quarta-feira, 26 de outubro de 2016

MEGAEMPRESAS DE TECNOLOGIA ESTÃO INVESTINDO MAIS AGORA EM ENERGIAS LIMPAS COMO A SOLAR E A EÓLICA

Por razões econômicas aumentou o investimento em formas mais ecológicas de energia que estão se popularizando cada vez mais em várias regiões do planeta: está na hora desta tendência atualizar a estrutura energética no Brasil também

 

Energias tipo Solar e Eólica ajudam desenvolvimento sustentável


A maioria das pessoas vê a gigante Apple como uma fabricante de smartphones, tablets e também de  computadores, não como uma fornecedora de energia elétrica. Mas a matéria de Chris Baraniuk na BBC Future mostra que esta imagem está mudando desde quando neste ano esta megaempresa do Vale do Silício conseguiu autorização para comercializar a energia gerada a partir de uma usina solar na Califórnia, adquirida pela empresa.  Além da Apple, Amazon e Google vivem situações similares e confirmam uma nova tendência. Outro fator de mudança é a popularização destas formas ecológicas de energia, a partir dum fato: o preço da energia solar vem caindo mais rapidamente do que alguns especialistas previam. Por exemplo, num leilão de energia em Abu Dhabi agora recentemente um consórcio sino-japonês prometeu construir uma usina solar que poderia produzir energia a menos de 2,5 centavos de dólar por quilowatt/hora (bem menos do que o preço médio da energia proveniente do gás e do carvão nos Estados Unidos). É a promessa mais barata em termos de energia solar já feita. Especialistas acreditam que a queda no preço está fortemente relacionada a um boom na fabricação de painéis solares, setor em que a China está se tornando a maior produtora mundial atualmente.  
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Hoje razões econômicas levam a investimentos em energias ecológicas



Torres de medição da energia dos ventos tem sido instaladas na Bahia


A Apple já vem investindo em energia renovável e o seu principal objetivo é fazer com que todas as suas operações venham o mais rapidamente a ser realizadas usando energia 100% originada de fontes renováveis. Outra gigante da tecnologia, a Amazon, acaba de anunciar a construção de uma nova usina de energia eólica com capacidade de 253 megawatts no oeste do Texas. Já o Google tem investido no Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah e recentemente seu uniu à empresa SunPower para oferecer painéis solares para casas. Uma onda ecologista estaria mudando estas e outras megaempresas?
"Nas grandes corporações, a eletricidade é uma de suas principais despesas", afirma Ash Sharma, analista de energia solar na IHS Technology: "Manter esse custo a um preço baixo é crucial para elas". Ou seja, buscam a ecologia por razões econômicas. Hoje em dia, centros de processamento de dados consomem uma enorme quantidade de energia. Além de ter que manter os servidores em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, os equipamentos precisam ser conservados a uma baixa temperatura, algo que, por si só, já representa um alto custo. E por que o Google tem além disso o interesse em vender painéis solares para residências? A empresa está informando que quer mapear "o potencial solar do planeta": dados emitidos a partir desses painéis, inclusive a captação, poderiam fornecer informações sobre futuras estratégias energéticas. Ainda que não seja por amor à natureza, esta tendência que começa a crescer agora poderá ajudar a luta dos ecologistas por uma reequilíbrio ambiental da realidade em praticamente todos os países (aqui no Brasil também). Em todo o planeta, esta tendência a favor de energias limpas como a Solar ou a Eólica e a popularização mundial deste avanço poderá agilizar a criação dum futuro sustentável do Oriente ao Ocidente, garantindo um desenvolvimento de verdade e a vida.




Energia Solar e Eólica causam menos sequelas ambientais que hidrelétricas

Placas solares em represas é uma das alternativas também aqui pelo Rio Grande


Avança também a tecnologia para converter energia solar em elétrica


Fontes: BBC Future
             www.folhaverdenews.com

8 comentários:

  1. Ontem a gente postou aqui em nosso blog ligado ao movimento ecológico, científico e de cidadania a novidade, que vem da França e da Califórnia (USA), Árvores Eólicas, atenuando ainda mais impactos no ambiente. Hoje, a notícia é via a BBC Future duma onda de investimentos das maiores empresas de tecnologia em energias mais ecológicas como a Solar e a Eólica, por razões econômicas. O Brasil precisa assumir esta onda positiva de forma mais direta, embora o BNDES informe que cresceram os investimentos nesta área em nosso país.

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  2. Há uma grande popularização da energia solar, por exemplo, na China, não por amor à natureza: o
    preço da energia solar vem caindo mais do que alguns especialistas previam. E a queda no preço está fortemente relacionada a um boom na fabricação de painéis solares.



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  3. A China aumentou de maneira gigantesca sua capacidade de produção e hoje responde por cerca de 80% de todos os painéis solares fabricados no mundo: isso mostra o aumento do mercado da energia Solar...

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  4. "Li num site especializado em engenharia que conforme o custo de construção de usinas solares cai, vem aumentando em ritmo de multiplicação as megainstalações no mundo, o Brasil, um dos países mais ensolarados do planeta precisa entrar com tudo neste setor": comentário de Geraldo Santos de Almeida, engenheiro elétrico, que atua hoje em São Paulo (SP).

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  6. "Esta matéria tem tudo a ver com a realidade, fiquei sabendo por exemplo que a IHS Technologies estima que o custo da energia solar deve cair pelo menos 30% no ano que vem, é a busca da economia ajudando a ecologia, quem diria": quem comenta é Fátima Maria Fabri, de Campinas (SP), que participou de palestra sobre energias limpas na Unicamp neste mês.

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  7. "Uma infelicidade para o país que as autoridades brasileiras estejam fora da atual realidade, além de serem medíocres e ineficientes": comentário de João Vaz dos Santos, do Rio de Janeiro (RJ), consultor empresarial de economia, formado pela USP.

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  8. "O Google,a Apple e a Amazon estão mais antenados com uma solução atualizada e sustentável para os problemas do Brasil do que os políticos do país": é também comentário do economista João Vaz.

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