eletricidade: tomates podres ou danificados que são considerados impróprios para venda no supermercado. Serviriam para arremessar também em protestos contra alguns políticos...Bem, mas o projeto piloto envolve uma célula que é básica para este combustível biológico, transformando em lucro resíduos de tomate que sobraram das colheitas na Flórida, nos Estados Unidos. Todo esse lixo de tomates é transferido para aterros sanitários, liberando metano, um gás de efeito estufa perigoso, isso os levou a desenvolver uma célula de combustível microbial especial para transformar os resíduos em eletricidade. Graças à ação oxidante das bactérias aeróbicas, é possível processar os resíduos de tomate e gerar uma corrente elétrica. O pigmento de licopeno no tomate, segundo os pesquisadores, é um excelente mediador para incentivar a geração de cargas elétricas. O processo também neutraliza os resíduos, impedindo que eles emitam gases de efeito estufa, a luta contra o aquecimento global agradece à tecnologia de ponta. Estes testes foram o maior destaque, ainda que surpreendente, do evento de março/abril da maior sociedade científica de todo o planeta, a  American Chemical Society (ACS), pelo simples fato de transformar o problema do lixo numa solução sustentável, que pode ser vista como de luxo, hoje em dia, quando se busca um reequilíbrio da ecologia e um avanço da economia para promover um desenvolvimento de verdade, que ainda não existe nem aqui nem na China nem nos Estados Unidos. 


Depois de tudo isso, os tomates estão merecendo um samba enredo no Carnaval de 2017
 

Uma obra prima da natureza segundo pesquisas da Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul


Fontes: Reuters
             www.planetasustentavel.abril.com.br
             www.folhaverdenews.com

9 comentários:

  1. De repente este post mostra ao mesmo tempo a força da natureza e da tecnologia.

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  2. Equilibrar natureza e tecnologia ou economia com ecologia é o que há para definir com clareza o desenvolvimento sustentável.

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  3. Logo mais aqui nesta seção de comentários mais informações e mensagens, que vamos editar em seguida. Aguarde e confira.

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  4. Desde já você pode postar sua mensagem aqui nesta seção de comentários ou enviar um e-mail para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br

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  5. Uma terceira alternativa de participação é você mandar um e-mail com a sua mensagem diretamente para o nosso editor padinhafranca@gmail.com

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  6. "Eu gostaria de sugerir outras pautas, como esta, muito boa, que mostram a força da natureza e também da tecnologia atual mais sustentável": a mensagem nos foi enviada por e-mail por Alice Pedrosa, de Belo Horizonte (MG), ela que fez Tecnologia da Informação na UFMG. Vamos conferir as sugestões e depois apresentamos para vocês.

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  7. "Curti o comentário do texto deste blog de que os tomates não servem só prá jogar em políticos podres": a mensagem é de Fernanda Gonzales, do Rio de Janeiro, ela que é espanhola e veio fazer um curso na UFRJ, escreve e fala português com perfeição. Agradecemos o comentário de Fernanda.

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  8. "Superlegal este post e também o videoclip bem da hora, na luta contra tabus, nada ecológicos": a mensagem é de Rudney Peres, de Campinas (SP), estudante da USP em São Paulo, onde faz Comunicação na ECA. Agradecemos a sintonia.

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  9. "Vendo essa matéria comentei com o pessoal aqui em casa e aí improvisamos um molho feito só com tomates, manjericão, cebola, alho e shoyu. E não é que ficou 1o?...Foi um jeito de aproveitar a saúde desse vegetal": o comentário é de Alfredo de Assis, que divide uma república com outros 6 estudantes da Unicamp em Campinas (SP). Ele termina a mensagem escrevendo: "Valew".

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