quarta-feira, 15 de junho de 2016

BRASIL, COSTA RICA E COLÔMBIA SÃO OS PAÍSES QUE MAIS SOFRERÃO IMPACTOS PELAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS ATUAIS


Programa Euroclima  informa através da Agência Efe que estes três países estão entre os que têm mais riqueza biológica e também maior dependência da agricultura e dos recursos naturais: foram para cá enviados 316 milhões de euros mas por aqui a gente não sabe onde estão ou onde foram aplicados estes apoios vitais para um avanço na nossa realidade

Onde foram parar recursos da UE para clima e ambiente latinoamericano?


Para combater estes desafios que a América Latina enfrentará cada vez mais a partir de agora é necessário fortalecer a troca de conhecimentos com a Europa  mas também uma cooperação entre estes países latinoamericanos, no que é conhecido como cooperação sul-sul, apontou o responsável da direção geral de cooperação regional sobre mudança climática da UE, Catherine Ghyoot. O programa Euroclima centrará sua terceira fase, que começa ainda neste ano, em incentivar a cooperação entre nações com o objetivo de "reforçar a resistência da região latino-americana perante a mudança climática e os desequilíbrios do ambiente, para promover novas oportunidades de um crescimento verde", ou seja, o comunicado ressaltou a urgência de um desenvolvimento sustentável capaz de equilibrar interesses econômicos como ecológicos, em especial nos três países que já estão sendo mais afetados pelas mudanças do clima, Brasil, Costa Rica e Colômbia. Além de uma gestão governamental mais atualizada os países da América Latina precisam  intercambiar boas práticas sobre mudança climática. A redução da vulnerabilidade social e meioambiental para a mudança climática poderá resultar, segundo os responsáveis por este programa, numa "grande diminuição da pobreza na América Latina", argumentou um dos líderes do Euroclima, um programa que fomenta a cooperação de meio ambiente entre a UE e 18 países da América Latina, Horst Pilger: "A gente quer que esta região cresça, mas a um ritmo sustentável", disse Pilger em referência aos desafios atuais da realidade destes países, o Brasil inclusive. A Europa procura em termos gerais uma conciliação "da sustentabilidade ambiental com o desenvolvimento constante" em uma região "muito exposta à mudança climática e às catástrofes naturais", razão que levou o Euroclima destinar um orçamento total de cerca de 300 milhões de euros para a América Latina. Inaugurado em 2010, o Euroclima busca facilitar a integração das estratégias e medidas de mitigação e de adaptação perante a mudança climática nas políticas públicas de 18 países latinoamericanos. Anteriormente, a União Européia já havia destinado no período 2010-2016 mais de 16 milhões de euros para potencializar projetos destinados a diminuir os efeitos da mudança climática na América Latina.Aqui no Brasil, não temos tido informações sobre como vem sendo aplicados estes recursos, agora entrando numa segunda fase. Entre os parceiros implementadores dos programas membros da comissão pelo Euroclima figuram a Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe para as Nações Unidas (Cepal), o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia (JRC), além do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). São estas entidades muito respeitadas e acima de quaisquer suspeitas que podem nos esclarecer onde estão estes grandes volumes de recursos ou onde foram aplicados no caso específico do Brasil. 

Também na Europa e na Ásia mas em especial na ...

...América Latina e Brasil, Colômbia, Costa Rica...

a crise do clima e meioambiental é mais forte...

...também por falta duma gestão sustentável de desenvolvimento


Fontes: www.terra.com.br
               www.folhaverdenews.com
           EFE
     

7 comentários:

  1. O fenômeno das mudanças climáticas adquire relevância pelos impactos observados ao redor do mundo. Em relação à América Latina, o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC, sigla em inglês) aponta impactos esperados para a região, dentre os quais se destacam: (i) intensificação da variação climática e de eventos extremos; (ii) variações consideráveis sobre os padrões pluviométricos; (iii) aumento da temperatura média de 1 a 4ºC até o final do século; (iv) risco significativo de extinção de espécies em diversas zonas tropicais; (v) aumento entre 7 e 77 milhões no número de pessoas com dificuldade de acesso à água até 2020; e (vi) sobre as zonas costeiras, alta incidência de impactos climáticos como elevação no nível do mar, variação climática e eventos extremos[i]. É nesse sentido que as atuais negociações sobre mudanças climáticas (MCs) configuram um contexto estratégico para a região, uma vez que resultam em decisões de importância com vistas a enfrentar o fenômeno.

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  2. A energia representa outro tema essencial para discussão. Há uma visão generalizada de que a matriz energética da região é limpa, uma vez que baseada principalmente em usinas hidráulicas, e não térmicas. Entretanto, no Brasil, o impacto ambiental das centrais hidrelétricas tem sido questionado. Pesquisas indicam que, sob certas condições, as emissões de GEEs decorrentes da geração de metano em grandes represas superam quaisquer expectativas. Políticas públicas precisam implantar nova estrutura energética tipo solar e eólica.

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  3. É preciso também que se aproveitem com objetividade e transparência os recursos como os 316 milhões de euros enviados ao Brasil e países vizinhos pelo programa Euroclima nestes últimos anos. Onde eles estão e foram aplicados?...Essa é uma questão também fundamental.

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  4. "Concordo que só uma gestão pública e radical de desenvolvimento sustentável será capaz de reequilibrar o clima, o ambiente e a economia de países como o Brasil": comentário de Carlos Antônio dos Santos, de Campinas (SP), advogado, ligado às questões socioambientais.

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  6. "Um veiculo da grande mídia teria condição de fazer uma reportagem investigativa sobre estes milhões de euros, onde foram parar e como estão sendo usados no Brasil, na Costa Rica, na Colômbia": comentário de Juraci Guimarães, de Uberaba (MG), engenheiro agrônomo, pela UFMG.

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  7. "A gente vê na realidade hoje em dia que a questão do clima e do ambiente é cada vez mais grave, mais grave ainda esse lance de que no Brasil e em outros países vizinhos somem os recursos para aqui enviados para equilibrar a condição climática e meioambiental": comentário de Geraldo João Gimenes, de Santo André (SP), consultor na área ambiental de empresas do ABC.

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