sexta-feira, 19 de agosto de 2016

CRÍTICAS A BRASILEIROS NAS OLIMPÍADAS FEITAS POR ATLETAS E POR JORNALISTAS ESTRANGEIROS QUE PORÉM ESTÃO RECONHECENDO PONTOS POSITIVOS



Gringos estranharam o Brasil em algumas coisas mas mídia elogia povo, natureza e até as Olimpíadas: alguns correspondentes estrangeiros criticam as autoridades brasileiras  e tabloides sensacionalistas exploram fotos ousadas nas praias 




 
Ryan Lochte protagonizou um vexame gringo no Brasil
 
A performance esportiva do Brasil nesta edição 2016 das Olimpíadas é um dos pontos que tem merecido destaque na mídia no exterior, atletas do nosso país já se aproximam do Top 10, entrando no ranking dos países com mais medalhas. Havia muito medo da violência, da poluição e da doença, mas algumas matérias em jornais, rádios, TVs e redes sociais destacaram que em alguns pontos alguns destes problemas não são tão preocupantes como a onda de Zica em New York, a violência contra os refugiados na Europa ou o rigor do clima na China, provocando assim uma relativa melhor impressão sobre o Rio de Janeiro e o nosso país. Mas há também, até no sério The Wall Street Jornal reportagens que mostram estranheza com alguns costumes cariocas, com a aparente liberdade sexual nas praias, com biquinis ou sungas mínimos para os padrões gringos. "Na Itália, os rapazes também usam sungas reveladoras mas não andam pelas ruas nem vão a supermercados". reclamou uma senhora que disse "ver mais do que gostaria".  Até algumas comidas e petiscos são criticados, como o tamanho do café servido nos bares ou o biscoito Globo que está da moda no Rio,  até o New York Times fez uma matéria inteira dizendo que o quitute não tem gosto de nada e que os restaurantes da cidade até os internacionais em geral são "sem graça". Foi ouvido até um famoso chef britânico Jamie Olivier. O site Yahoo aqui em nosso país chegou até a listar algumas das críticas ou situações típicas dos brasileiros ou brasileiras e em especial dos cariocas que estão chamando a atenção da mídia e da opinião pública no exterior. Mostram imagens de Capivaras que costumam aparecer em campos de Golfe em disputas da Olimpíada, mas não omitem a informação que os Jogos Rio 2016 invadiram reservas ecológicas. "As Capivaras é que estão sendo invadidas e estão desculpadas", comenta uma das matérias divulgadas na França e no Canadá. O jornal americano Los Angeles Times exagera a desinformação ao descrever as Capivaras como "hamsters gigantes" e "cruzamento de porco com esquilo"... O Wall Street Journal chega a fazer constantes referências às sungas dos homens e aos biquinis das mulheres, criticados como sendo exíguos demais, estranham que homens e mulheres mais idosos também usam estes trajes ao contrário do que acontece por lá, onde este tipo de roupa não são tão reveladoras e chocam alguns, mas o escândalo rende leituras e audiência. Por exemplo, ouvindo o "outro lado", uma reportagem nos States entrevistou brasileiros que apontaram que aqui, o café é em embalagem menor porque é mais forte, enquanto outros completaram contraatacando que o cafezinho na América do Norte vem em xícara grande porque é aguado. Poluição, brigas, funk, há outras críticas saindo na mídia estrangeira, sendo que um dos pontos mais criticados é hábito da torcida brasileira vaiar atletas olímpicos adversários ou rivais. "Eu estou realmente desapontado", comenta no texto Hassan N'Dam N'jikam, um lutador de Camarões que sofreu com muitas vaias nas Olimpíadas agora. O jornalista esportivo Juca Kfouri, foi entrevistado e concordou: "Uma parte dos torcedores brasileiros não têm boas maneiras. Mas também não havia respeito por atletas rivais nos Jogos Olímpicos em Londres". Também no New York Times um integrante da torcida brasileira de vôlei de praia defendeu que tudo deve ser levado na brincadeira: "esse é o Rio, aqui as pessoas acham isso engraçado. Só isso". Rádios e TVs documentaram o caso do jogador norte-americano, Aaron Russell, que mandou a torcida se calar ao vencer a seleção brasileira de voleibol. O que ele recebeu de volta? Uma enxurrada de comentários bem humorados mas alguns agressivos nas redes sociais. E a hashtag “#ShutUpRussell” (“Cale a boca, Russell”, em português) foi um dos trending topics no Twitter. "De fato, esse comportamento hostil (ainda que apenas de brincadeira) da torcida é bem chato, e pode desconcentrar os atletas. Mas será que é exclusividade brasileira?", perguntou Carlos de Almeida Santos, brasileiro, do Paraná, que foi entrevistado por uma emissora da Holanda. Alguns dos correspondentes estrangeiros destacam também o mau comportamento de atletas e de torcedores ou turistas gringos nesta Olimpíada aqui no Brasil, em especial o escândalo do nadador Ryan Lochte e alguns parceiros dele: "Lochte é importante para a natação dos USA mas foi um péssimo exemplo desta vez". O Comitê Olímpico dos Estados Unidos chegou a formalizar um pedido de desculpas pelo comportamento deste nadador. Nesse sentido negativo dos estrangeiros por aqui, o maior enfoque na mídia no exterior foi o que fala sobre o chefe do Comitê Olímpico da Europa, Patrick Hickey, envolvido comprovadamente com venda ilegal de ingressos. A revista Veja estampou em sua matéria de capa na semana passada que o mundo se supreendeu com o êxito da Olimpíada no Rio. Também é um exagero. Mas atletas, torcedores, turistas e jornalistas de outros países em geral realmente estão encantados com a natureza do Rio e a simpatia do povo brasileiro. Um correspomdente da BBC ao ser ouvido sobre isso por um site esportivo da Itália, foi direto ao ponto: "Pena que as autoridades deste país não estejam ao mesmo nível da natureza e da população brasileira. Neste ponto, a gente também concorda, por aqui em nosso blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News. 
 

Alguns jornais e revistas estranharam a aparente...

...liberdade sexual dos biquinis e da sungas....



...senhoras americanas disseram ter visto mais do que queriam

Patrick Hickey: corrupção não é exclusividade brasileira
Notícias também sobre a violência policial na periferia


Um dos pontos criticados é a vaia a atletas rivais

 Capivaras e poluição também ganham destaque...


...em reportagens geradas no Media Center do Parque Olímpico...


 
...criticando também alguns gringos nessa Olimpíada no Rio
 
Fontes: www.yahoo.com.br
             www.folhaverdenews.com 
 

    7 comentários:

    1. Logo mais aqui nesta seção de comentários a questão de imagem do Brasil, a repercussão na mídia estrangeira dos Jogos no Rio, mensagens críticas também de brasileiros e de brasileiras. Aguarde nossa edição e confira logo mais.

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    2. Você pode colocar aqui nesta seção a sua mensagem ou enviar um e-mail para a redação do nosso blog navepad@netsite.com.br e/ou ainda mandar sua msm pro e-mail do nosso editor padinhafranca@gmail.com

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    3. "Este post é mais interessante do que os que tenho visto na mídia brasileira em geral": comentário de Geraldo Santos Pereira, que trabalha com Comunicação no Rio de Janeiro (RJ) e afirma que "já faz mais de um ano que vez por outra dou uma olhada neste blog". A gente aqui agradece.

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    4. "Acompanho a evolução dos atletas do Brasil desde os anos 70 na Olimpíada de Montreal, quando a gente ganhou só 2 medalhas, agora no Rio vamos bater o record de medalhas e de superação, na estrutura o esporte do país não evoluiu nada, depende apenas do esforço dos atletas": quem comenta é Fabíola Sanches, de São Paulo (SP), que pratica ciclismo e basquete, professora de Educação Física na rede estadual.

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    5. "Acredito que agora nesse ano o Brasil vai conseguir o Top 10, ficando entre os dez países melhor rankeados no esporte, imagine se houvesse um melhor esquema de prática esportiva e uma melhor qualidade de vida por aqui": comentário de Júlio Carlos Fernandes, de Uberaba (MG), que estuda na UFMG em Belo Horizonte.

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    6. "Martine Grael e Kahena Kunze fizeram história ao conquistar uma medalha de ouro na vela, foi o primeiro prêmio feminino brasileiro desse esporte na história das Olimpíadas. Mostraram que tudo é possível, mas a maioria das atletas e dos atletas brasileiros não têm a estrutura que elas tem e competem no sacrifício": comentário de Flávio de Alcântara, de São José dos Campos (SP), que atua como consultor de empresas na área de Marketing.

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    7. "Não se trata de um pagamento obrigatório ou universal, pois não depende do Comitê Olímpico Internacional. Mas diversos países, inclusive o Brasil, estabelecem essa política para apoiar e estimular os atletas. O COB pelo que sei está premiando com cerca de 35 mil reais (11 mil dólares) aos que conseguem subir no pódio, eu acho justa a premiação": Maria de Lourdes Matos, de Juiz de Fora (MG), ela é carioca e está em Minas para atuar na área publicitária.


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