segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PARA DESATIVAR A SELVA DE CALAIS (JUNGLE) A FRANÇA ENCAMINHA MILHARES DE REFUGIADOS PARA DEZENAS DE CENTROS DE ACOLHIMENTO E DE ORIENTAÇÃO (CAO)

A retirada de imigrantes de Calais segue com tranquilidade: a maior parte pede para ir para a Itália segundo notícia do Le Figaro, Alemanha e Inglaterra são outros destinos a que refugiados gostariam de ser encaminhados: situação complexa e humanitária que envolve os direitos de viver e de cidadania 



Um dos maiores centros de refugiados finalmente ganha atenção na França













Esta foto mostra a parte sul da Selva, o acampamento de Calais na França


Milhares de pessoas deixarão o acampamento precário e improvisado




Cerca de 500 pessoas já haviam sido encaminhadas até por volta das 10h em Calais ao hangar, para embarcar em ônibus fretados que se dirigem aos centros de Acolhimento e Orientação, os CAO. Neste começo da retirada dos imigrantes, os grupos mais numerosos eram de sudaneses, afegãos e eritreus. A cada imigrante que decidir deixar a Selva e pedir asilo formal à França estão sendo propostas duas, entre as 450 opções de centros para acolhimento de refugiados espalhados por todo o território francês. Uma grande parte dos moradores do local, no entanto, têm a intenção de serem encaminhados para outros países europeus, como Itália  ( a principal preferência entre todas) e  a Alemanha. Além disso, a Selva de Calais abriga muitas crianças e  muitos jovens que ali chegaram na tentativa de encontrar seus parentes na Inglaterra. De acordo com o jornal francês Le Figaro, cerca de 1.250 policias estão no acampamento para garantir a segurança durante a evacuação que, segundo as previsões, deve durar até por volta de uma semana. O objetivo anunciado é o de tratar com respeito humano aos refugiados e resolver o impasse da sobrevivência deles ao mesmo tempo evitando a formação dum campo de concentração que humanistas já vinham apelidando criticamente de câncer da falta de amor pelo próximo.

Só alguns poucos refugiados tiveram a sorte de serem acolhidos por famílias na UE


Fontes: Agências Ansa - Lusa - Brasil
             www.folhaverdenews.com

7 comentários:

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  4. "Curti a relação que este blog fez entre os atuais refugiados na Europa com os imigrantes que chegaram ao Brasil há uns 200 anos ou mais, meus ancestrais estavam também entre eles": comentário de Francisco Conti, de Ribeirão Preto (SP), agrimensor.

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  5. "Calais fica ao norte da França, já bem próximo à fronteira com a Inglaterra, o Reino Unido, alguns jovens e até crianças perdidas fugiram e estão tentando reencontrar seus familiares ou seus conterrâneos": comentário de Joaquim Queiroz, de São Paulo (SP), descendente de imigrantes portugueses que vive e trabalha como vendedor em São Paulo (SP), que nos resumiu notícias que ele captou hoje na emissão de rádio da BBC.

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  6. "Sube que há uma chance de o Brasil fazer um projeto de acolhimento de refugiados na Europa com o apoio de países da UE economicamente mais fortes e que investiriam num programa sustentável aqui que desse emprego, estudo, oportunidade de reiniciar a vida, tendo como contrapartida a participação no desenvolvimento de regiões remotas ou pouco povoadas no território brasileiro como é por exemplo o chamado Raso da Catarina onde era o sertão da Bahia": este outro comentário é também do vendedor Joaquim Queiroz.

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  7. "Vejo todas estas milhares e até milhões de pessoas se forem computadas todas que migraram ao longo de duas décadas como refugiados da violência": quem comenta é o advogado Antônio Mattos, do Rio de Janeiro, especializado em questões portuárias: "Eu acompanho este drama há anos e vejo que nosso país deveria participar da solução".

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