segunda-feira, 6 de junho de 2016

ONU DÁ NÚMEROS DA ATUAL "CIVILIZAÇÃO DO LIXO" NA TERRA COMO RESCALDO DO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

O mundo terá 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico em 2017 e isso dimensiona o problema ambiental nº 1 dos países (inclusive do Brasil) que são os resíduos dos mais variados tipos

 

 


No caso do Brasil, os limites, os erros e o atraso no cronograma da Política Nacional de Resíduos Sólidos mostra como a situação é grave: além do eletrônico, as outras formas de lixo como o doméstico e o industrial preocupam demais, assim como a poluição espacial, em torno da Terra, além também do "lixo cultural" nas sociedades de consumo. Ainda segundo as Nações Unidas a indústria eletrônica, uma das maiores e que mais crescem no mundo, gera a cada ano até 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico provenientes de computadores e smartphones, sendo que este setor demonstra bem o alcance da questão de todos os tipos de lixo que assolam, degradam e desequilibram nosso planeta, sendo também um problema de saúde pública, a dano da qualidade de vida da população. Lixo espacial, doméstico, industrial, eletrônico, cultural;;;Bem, mas no caso exemplo do lixo eletrônico,  90% dele tem um vaçpr estimado em 19 bilhões de dólares e pior que estão sendo comercializados ilegalmente ou causando prejuízo econômico com a falta de reciclagem e jogados no lixo a cada ano, de acordo com um relatório divulgado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA). A indústria eletrônica, uma das maiores e que mais crescem no mundo, gera a cada ano até 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico de produtos  variados como computadores e celulares smartphones. Segundo previsões, este número pode chegar a 50 milhões de toneladas já em 2017 e a informação reafirma que entre 60 e 90% destes resíduos são comercializados ilegalmente ou jogados no lixo, sem que se faça a reciclagem;. Por sua vez, a Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL) estima que o preço de uma tonelada de lixo eletrônico gira em torno de 500 dólares e seguindo esse cálculo, estima-se que o valor do lixo eletrônico não registrado no mercado informal e clandestino, incluindo os produtos  comercializados ilegalmente e despejados no lixo, encontra-se entre 12,5 a 18,8 bilhões de dólares por ano. O mercado global de resíduos, desde a coleta até a reciclagem, é estimado em 410 bilhões de dólares por ano, gerando emprego e renda. Além do mais, a reciclagem preservaria melhor o meio ambiente, diminuiria a poluição, podendo até vir a economizar novas produções de outros materiais eletrônicos.

A questão é da maior gravidade, envolve ecologia, economia e saúde pública

Uma flor que nasceu no lixo: sinal de que podemos criar uma realidade melhor

O relatório aborda questões relacionadas ao tratamento e descarte apropriado dos resídios em geral, inclusive seus possíveis danos para a saúde e custos relacionados. Entre os casos citados, inclui as novas orientações sobre pneus usados e reformados no comércio brasileiro, que proibiu a importação de todos os pneus usados e reformados em 2000. Esta restrição provocou uma ampla discussão entre os países vizinhos e o Brasil foi acusado de violar o acordo de comércio regional. Os argumentos ambientais e de saúde pública foram a principal defesa das medidas. Como resultado, o Brasil e o Secretariado de Basiléia estão trabalhando em diretrizes para o manejo ambientalmente saudável dos pneus usados, algo que poderá ajudar os países mais pobres em particular, na regulação do comércio de pneus usados. Não deixa de ser mais um ângulo da civilização do lixo...


O fantasma  do lixo eletrônico...

O problema está em quase toda rua do mundo....

...e em torno da Terra cada vez mais poluida pelo lixo espacial

Lixões ainda sobrevivem em quase metade dos municípios brasileiros

Sem reciclagem o lixo eletrônico vira também caso de polícia


Fontes: www.onu.org.br
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. Mande um e-mail com o seu comentário ou opinião para a redação deste blog navepad@netsite.com.br e/ou diretamente pro nosso editor de conteúdo no webendereço padinhafranca@gmail.com

    ResponderExcluir
  2. Você pode também postar direto aqui nesta seção o seu comentário: logo mais editaremos aqui mais informações sobre a questão do lixo e as mensagens que tivermos recebido, confira e participe vc tb.

    ResponderExcluir
  3. "Eu me sinto um lixo, ao ver a realidade ambiental por culpa da falta de saneamento básico, no Brasil e em quase todo o planeta": a opinião é de Mariana Helena Fabri, estudante de arte na Álvares Penteado.

    ResponderExcluir
  4. "Concordo com a Mariana e mais, me sinto um lixo também devido à violência do ser humano hoje": é o comentário de Flavio Fernandes, de Araraquara (SP), advogado, que atua no serviço social e gratuito de justiça da OAB.

    ResponderExcluir
  5. "Não sei como está em outros países com detalhes, mas aqui no Brasil o Plano nacional dos Resíduos Sólidos é uma vergonha, vive tendo o prazo de entrada em vigor sendo adiado e os lixões então prolefieram por aí a dano da nossa saúde e a do meio ambiente": comentário de Almir Sanches, que é técnico agrícola em Mogi Mirim (SP).

    ResponderExcluir
  6. "Vejo a reciclagem como sendo a flor do lixo": o comentário é de Geraldo Santos Pereira, de São Paulo, engenheiro civil, com especialização em ciência sanitária.

    ResponderExcluir
  7. "Pelas mi8nhas observações aqui na região e pelos dados e números que vejo nas matérias ao invés de aumentar a reciclagem, que é uma solução sustentável para este problemão, está é diminuindo nestes últimos anos": comenta Júlio Ferreira, que é ativista da ecologia em São José do Rio Preto (SP).

    ResponderExcluir
  8. "A política e quase tudo no Brasil está virando caso de polícia, a questão do lixo, mais ainda o eletrônico, não podia ser diferente!": quem comenta é Alfredo Almeida, de Franca (SP), que nos manda um quadrinhos sobre a importância da reciclagem, em breve, enfocaremos em algum trabalho sobre resíduos.

    ResponderExcluir

Translation

translation