terça-feira, 31 de maio de 2016

QUAL SERÁ A PRÓXIMA CATÁSTROFE NA TERRA? PREVISÃO DE CIENTISTAS SUECOS ALERTA SOBRE EXTINÇÃO DE 10% DA HUMANIDADE ATUAL

Novas catástrofes podem dizimar 10% da população do planeta (mais do que as duas guerras mundiais) concluiu pesquisa feita pela Global Challenges Foundation (GCF)


 
Alguns de vários tipos de riscos de extinção em massa foram analisados


Um estudo está bombando na web por ter mapeado as chances de desastres naturais ou ambientais ou de saúde pública provocarem uma dizimação em massa da nossa espécie de vida: a pesquisa científica chamada Global Catastrophic Risks 2016 buscou responder a pergunta, qual poderá vir a ser a próxima catástrofe? A seguir aqui em nosso blog Folha Verde News informações nesta pauta colhidas na agência internacional de notícias Reuters e em uma reportagem de Gabriela Ruic  para os sites Exame e Planeta Sustentável, ambos ligados à Abril. Confira a seguir um resumo deste noticiário da hora. No curso da história, a humanidade sofreu com eventos de magnitudes avassaladoras e que dizimaram milhares de pessoas. Um exemplo foi a pandemia conhecida como "Praga de Justiniano" que matou 17% da população mundial entre 541 e 544. Outro foi a gripe espanhola que eliminou entre 2,5% e 5% das pessoas no mundo em 1918. Uma outra resposta buscada por este estudo feito na Suécia pela Global Challenges Foundation (GCF) foi diante duma outra pergunta que cientistas sempre têm que responder em suas palestras nas universidades: qual será
o melhor caminho para garantir a evolução e o futuro da humanidade? O relatório da GCF foi realizado em parceria com a Universidade de Oxford, buscando identificar e avaliar os eventos que, caso venham a acontecer, podem dizimar parte da população humana e/ou destruir o equilíbrio ambiental da Terra. Na introdução do estudo se cita que na 2ª Guerra Mundial a destruição pode ser vista como  "relativamente pequena" diante do que poderá se dar na atualidade e nas próximas décadas, na guerra mundial entre 1939 e 1945 apesar até das bombas atômicas, este conflito matou cerca de 3% da população terrestre. Há hoje ameaças de destruição de mais de 10% dos habitantes da Terra. Em resumo, aqui a seguir estão quatro dos eventos que podem provocar uma destruição em massa, segundo estes cientistas da Suécia.  Os especialistas da GCF lembram que os Estados Unidos, por exemplo, são os donos de ogivas com rendimentos que variam entre 5 e 455 quilotoneladas. A Rússia, por sua vez, tem ogivas com rendimentos de 50 até 800 quilotoneladas. Há ainda casos paralelos como da Coréia do Norte. Qual o impacto dessas ogivas, se usadas? Bom, o estudo cita a bomba conhecida como "Little Boy", usada pelos EUA em Hiroshima (Japão) em 1945, ela tinha "só" um rendimento de 15 quilotoneladas. Entre 66 mil e 100 mil pessoas morreram na cidade japonesa em decorrência da explosão. As chances de uma guerra nuclear total são uma incógnita. Contudo, como demonstra o estudo sueco, a história já nos deixou próximos desses eventos. Um exemplo é a crise entre Rússia e Noruega em 1995. (Na ocasião, os russos confundiram o lançamento de um foguete norueguês com um ataque nuclear, mas ele portava equipamentos científicos para o estudo da aurora boreal). Pesquisadores apontaram uma situação específica em que o mundo deve se manter atento é em relação às disputas territoriais entre Índia e Paquistão, sendo que os paquistaneses já alertaram que podem fazer uso de suas armas nucleares na ocasião de agressões e neste conflito acabar por detonar uma extinção em massa nesta região do planeta. Mas além do risco nuclear, há as epidemias (pelo menos 10 delas já são uma ameaça real à saúde da população) e podem provocar um surto de doenças podendo causar milhares e até milhões de mortes em muitos lugares, em todos os continentes. Além das doenças, os desequilíbrios ambientais e as mudanças climáticas, que têm sido muito debatidos ultimamente, devido ao alerta feito por cerca de 100 cientistas ligados ao IPCC da ONU. Isso, sem contar com desastre tipo naturais, que podem ser agravados pelas condições atualmente precárias e e com superpopulação em alguns pontos terrestres. E por fim, existe ainda a possibilidade de acidentes cósmicos e até de origem extraterrestre. "Nenhum de todos estes tipos de perigos é maior do que a violência atual dos chamados seres humanos", comentou Peter Fabri, free lancer de reportagens ecológicas na Europa, analisando detalhadamente os quatro maiores riscos de destruição da vida feitos agora na Suécia pela pela Global Challenges Foundation.



Em algumas regiões muito populosas mais chance de desastres naturais


Novas epidemias estão entre os maiores riscos da atualidade


O potencial de destruição nuclear aumentou demais nos últimos 70 anos


Poluição e produtos transgênicos ou antinatureza estão entre os riscos


Fontes: www.exame.com
             www.planetasustentavel.abril.com.br
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. Logo mais, mais detalhes e informações sobre este levantamento da GCF, sendo que uma das conclusões nos chama mais a atenção: de todos os maiores riscos, o pior é a violência atual dos homens e das mulheres.

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  2. Coloque aqui nesta seção de comentários desde já a sua opinião ou se preferir envie uma mensagem pro e-mail da redação do blog navepad@netsite.com.br e/ou nos mande fotos, informações, comentários ou mensagem direto pro e-mail do nosso editor de conteúdo deste blog padinhafranca@gmail.com

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  3. "Nem precisa ser profeta ou catastrófico para hoje se perceber que podem acontecer grandes desgraças, não houve uma evolução tão grande da humanidade": é o comentário de Elizeu Almeida, de Santos (SP), que se dedica a estudos esotéricos que segundo ele "batem exatamente com o que a ciência atual diz".

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  4. Elizeu Almeida, arquiteto, nos manda uma série de informações sobre outros aspectos desta pauta que na 1ª oportunidade poderemos postar neste blog, agradecemos o envio.

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  5. "É praticamente consenso científico que o destino da humanidade é igual ao de qualquer outra espécie de ser vivo que conhecemos: a inexorável extinção. As grandes perguntas, então, seriam como e quando? De acordo com uma equipe internacional de cientistas, matemáticos e filósofos do Instituto do Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, o fim dos homo sapiens sapiens pode chegar ainda no final desse século": parece uma visão apocalíptica mas ela tem um fundamento, segundo Olavo Ribeiro, que nos enviou esta mensagem, captada na BBC.

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  6. "Neste relatório da Universidade de Oxford, que se chama "Riscos Existenciais como Prioridade Global", pesquisadores dizem que há uma possibilidade de que este seja o último século da humanidade. No entanto, o fim da nossa espécie não estaria vinculado a pandemias ou desastres naturais, uma vez que a maior ascensão populacional veio justamente em um século marcado por grandes guerras e catástrofes. Fome, doenças, enchentes, terremotos, mudanças ambientais e até mesmo uma guerra nuclear teriam este impacto fatal sobre nossa espécie de vida": completa a sua informação Olavo Ribeiro, que também compara as conclusões similares da GCF e da Universidade de Oxford, que ele pesquisou na BBC.

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  7. "Eu acredito que mesmo com surtos de fome, doenças, terremotos, problemas de clima e do ambiente, mesmo assim, alguns indivíduos com melhor estrutura vão sobreviver e continuar a nossa espécie": comentário de Elenice Morais Fernandes, de Taubaté (SP), que fez há 3 anos uma especialização em Antropologia na Unicamp.

    Risco

    As grandes ameaças, então, são exatamente as inovações tecnológicas que tanto facilitam a vida humana. Para os pesquisadores experimentos em áreas como biologia sintética, nanotecnologia e inteligência artificial são imprevisíveis e podem gerar efeitos acima do nosso controle. É o caso da nanotecnologia, que se realizada a nível atômico ou molecular, poderia também ser altamente destrutiva ao ser usada para fins bélicos.

    “Existe um gargalo na história da humanidade. A condição humana irá mudar. Pode ser que terminemos em uma catástrofe ou que sejamos transformados ao assumir mais controle sobre a nossa biologia. Não é ficção científica, doutrina religiosa ou conversa de bar”, declarou à BBC o diretor do instituto, Nick Bostrom

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  8. "Na minha opinião, desde os anos 2000 em diante a maior parte dos problemas planetários passam pela questão socioambiental": o comentário é de Ana Luíza Pereira Lopes, de São Paulo, que atua como corretora de imóveis, embora seja formada em Biologia na Unesp, "por uma opção no mercado de trabalho".

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