sexta-feira, 1 de abril de 2016

UMA NOTÍCIA MUITO POSITIVA PARA O MEIO AMBIENTE DO PLANETA E DO NOSSO PAÍS (CASO ESTA INFORMAÇÃO SE CONFIRME)

A agência ambiental da ONU surpreende e informa que os investimentos em energias solar e eólica poderão aumentar bastante também por aqui no interior do Brasil


As informações são do novo relatório elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com o organismo de Finanças de Nova Energia da Bloomberg (BNEF), com o Centro de Colaboração para o Clima e o Financiamento de Energia Sustentável da Escola de Frankfurt: a agência ambiental da ONU calculou que, em 2015, os investimentos globais em energias renováveis atingiram o valor histórico de 286 bilhões de dólares. Conforma detalha o site EcoDebate, dentro deste boom de nova estrutura energética, os recursos para a energia solar no Brasil chegaram, pela primeira vez, às centenas de milhões, alcançando o equivalente a US$ 657 milhões. Já a  energia eólica dominou mercado brasileiro, angariando 5,7 bilhões de dólares em recursos. Aqui nos blogs Folha Verde News e Flash de Ecologia esperamos que estes investimentos cheguem também  até o nordeste paulista e o sudoeste mineiro onde estão sendo ansiosamente aguardados há tempos parques de energia eólica e placas solares sobre as águas das represas da grande rede regional de hidrelétricas.Fizemos há meses matérias sobre esta possibilidade de avanço tecnológico e energético por aqui, já havíamos desistido do avanço, porém agora fomos surpreendidos por esta notícia de uma onda de aumento dos investimentos em energias solar e eólica, o que seria ou será realmente muito positivo. Mas por aqui ainda não estão sendo implantadas usinas destas formas mais limpas de energia, importantes para o meio ambiente, para a economia e também para o consumidor, mas depois deste relatório internacional já estamos na expectativa deste avanço anunciado agora pela agência ambiental da ONU


Energias limpas como a eólica e a solar são positivas para o ambiente, para a economia e para o consumidor
 
Mão de obra e necessidade urgente de energias como a solar e a eólica já existem no Brasil


Segundo este relatório da ONU os Investimentos em energias renováveis atingiram o valor de 286 bilhões de dólares em 2015. O montante é um dos mais altos já registrados e foi, pela primeira vez, maior que o dobro do registrado para os recursos gastos com carvão e gás.  Além de quebrar este recorde, 2015 também foi o primeiro ano em que países em desenvolvimento investiram mais em energias limpas do que as nações desenvolvidas. O Brasil esteve surpreendentemente entre os dez maiores investidores do mundo de acordo com os dados deste novo relatório. Ele foi elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com seus parceiros e a pesquisa revela até que fontes renováveis já geraram 134 gigawatts adicionais em 2015, em comparação com os 106 GW produzidos em 2014. O valor equivale a 54% de toda a potência energética adicional produzida no ano passado. Essa quantidade de energia limpa já teria impedido que 1,5 gigatonelada de gás carbônico fosse liberada na atmosfera. Somados, os investimentos da China, Índia e Brasil – três gigantes da poluição e do CO2 – foi registrado um  aumento de 16% ao longo de 2015, alcançando 120,2 bilhões de dólares. A China responde pela maior fatia deste volumoso orçamento – quase 100 bilhões. Recursos do Brasil foram calculados em cerca de 7 bilhões. A maior parte dos investimentos está sendo destinada à produção de energia eólica (5,7 bilhões). Estimativas indicam que esse tipo de energia produziu dois gigawatts a mais em 2015 em nosso país. Também no ano passado, pela primeira vez, os projetos brasileiros em energia solar alcançaram a casa das centenas de milhões, já perto de chegar a 657 milhões de dólares. Segundo o relatório, isso poderia indicar o início de um novo grande mercado para o uso de placas fotovoltaicas e de grandes mudanças no desenvolvimento sustentável. Há dados oficiais, a serem confirmados, que foram investidos cerca de 1,8 bilhão de dólares para iniciativas envolvendo energia eólica no Brasil. Ou a mídia não tem informado corretamente ou há algum erro e defasagem ou equívoco nesta informação da agência ambiental da ONU, pelo que se observa na realidade brasileira, onde em um ano o que mais aumentou foram os investimentos na termelétricas, que são as mais poluentes para o ambiente e as mais caras para os consumidores. Tanto os cientistas como os ecologistas torcem para que o relatório da ONU esteja certo e que as previsões do diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner sejam confirmadas, de que haverá um boom de energias limpas nos próximos anos no Brasil e na Terra. Este relatório surpreende mas não deixa de ser também uma nova esperança de recuperação da ecologia perdida aqui e  em todo lugar do planeta.

Placas solares podem avançar a qualidade e a quantidade de energia na represas de hidrelétricas


Fontes: Agência ambiental da ONU - PNUMA - BNEF - Escola de Frankfurt
             www.ecodebate.com.br
             www.folhaverdenews.com  
 

7 comentários:

  1. Esta informação da agência ambiental da ONU foge muito da rotina do noticiário sobre energia no Brasil e até no planeta. Chega mesmo a ser surpreendente.

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  2. Estava sendo aguardada para setembro de 2015 a implantação de placas solares na represa da hidrelétrica de Sobradinho (no Rio São Francisco, na Bahia) e depois em outras hidrelétricas dp Brasil, inclusive da nossa região, no Rio Grande.

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  3. Apesar de anunciadas pelo Ministério de Minas e Energia há mais de um ano, elas não foram na realidade implantadas. Este fato também faz com que aumente a surpresa de cientistas e de ecologistas, sempre esperando por estes avanços.

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  6. "Não sei, estive recentemente no IPT da USP em São Paulo, pesquisando sobre energias eólica e solar no Brasil e não vi nenhuma informação sobre este relatório da ONU": o comentário é de José Pereira, engenheiro eletrônico.

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  7. "Oi, pessoal, espero que esta boa notícia não seja mais um pega de 1º de Abril": é o que comenta Maia Helena Barros, repórter em São José do Rio Preto (SP) que também se diz "surpresa com esta notícia".

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