sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

EM TODO MUNDO ZIKA E MICROCEFALIA SÃO O TERROR DA ATUALIDADE: UMA CIENTISTA BRASILEIRA PORÉM DESCOBRE UM CAMINHO PARA A SOLUÇÃO


Um grande "avanço" do Zika e da Microcefalia é tido como o maior desafio de 2016 em vários países e a solução pode vir do nosso país apesar dos pesares da Saúde Pública por aqui e graças a pesquisadores que não são tão apoiados como deveriam ser, uma vacina pode entrar no mercado em 2018  

 



Fomos informados aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News, através da jornalista que atua em Brasília (DF) Paula Laboissiere, da Agência Brasil, sobre o grande aumento de casos de Microcefalia possivelmente associados à infecção por um vírus ainda pouco conhecido no planeta e que foi identificado no Brasil pela primeira vez em outubro do ano passado. Aliás, a gente fez uma postagem especial por aqui em nossa webpagina sobre o destaque dado pela revista mundial Nature, colocando entre os 10 cientistas mais influentes de 2106, a pesquisadora do Brasil e de Pernambuco, Celina Turchi Martelli, especialista em doenças infecciosas, da FioCruz, que foi quem descobriu a relação entre a Microcefalia e a Zika, algo muito valorizado no exterior nesse momento mas que aqui dentro do nosso país não teve espaço na mídia: "Será que a descoberta da Drª Celina Turchi virá a ser ouvida e considerada pelas autoridades brasileiras?", questionou por aqui o nosso editor de conteúdo, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha. Agora, nessa virada de 2016 para 2017, a situação de terror em muitos países em torno da Microcefalia valoriza ainda mais esta descoberta brasileira de ligação entre esta infecção e o Zika. Só por aqui no Brasil, para se ter uma idéia do alcance desta informação científica, o número de bebês com a malformação ultrapassou a marca de 2 mil crianças. Ao longo de 2016 este problema antes aparentemente limitado só à região Nordeste se alastrou pelo restante do território nacional, atingiu agora também outras nações e, virtualmente, todo continente americano, hoje é foco de preocupação da Medicina internacionalmente. O cenário levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a recomendar que as mulheres adiassem a gestação e a declarar até uma emergência global em saúde.  A preocupação aumentou em meio a outras pesquisas que indicam que os efeitos do vírus no bebê podem ir além do quadro de Microcefalia  e incluindo diversos comprometimentos motores, visuais e auditivos. Ainda em novembro, o Ministério da Saúde anunciou que bebês de mães infectadas durante a gravidez, mesmo não apresentando sintomas no nascimento, agora serão acompanhados até os 3 anos de idade. Nos Estados Unidos, foi confirmado recentemente que o vírus pode ser transmitido também sexualmente, aumentando o temor de uma propagação mais rápida da doença. Conter novos casos de transmissão de Zika por via sexual passou a entrar no rol de esforços da OMS e de governos de todo o mundo para conter uma possível epidemia. A área médica da ONU chegou a alertar que a epidemia de Zika poderia afetar entre 3 e 4 milhões de pessoas em todo o planeta, em especial no Continente americano. O Brasil e a Colômbia foram os países onde mais têm ocorrido registros de casos de infecção ou suspeita de infecção mas já há casos também nos States. É dentro deste contexto que está mais ainda valorizado o trabalho da pesquisadora brasileira Celina Turchi Martelli. O desenvolvimento de vacinas contra o Zika avançou consideravelmente, incluindo testes conduzidos por pelo menos três instituições brasileiras, a Fundação Oswaldo Cruz, o Instituto Butantã e o Instituto Evandro Chagas. Ainda assim, a expectativa mais otimista é que a dose vacinal só chegue ao mercado em 2018. Até lá, a principal estratégia de prevenção defendida pelo governo federal continua a ser o combate ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti. A própria pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Celina Turchi, criticou porém de forma direta erros e limites da Saúde Pública em nosso país, não se calou quando a revista internacional a destacou como um dos 10 cientistas mais influentes do planeta hoje em dia, por uma questão de ética e de consciência. A OMS orienta ainda também que mulheres grávidas utilizem repelentes; optem por roupas leves e de cor clara, que cubram braços e pernas, além de não abrirem mão do preservativo, no intuito de evitar uma possível transmissão sexual do vírus. Ou seja e em suma, está declarada uma guerra à Microcefalia e ao Zika no Brasil e em todo o mundo. E a arma para combater e derrotar este novo terror pode vir do nosso país.

Um tormento a mais para mães no Brasil, Colômbia e Estados Unidos

Aqui o mapa da guerra contra esta doença no Brasil

Fontes: www.agenciabrasil.com.br
             www.folhaverdenews.com 

7 comentários:

  1. A pesquisadora brasileira da FioCruz em pernambuco, Celina Turchi Martelli está colocada entre os 10 cientistas mais importantes de 2016 pela revista Nature: será que ela e outros pesquisadores brasileiros serão valorizados pelo nosso governo e pela mídia nacional? Eles estão a pique de desenvolver vacina contra este mal.

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  2. Logo mais, por aqui, mais informações e detalhes nesta seção de comentários. Aguarde nossa nova edição e participe você também.

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  3. Nosso blog se adiantou nesta pauta, no começo de dezembro ainda, postamos aqui uma matéria com a cientista nordestina Celina Turchi Martelli, quando ela era destacada dentro do Top 10 da revista de ciência Nature de grande prestígio mundial.

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  4. Você pode postar aqui o seu comentário ou se preferir, enviar uma mensagem pro e-mail da redação do nosso blog navepad@netsite.com.br e/ou ainda mandar um e-mail diretamente para o nosso editor de conteúdo padinhafranca603@gmail.com

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  5. "Considero válido demais em meio ao clima das festas de fim de ano debater um assunto de tamanha gravidade como este da Microcefalia e do Zica, que ficam esquecidos nessa hora": comentário de Aimoré da Costa Silva, de Goiás (GO), professor de Educação Física e atleta.

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  6. "A descoberta desta pesquisadora nordestina é conquista de importância mundial e devemos valorizar aqui no Brasil. Ela é uma notícia positiva, só que exceção, a questão da saúde pública por aqui, realmente é negativa": comentário de Josué de Morais Alves, de Salvador, ligado à uma equipe de pesquisa na Universidade Federal da Bahia.

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  7. "Gostaria de cumprimentar Celina Turchi Martelii, em nome dos pesquisadores do interior do país, nós precisamos de mais verbas e mais mídia para as nossas pesquisas e destra vez ficamos felizes pelo seu sucesso": comentário de Elizeu Amador, de São José do Rio Preto (SP), formado pela Unesp e que vem pesquisando na Federal do Mato Grosso.

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