segunda-feira, 2 de maio de 2016

AUTOR BRASILEIRO DE BEST SELLERS LANÇA LIVRO SOBRE COMO CONTER A CORRUPÇÃO (É FICÇÃO MAS PODE INFLUIR NA REALIDADE)

O autor Augusto Cury daqui da região acredita que a cura da corrupção pode acontecer também por um caminho cultural: famoso nacional e internacionalmente, vive em Colina (SP) e seu livro de ficção é uma inovação no movimento de cidadania no Brasil de hoje


Autor, médico e líder de cidadania, Alberto Cury lança livro que trata da corrupção


Através de reportagem de Ana Weiss, da Isto É,  fui informado sobre o novo livro de Augusto Cury, que vive por aqui na região nordeste paulista, em Colina (a cidade do cavalo, perto de Barretos), onde ele mora com a esposa e três filhas num sítio de 16 mil metros quadrados e pode assim vivenciar ali o seu lado de ecologista, além do seu trabalho de psiquiatra, de psicoterapeuta e de autor: Cury tem 27 milhões de livros vendidos no Brasil, é lido hoje em pelo menos 70 países e nestes dias tem três dos títulos que estão na lista das 10 publicações mais vendidas na categoria autoajuda, classificação que ele, por sinal, rejeita: "O que eu faço é divulgação científica”, costuma sempre dizer este médico e escritor, que chegou a se filiar ao Partido Verde (PV) na época de Marina Silva, no sentido de ajudar o movimento de cidadania para mudar o Brasil. Os seus ideais Cury busca praticar no seu dia a dia em uma casa no interior paulista que talvez futuramente seja ocupada pelo Instituto Alberto Cury. Ali onde mora, ele recebe mensalmente cerca de 100 convites para palestras, tendo tempo para fazer só cerca de cinco por mês, chega a receber até 10 mil reais por evento, conforme o caso. Agora, Alberto Cury, que é considerado um fenômeno editorial brasileiro, está lançando um romance que indica "métodos para vacinar e conter a mente criminosa que pratica corrupção", algo bem comum no país, mais claro na classe política, porém, um comportamento que está se disseminado em vários setores e profissões, até vai virando uma marca negativa na imagem do Brasil. Agora, mais um título que deve também entrar no ranking dos campeões de vendas aqui e nos quase 100 países onde ele já é um autor de prestígio também na área médica: "O Médico da Humanidade e A Cura da Corrupção" (Editora Planeta) tem como base a ficção de um jurista que envereda para a carreira política e é acometido pela "doença" da corrupção. A estória de Napoleão Anacleto de Alcântara Filho, o corrupto, é agora lançada numa época da história do país em que este tema está em todas as manchetes de toda mídia. A entrevista para a revista Isto É destaca que "reconhecido por suas teorias e soluções para problemas de ordem pessoal e psicológica, Cury trata pela primeira vez de uma questão de natureza social. Mas ele garante que não foi a crise política atual a despertar a ideia do romance que explica a origem e mostra soluções para o problema de desvio de caráter na lida com as leis. Segundo o autor de “Ansiedade”, “Gestão da Emoção” e “O Funcionamento da Mente” (os três presentes na lista mais recente de livros mais comprados no país), “O Médico da Humanidade” está sendo elaborado há pelo menos dez anos. "Mas confesso que tive muita vontade de criar um apêndice para tratar do momento brasileiro. Só não o fiz porque tornaria o livro datado e local", observou: "A ideia é que ele seja aproveitado por muitas gerações e em muitos lugares do mundo. Não penso nisso só pelo meu sucesso como autor, pois sou contra o culto a celebridades, razão pela qual sou avesso a entrevistas. É porque quero que essas lições sirvam para que as pessoas possam se vacinar e conter mesmo a corrupção". 

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A Isto É destaca no livro de Cury questões como populismo, política partidária, lobbies, congresso, ministérios...


Aqui, o autor e médico no dia a dia no sítio onde vive no interior paulista

Augusto Cury cita Sigmund Freud, Levy Vygotsky e Jean Paul Sartre para lamentar que ainda não se estudou sistematicamente no mundo uma forma de reconstruir a memória duma pessoa, como um caminho para conter o vício de roubar. Vê a Operação Lava Jato sob um enfoque de Jung, que pode ter efeitos positivos no inconsciente coletivo brasileiro, reconhecendo porém que não existe fórmula mágica para erradicar a corrupção entre os políticos hoje no Brasil, ele que pratica e acredita na luta através da cultura para mudar a realidade brasileira atual. Uma obra de grande valor que com certeza extravasa a área de autoajuda e inova a literatura com um livro de cidadania, um tema pioneiro de um autor que valoriza daqui do interior a luta cult para mudar o país. (Antônio de Pádua Silva Padinha)


Fontes: www.istoe.com.br
             www.folhaverdenews.com


9 comentários:

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  4. "Um enfoque diferente da pauta de todos os dias de todos os meios de comunicação no Brasil hoje": o comentário é de Isaias Almeida, professor, que atua na rede pública em São Paulo (SP).

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  5. "Surpreendente o tema deste livro, pode se tornar um dos sucessos não só de venda mas de cultura da vida no Brasil que era da natureza e virou o país da corrupção": José Antônio Lopes Souza, advogado que atua na região de Ribeirão Preto (SP) diz que vai indicar este livro de Cury para a OAB.

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  6. "Vou tentar pegar o livro, creio que é u8ma ficção hiperrrealista porque fala de temas que estão no dia a dia da política brasileira, questões como populismo, política partidária, lobbies, congresso, ministérios, corrupção": o comentário é de Adão José dos Santos, do Rio de Janeiro (RJ), técnico de exportação e importação.

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  7. "Estou curtindo a série de postagens aqui neste blog sobre cidadania, acho que é a necessidade prioritária do Brasil": Maria Helena Silva Lopes, de Curitiba (Paraná), economista. A gente aqui do blog agradece a atenção e nossa proposta é a mesma do livro de Cury ou das músicas de Criolo.

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  8. "Curti também o clip ilustrado com este personagem maior, se Jesus aparecesse no Brasil agora seria morto tipo assim como foi o Amarildo no Rio": a mensagem é de Olívia Santos, de Niteroi (RJ), que atua em emissora de rádio comunitária nessa cidade.

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  9. "Fico contente que o interior esteja "exportando" mais uma inteligência pro restante do país e para tantos outros países, alguém como Augusto Cury precisa ser valorizado no Brasil": o comentário é de Lígia Alves Salles, de São Paulo (SP), que tem parentes em duas cidades do interior paulista e leciona música (piano).

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