quarta-feira, 25 de maio de 2016

GAROTADA DA GERAÇÃO GAME TEM AGORA A CHANCE DE PENSAR ECOLOGIA E CONSTRUIR DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Construir um bairro pensando ecologia é a missão ou a aventura do novo game Block’Hood  que já bomba na Califórnia (USA) e está entrando agora no Brasil


BlockHood - image2
A aventura nesse game é construir uma cidade ecologicamente perfeita...
...nada tem a ver com a cultura da violência comum no setor

Duda Menegassi, no site O Eco, está com um post superinteressante sobre o Block'Hood, um game que abandona a cultura de violência que predomina neste tipo de lazer e tem como aventura principal pensar ecologia, buscar equilíbrio entre ambiente e economia. Uma série de jogos positiva para a garotada da Geração Game onde o usuário de jogos é responsável por construir casas e cidades inteiras: esta tarefa poderia nem ser novidade, mas há um mês um novo lançamento tem chamado atenção por trazer um conceito diferente: a ecoarquitetura. Block’Hood, ainda sem um nome em português, foi desenvolvido pelo arquiteto José Sanchez inicialmente como um projeto de pesquisa na Universidade do Sul da Califórnia, mas a empresa Devolver Digital comprou a ideia. O jogo hoje está disponível na plataforma Steam para Early Acess, que é uma alternativa para distribuir o jogo antecipadamente, ainda inacabado, para que os próprios usuários comentem, sugiram lances e façam críticas que ajudem os desenvolvedores do produto a chegar ao melhor resultado final possível. Com um design simples, cleam, o game atrai porque faz começar do zero a construção de um bairro, onde o foco de expansão é para cima e não para os lados, é possível criar prédios de até 20 andares, eles são construções verticais, radicais. O jogador precisa garantir os recursos básicos neste bairro virtual na dimensão de mudar a realidade urbana de hoje: água, ar fresco e eletricidade, fatores que no jogo significa criar uma fonte, construir um painel solar e plantar árvores. Block’Hood é uma operação ecológica dentro da lógica de cidade sustentável, trabalha com a ideia de que é necessário equivaler o consumo com a produção e para isso às vezes é preciso fazer malabarismo para compensar o desperdício de uns com a economia e geração de outros quarteirões. Neste jogo a Geração Game diferentemente de aventuras anteriores tem desafios diferentes, não há por exemplo um sentido de educação para a cidadania, por exemplo, uma população para cobrar medidas e ações do governo. O objetivo é manter a sustentabilidade do seu bairro e atender às necessidades de cada quarteirão, do ponto de vista de um arquiteto que planeja cuidadosamente a uma cidade ecologicamente perfeita, capaz de equilibrar sua demanda por recursos com a produção dos mesmos, sendo assim, mais do que autosuficiente, sustentável, na aventura de conseguir harmonizar a construção e a arquitetura com o equilíbrio do meio ambiente. O desafio é pensar ecologia. 


A Geração Game começa a ser nova vertente de comportamento e lazer...

...jogos de motivação esportiva, diversão com conteúdo ecológico...

...já existem games até para crianças bem pequenas em desafios na natureza

De repente, é um sinal de esperança para o futuro ser humano


Fontes: www.oeco.org.br
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. Logo mais postaremos aqui nesta seção outras informações sobre este jogo Block'Hood e sobre a Geração Game, aguarde a edição.

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  2. Desde já você pode colocar a sua mensagem aqui em nossa seção de comentários e/ou então, se preferir, envie um e-mail para a redação do nosso blog de ecologia e cidadania: navepad@netsite.com.br

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  3. Vc pode também mandar um e-mail direto pro nosso editor de conteudo, trocar informações e/ou sugerir pautas: padinhafranca@gmail.com

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  4. "Enfim, um oásis no mundo dos games, quase sempre com jogos violentos ou sem sentido maior para o dia a dia da realidade das pessoas, não é o caso me parece do Block'Hood": comentário de Ana Maria Berardi, de Juiz de Fora (MG), formada em TI pela UFMG.

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  5. "Superlegal, vou tentar baixar e passar pro meu filho": é a mensagem de Fabiana Moraes, que é de Araraquara, consultora de marketing e mãe.

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  6. "Boa essa alternativa de um jogo com conteúdo de ecologia e sustentabilidade, mesmo porque cada vez mais os games estão violentos demais": comentário de José Plácido, de Ituverava (SP)que viaja como representante comercial por todo o interior.

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  7. "A violência dos games é assustadora, se formos pensar nos efeitos sociais e psicológicos dos futuros cidadãos e cidadãs, algo mais positivo este Block'Hood, mas é preciso mais ainda em termos de número de opções nesta mercado de lazer": quem comenta é Roseli Almeida Salles, de São Paulo (SP), professora universitária que hoje atua na região de Cuiabá (MT).

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  8. "Até mesmo as diversões com os brinquedos tipo Lego são cada vez mais violentas, o mercado só pensa em atrair a atenção das crianças na era digital, produtos da empresa Lego não são mais tão inocentes como costumavam ser, a cultura da violência hoje predomina até no lazer infantil e juventil em todos os países da sociedade de consumo onde o fator nº 1 é o lucro e não o conteúdo": comentário de Geraldo Souza Júnior, de Sorocaba (SP), que informa ter acompanhado uma palestra neste tema na Unicamp nesta semana.

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