terça-feira, 5 de julho de 2016

PROBLEMAS DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL FORTALECEM A BUSCA POR UMA ALIMENTAÇÃO À BASE DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

Impacto maior na saúde humana do consumo de vários produtos de origem animal está fazendo com que o movimento dos vegetarianos ou dos vegans cresça e este é também um fator que aumenta também a não violência contra os bichos

 

Há uma tendência crescente pelo consumo de frutas, legumes e verduras atualmente



Vem sendo detectada uma busca por alimentos vegetais, desde 2009 registrada pelo site de debates e compilações Onca e aqui a seguir no nosso blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News hoje um resumo da conclusão de profissionais e obras especializadas sobre o impacto do consumo de produtos animais (carne, leite, ovos e seus derivados) na saúde humana. Estas informações podem ser ponto de partida para mudar os padrões alimentares mais comuns no Brasil. Acompanhe algumas destas conclusões e informações a seguir. Animais, de forma natural, podem transmitir doenças tradicionalmente conhecidas ao ser humano, como tuberculose, brucelose, febre aftosa, raiva, salmonela, toxoplasmose, cisticercose e intoxicação alimentar, entre outros problemas.  Vacinas aplicadas ao animal, como também processos como o de cozimento, refrigeração ou pasteurização não garantem que a carne, leite ou ovos estejam isentos de contaminação. De forma natural, a gordura, hormônios e a proteína animal são em geral maléficas ao organismo humano, que não está fisiologicamente adaptado para absorvê-los. O ideal seria a ingestão da gordura e da proteína vegetal, essencialmente distinta da de origem animal. Esses insumos de origem animal têm sido relacionados diretamente a uma variedade enorme de doenças. E além do mais, já naturalmente nocivos, os insumos animais, animais criados em granjas comerciais recebem excesso de hormônios (tanto naturais como sintéticos, para acelerar seu crescimento), antibióticos, medicamentos,isso e  também a alta toxidade de rações inadequadas ou mesmo de pesticidas, por exemplo, com resíduos  que ficam contidos no leite, carne e ovos do animal e absorvidos pelo ser humano, podem provocar uma série de doenças nos consumidores de produtos de origem animal. A toxidade natural do animal quando é abatido também contamina o organismo humano e aminas tóxicas formadas durante a digestão (como a putrecina e a cadaverina) também determinam quadros clínicos graves. Além dos malefícios naturais, os produtos animais também recebem cargas de substâncias nocivas durante sua produção industrial, o que pode ocorrer em carnes e derivados, como os embutidos (mesmo os de frangos e peixes), em que são aplicados corantes e conservantes para retardar o processo de putrefação, como os nitritos e nitratos, elementos altamente cancerígenos como testes científicos já comprovaram. Todos estes fatores, isolados ou em conjunto, favorecem uma grande variedade de doenças e distúrbios. Dentro deste contexto, seguir uma dieta vegetariana pode ser uma boa maneira de diminuir o risco de doenças crônicas como diabetes, obesidade, hipertensão e câncer, afirma a Associação Dietética Americana (ADA), que publicou mais de uma vez atualizações de suas pesquisas, recomendando uma alimentação saudável no Journal of the American Dietetic Association. Segundo os nutricionistas da ADA, não há dúvidas de que uma dieta vegetariana bem planejada é uma opção saudável para crianças, adolescentes e adultos. Isso explica a tendência crescente duma alimentação à base de frutas, legumes e verduras, com a proteina das carnes sendo substituídas pelo Shoyu, o molho de soja, desenvolvido há muito tempo pelos Hindus e cada vez mais adotado em todo o Ocidente e no Oriente também,  com a recomendação de uso moderado devido ao excesso de sal. (Mais informações sobre o Shoyu nos comentários a seguir, confira).


Vegetarianos, Vegans. Macrobióticos, são várias as opções duma dieta sem carnes



O Shoyu, molho de soja produzido a partir da fermentação do misô ou koji, é um substitutivo da proteína da carne mas o seu consumo deve ser moderado pela quantidade de sódio, em especial pelos hipertensos (confira em comentários)


O movimento pela não violência com os animais agradece...



Até o livro recente  do Padre Marcelo documenta esta tendência
De Madonna a Einstein, passando por Gisele Bundchen: vegetarianos do mundo



Fontes: www.onca.net.br
             www.folhaverdenews.com 

  

15 comentários:

  1. O Shoyu, molho de soja produzido a partir da fermentação natural do misô ou koji tem sido usado como substituto da proteína das carnes, mas o seu uso deve ser moderado por conter sódio e ele precisa ser fabricado sem aditivos industriais para ser mais autêntico, como o molho original usado pelos Hindus.

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  2. Devido ao seu paladar único e visual escuro, o Shoyu é bem salgado e tradicionalmente utilizado para temperar alimentos, como verduras, macarrão, arroz, cozidos e saladas. Muito usado no tempero de peixes, pelos que consomem esta carne. Por apresentar uma quantidade baixa de amidos, é bastante utilizado para enriquecer o sabor dos alimentos, com baixa caloria. O Shoyu apresenta diversos benefícios que a própria soja já fornece, como: aminoácidos essenciais, cálcio, proteínas, ferro, vitaminas do complexo B (conhecidas como "vitaminas da disposição"), além de conferir a ação antioxidante, prevenindo doenças como a osteoporose, câncer de mama e de colo de útero. Mesmo apresentando estes e outros benefícios, o Shoyu precisa ser consumido moderadamente, devido ao alto teor de sódio presente em sua composição. A versão light apresenta uma quantidade de sódio 35% mais baixa.

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  3. Logo mais, aqui, mais informações e comentários tanto sobre o Shoyu, o Tofu, bem como, sobre outros enfoques da alimentação sem carnes: aguarde a nossa edição desta seção. Confira logo em seguida, aqui.

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  4. Desde agora você pode colocar aqui nesta seção o seu comentário, a sua opinião. Ou se preferir pode mandar um e-mail com a sua mensagem para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br

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  5. Pode também trocar informações, fazer sugestão de pauta ou enviar a sua mensagem diretamente pro e-mail do nosso editor de conteúdo aqui neste blog padinhafranca@gmail.com

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  6. "Sou viciada num churrassco nos fins de semana mas estou curtindo estas informações porque tenho tido alguns problemas de saúde e busco uma nutrição que seja ao mesmo tempo gostosa e mais saudável": a mensagem é de Tereza Mendes, de São Paulo (SP), que é técnica em manutenção em indústria elétrica.

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  7. Gerusa Carvalho, nutricionista em BH, Minas, comenta que "as principais fontes de proteína animal são: carnes, vísceras, peixes, ovos e leite e derivados. Já a proteína vegetal é encontrada nos feijões, lentilhas, soja, amendoim, grão de bico, ervilhas, castanhas, tofu (queijo de soja) e shoyu (molho da soja)".

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  8. A nutricionista mineira Gerusa Carvalho também debate a questão Proteína Animal x Proteína Vegetal: "Muitas pessoas têm buscado uma alternativa alimentar, comendo mais frutas, verduras, legumes, e deixando de lado as carnes.
    "Para entender as principais características entre as proteínas animal e vegetal, precisamos saber um pouco mais sobre os aminoácidos (são os blocos de formação de proteínas). Estes aminoácidos podem ser essenciais e não essenciais.
    Os aminoácidos não essenciais podem ser produzidos pelo corpo humano, enquanto os aminoácidos essenciais não são fabricados em nosso organismo, portanto precisamos ingerir alimentos fontes de proteínas para que possamos obter esses aminoácidos essenciais. As proteínas de origem animal fornecem aminoácidos de alto valor biológico, pode ser considerada uma proteína completa, porque ela contém todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais para atender às necessidades orgânicas. Já as proteínas de origem vegetal têm menos valor biológico pois têm uma quantidade menor de aminoácidos essenciais. Mas têm outras vantagens em relação às carnes, no que se refere a menores efeitos colaterais, digamos assim".

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  9. Gerusa Carvalho completa informando que as proteínas de origem animal como as carnes, ovos, leite e derivados irão fornecer aminoácidos de muito valor biológico, completando aqueles que o nosso corpo não consegue fabricar. Além disso, são ricas em ferro, cálcio, zinco e vitamina B12. Mas possuem a desvantagem de serem pobres em fibras e ricas em gorduras nocivas, sendo seu excesso na maioria das vezes associado á doenças.
    Já as proteínas de origem vegetal, como a soja, o feijão, o amendoim, a lentilha, o tofu, o shoyu possuem uma quantidade menor de aminoácidos essenciais, mas em contrapartida são ricos em carboidratos, vitaminas, fibras, e não possuem gorduras nocivas e assim podem ser consideradas mais saudáveis. Ela recomenda que o consumidor deve procurar um médico ou nutricionista para ainda maiores esclarecimentos.

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  10. Na realidade, não se trata só do Shoyu, há várias opções de proteínas vegetais, como Tofu, Misô, Tamari, Tempeh (oriundo da Indonésia e muito usado em Portugal), as leguminosas em geral. A seguir vamos dar mais informações sobre estas alternativas ao consumo de proteínas de origem animal.

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  11. Júlio César Baptista,fisioterapeuta, que é de São Carlos (SP)nos enviou o resumo duma palestra que acompanhou com médicos e nutricionistas na USP em Ribeirão Preto: "Em suma, é possível obtermos suficiente proteína na alimentação diária sem para tal recorrermos a produtos de origem animal, particularmente carne. As fontes protéicas de origem vegetal são muito mais económicas, mais ecológicas, são saborosas e melhores para a saúde: a vantagem das proteínas vegetais é que não contêm resíduos genericamente denominados por Purinas".

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  12. "Uma fonte de proteínas vegetais as Leguminosas são ótimas para a saúde, como o feijão Azuki, grão de bico, lentilhas, feijão frade, catarino, manteiga, soja, favas, ervilhas. As leguminosas têm sido ao longo dos séculos utilizadas como complemento dos cereais e são uma excelente forma de ingerir proteína de boa qualidade; podem ser cozinhadas em sopas, com cereais, vegetais, sob a forma de patês também. Se quer evitar a formação de gases que frequentemente acompanham a ingestão destes alimentos, sugiro-lhe que os cozinhe sempre com alga Kombu, um tipo de alga que se adquire facilmente em lojas de produtos naturais. As algas Kombu não só tornam as leguminosas mais digeríveis, como estas ficam também mais macias e saborosas; uma tira de Kombu é suficiente para uma panela cheia de feijões. Quando servir os feijões, se o seu sistema digestivo for mais débil, acompanhe-os com nabo ou rabanete ralados": é mais um comentário de Júlio César Baptista, que fez uma pesquisa no tema em São Carlos (SP).

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  13. "Os chineses utilizam na Medicina Natural estas leguminosas para tratar os problemas de rins e bexiga. De todos os feijões o tipo Azuki é por o alimento mais indicado para problemas renais e de bexiga. O Azuki é um feijão pequenino vermelho, que pode cozinhar como qualquer outra leguminosa; é particularmente delicioso quando confeccionado com abóbora e se tem problemas renais pode com ele fazer um chá, cozinhando-o em 5 a 6 vezes mais de água, fervendo em chama baixa durante cerca de 40 minutos", recomendam médicos na China (tradução de Maria Cândida para a Abril).

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  14. E aqui um resumo feito pela equipe do nosso blog sobre proteínas vegetais para substituir produtos de origem animal. O Tofu ou queijo de soja é um alimento produzido a partir do leite de soja; de uma enorme versatilidade, o Tofu tem tido uma cada vez maior aceitação em todo o planeta. Já o leite de soja é consumido por um número cada vez maior de pessoas, especialmente aquelas que têm alergias ao leite de vaca e pretendem uma alternativa. Tem grande valor protéico. E também nesse caso a alga Kombu torna o leite de soja muito mais digerível. Seitan é produzido a partir do trigo e é essencialmente glúten de trigo; tem uma textura semelhante à carne e por isso muitas pessoas o apelidam de carne vegetal. O Seitan deve ser evitado por pessoas com doença celíaca e alérgicas ao glúten. Tempeh: oriundo da Indonésia (mas produzido em Portugal, o Tempeh tem também um enorme quantidade de proteína e é um dos raros produtos de origem vegetal que contém vitamina B12. Molho de Soja, Shoyu e Tamari são oriundos do feijão soja e utilizam-se como temperos (não devem ser sistematicamente utilizados crus sobre os alimentos como a maioria das pessoas faz, mas sim adicionados nos minutos finais da cozedura). O sabor é extremamente agradável e são um excelente tempero para pratos de vegetais. Devido ao seu alto teor em sódio, devem ser utilizados com moderação, particularmente as pessoas que tenham que reduzir a quantidade de sal. O Miso ou pasta de soja é provavelmente o mais rico e especial de todos os alimentos derivados da soja. Os ancestrais japoneses dizem que o Miso foi um presente dos deuses para a humanidade, e este alimento é excelente para desintoxicar, ajudar a lidar com a poluição ambiental, além de ajudar o organismo a eliminar detritos radioativos. O Miso é um alimento fermentado e o melhor alimento de origem vegetal para ajudar a recriar a flora intestinal e criar um sistema digestivo saudável.
    Convém mencionar que na opinião de muitos médicos e pesquisadores, o uso regular de granulado de soja não é bom para a saúde: o granulado de soja é muito difícil de digerir, provocando problemas intestinais e contribui também para o problema da hipoglicemia ou níveis baixos de açúcar no sangue. O que recomendam é usar a soja em forma de Shoyu, Tofu e Misô, com moderação, para temperar legumes e verduras e aí o consumidor obter uma proteína vegetal fora do comum para a saúde e o prazer, qualidade de vida.

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  15. "Durante conversas sobre o vegetarianismo costumo defender que a nossa alimentação não tem nada de estranho, uso ingredientes que toda a gente usa!
    Batatas, feijão, arroz, legumes, nada diferente do normal! Mesmo o Tofu e o Seitan já não são nomes desconhecidos para a maior parte das pessoas. Mas Tempeh… Confesso que da primeira vez que vi Tempeh até a mim me pareceu estranho e nem sabia o que fazer com ele. Mas ele é típico da Indonésia e é fabricado a partir da fermentação de feijões de soja cozidos. Super nutritivo, sem colesterol nem gorduras saturadas e rico em proteínas o Tempeh é um excelente alimento não só para vegans ou vegetarianos mas para quem quer uma alimentação mais saudável": é a dica de Beatriz Batista, no site sociedadevegan.com

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