terça-feira, 12 de abril de 2016

GIGANTES MARINHOS: A RECONSTITUIÇÃO DE COMO ERAM OS PRIMEIROS HABITANTES DA TERRA E DOS MARES INVADE SHOPPINGS DE TODO MUNDO

 

A exposição criada por paleontólogos e artistas da Argentina é oportuna agora porque cientistas acabam de descobrir na Colômbia parte do meteorito gigante que teria levado à destruição dos Dinossauros na Terra





O Dakosaurus nessa mostra é o fantasma preferido pela garotada de hoje



Foi há cerca de 66 milhões de anos que uma hecatombe planetária, segundo acreditam a maioria dos cientistas, acabou por provocar a extinção dos Dinossauros, mudando a face da Terra, onde outros monstros (conhecidos como seres humanos) hoje habitam os continentes, continentes que mudaram mas sobreviveram: uma equipe de cientistas liderada pelo geólogo Hermann Bermúdez encontrou agora na ilha colombiana da Gorgonilla, no Oceano Pacífico, fragmentos do meteorito que há 66 milhões de anos provocou  todo este megafenômeno de destruição e de transformação do nosso planeta. "São evidências restantes do megachoque do meteorito partículas milimétricas resultado de quando o meteorito se chocou”, afirmou Bermúdez à Agência Efe. Esta notícia internacional é debatida também em sites nacionais como AmbienteBrasil, Uol, G1, e aqui no blog da ecologia Folha Verde News relacionamos as duas informações, a da exposição Gigantes Marinhos (que o nosso editor de conteúdo conferiu ao vivo em Jundiaí (SP) no shopping mais central desta cidade a 50km de São Paulo) e a do noticiário que se refere ao gigantesco meteorito, que teria caído sobre todo o ocidente da Terra, provocando mudanças também nos oceanos, que levaram à extinção desta espécie de seres, nossos ancestrais aqui neste planeta. Num primeiro brake a gente resume o que é a exposição bem criativa dos Gigantes Marinhos, que está percorrendo shoppings de vários países, num segundo brake, postamos uma síntese da descoberta da Paleontologia acontecida nestes dias agora: ao se chocar com a superfície terrestre, o meteorito gigantesco e misterioso (também para pesquisadores de Ufologia) teria aberto uma cratera de mais de 200 quilômetros de diâmetro, o Chicxulub, localizado na Península de Iucatã e com o impacto fora do comum, teria então provocado uma série de tsunamis e uma catástrofe ambiental que produziu a extinção total dos Dinossauros e de toda uma era neste nosso pequeno planeta. 


O paraíso dos Dinossauros teria sido destruído por um megameteorito há 66 milhões de anos...
 

A préhistória invade os shoppings através duma arte de dimensão cósmica


Segue até dia 5 de maio no Jundiaí Shopping a exposição Gigantes Marinhos, uma viagem pela préhistória. Inédita no Brasil, a mostra veio da Argentina e está fazendo uma turnê pelas principais cidades brasileiras, começando por Manaus. A atração é gratuita e nela o público pode conferir espécies marinhas que habitaram os oceanos da Terra no mesmo período em que os Dinossauros dominavam a superfície deste planeta. Ao todo nove réplicas de fósseis pré-históricos encontrados no fundo do mar e na terra em regiões que, anteriormente, eram banhadas pelo mar, estão sendo recriadas, despertando nada menos do que uma emoção cósmica nas pessoas de hoje, segundo definiu o editor do nosso blog, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha: "São Plesiossauros, Lulas Gigantes, Peixes Anfíbios, um Sarcopterígio de quatro grandes nadadeiras que parecem os esqueletos de mãos ou de asas, perfeitas para pegar e para voar, incrível como as crianças e toda pessoa sensível reage por exemplo diante da figura do crocodilo gigante Dakosaurus, que apesar da aparência, tem muita beleza", comenta Padinha. Esta exposição extraordinária é o resultado de dois anos de dedicação de um grupo de paleontólogos e artistas argentinos da empresa internacional espanhola de exposições, Euroemeka, especializada em mostras para centros comerciais, a mesma responsável pela expô “Era do Gelo”, que  também fez sucesso em shoppings de todo mundo. Pena que os moradores de Franca tenham que ir a Ribeirão Preto, também no nordeste paulista, para conferir ao vivo esta mostra...O material utilizado na produção dos fósseis é a resina com textura especial e pintura acrílica. Entre as espécies se destacam peixes gigantes, como o Celacanto (peixe enorme extinto há milhares de anos) e Tubarões extintois ou crocodilos pré históricos, como o Dakosaurus, o fantasma preferido pela garotada. Esta exposição agrega ciência, cultura, diversão e conta com o apoio da Fundación de Historia Natural Félix de Azara. Um evento de valor.


A Euromeka reuniu palontólogos e artistas para reconstruir nove dos Gigantes préhistóricos

Partes de meteorito que provocou fim dos Dinossauros são achadas por um pesquisador agora na Colômbia



Artistas tentam reproduzir a hecatombe que teria disparado uma série de tsumanis em todo o planeta




Uma equipe de cientistas liderada pelo geólogo Hermann Bermúdez encontrou na ilha colombiana da Gorgonilla, no Oceano Pacífico, fragmentos do meteorito que há 66 milhões de anos teria provocado a extinção dos Dinossauros. “São evidências do choque do Meteorito, umas partículas milimétricas que são o resultado de quando ele se chocou”, afirmou Bermúdez à agência internacional de notícias Efe. Esses pequenos pedaços, denominados esferulitos, têm parte do material da plataforma continental do que hoje é a Península de Iucatã e que se fundiram com fragmentos do meteorito. Estes esferulitos têm dois centímetros de espessura e aspecto similar ao de bolinhas de gude, porque, de fato, são um material que hoje chamamos de vidro. Ao se chocar com a superfície terrestre, eles abriram uma cratera de 200 quilômetros de diâmetro, o Chicxulub, localizado na Península de Iucatã. O impacto ocasionou tsunamis e uma catástrofe ambiental que produziu a extinção total dos Dinossauros e de sua era nesse nosso planeta. De acordo com Bermúdez, trata-se de uma descoberta única porque grandes especialistas do mundo que colaboraram com ele, e que “conhecem todos os pontos do planeta onde há evidência do impacto”, disseram “nunca ter visto uma preservação fantástica demais como esta”. Ainda não está clara a razão para os fragmentos estarem tão bem conservados, mas a suspeita é que a Gorgonilla “estava no fundo mar” e só milhões de anos depois emergiu à superfície. Em outros lugares os materiais ficaram muito perto da superfície por milhões de anos. Este é o primeiro fragmento descoberto na América do Sul, já que até hoje eram conhecidos apenas os pedaços do Meteorito no centro e norte do continente americano. Isso permitirá, além de conhecer melhor do que ele era feito para saber o que acontecia no planeta há 66 milhões de anos. O cientista começou a trabalhar no tema ainda em 2004, arcando com todo o custo das pesquisas, já que, segundo ele, não há apoio para o trabalho científico na Colômbia. No ano passado,  finalmente ele conseguiu apoio internacional.  Apesar da falta de financiamento, este cientista espera continuar trabalhando para, com base nos restos achados na Gorgonilla, demonstrar que quando o Meteorito caiu houve um “megaterremoto de magnitude 13 (na escala Richter) que sacudiu todo o Ocidente”.
“Queremos juntar isto com outros vetores do México e do sul dos Estados Unidos para modelar a presença deste terremoto com evidências na Gorgonilla, onde esta muito bem preservado, como uma testemunha viva ainda hoje do nosso passado planetário". 


Dinossauros foram destruídos mas estão por aqui na Terra outros monstros (os chamados seres humanos)


Fontes: Efe- AmbienteBrasil- Uol- G1
              www.folhaverdenews.com

9 comentários:

  1. Os Dinossauros foram destruídos talvez por um megameteorito mas continuam hoje por aqui na Terra outros monstros (os chamados seres humanos)...

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  2. Este é um dos enfoques desta nossa pauta de hoje que mostra ao mesmo tempo o que é a exposição de arte Gigantes Marinhos e também a descoberta fora do comum que está acontecendo nestes dias na Colômbia, com últimos restos do megameteorito que se conservaram no fundo do Pacífico e agora estão na superfície...

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  3. Um sentimento cósmico toma conta da gente diante de fatos assim, a exposição e mais ainda, a descoberta da Paleontologia na Colômbia: mais dados e outros comentários aqui nesta seção, logo mais. Participe desde jpa, bote aqui a sua mensagem.

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  4. Outra opção é vc enviar um e-mail para a redação do nosso blog através do endereço navepad@netsite.com.br e/ou então mandar sua mensagem diretamente pro nosso editor de conteúdo padinhafranca@gmail.com

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  5. "Pena mesmo que esta mostra e tantos outros eventos de importância cultural não cheguem em Franca, mas vamos viajar para ver esta exposição": a mensagem é de Isaias Gonçalves, músico que está nessa cidade fazendo uma pesquisa histórica na Unesp local.

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  6. "A descoberta feita pelo geólogo Hermann Bermúdez na Colômbia merece mais destaque na mídia": é a opinião de Rafael Fernandes, de São Paulo (SP), biólogo formado pela Unicamp e que atua em empresa na baixada santista.

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  7. Mais ou menos dentro do tema deste post de hoje, Dudu, Aninha e Padinha estão fazendo uma canção:
    "Um pequeno dinossauro/já não pode mais voar/enjaulado ni zoológico/ e num shopping/ ele não está em seu lugar./ Ele não é da cidade/ mas é da Terra e do Mar./ Há 60 milhões de anos/ um meteorito estranho / mudou o planeta/ e mesmo com todo o tamanho/os dinossauros não conseguiram se salvar./ Hoje resta eu/sobrevivente/último ente/ da Terra e do Mar"...

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  8. "Aqui curti essa letra, no post as informações paralelas da exposição e da descoberta do geólogo dos restos do meteorito assassino, isso, além do clip superlegal": o comentário é de Mariana dos Santos Pires, de São Paulo (SP) e da USP.

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  9. "O maior monstro é o ser humano": comentário de Rubens Geraldo Meira, de Salvador (Bahia) que vive em São Paulo e atua na administração de empresa construtora.

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